15/06/2019 – 10h21
Só pode ser reflexo do convívio com Bolsonaro, parlamentares e prefeitos, estes por razões óbvias, querendo a prorrogação dos atuais mandatos municipais com a esfarrapada desculpa de que eleição onera os cofres públicos. Uma vez acontecendo, Délia Razuk repetiria seu hoje assessor José Elias Moreira, que teve o mandato de prefeito prorrogado na virada da década de 1970. Além de ganhar dois anos ele ainda elegeu o sucessor Luiz Antônio Gonçalves para um mandato de seis anos.
