21/06/2016 – 07h16
Dirigentes se engalfinhando por espaços, o que nos áureos tempos provocou o surgimento de várias correntes. Rigoroso “controle de qualidade” para entrar e, uma vez militante, rígidas regras a serem cumpridas. Dízimo, religioso. Hoje, a luta é para conter a evasão e para ver quem fica para fechar a porta. Candidatos a vereador, só, que dá para contar nos dedos de uma mão. Esta a situação do sempre soberbo Partido dos Trabalhadores, também em Dourados.
