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segunda-feira, maio 11, 2026

Pollon mantém apoio a Contar

Amigo íntimo da família Bolsonaro, eleito deputado federal mais votado, Pollon mantém apoio a Capitão Contar

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Deputado federal mais votado nas eleições deste ano em Mato Grosso do Sul, com 103.111 votos, o advogado Marcos Pollon (PL) mantém o apoio ao candidato de oposição, Capitão Contar (PRTB). Oficialmente, o PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, está coligado com o ex-secretário estadual de Infraestrutura, Eduardo Riedel (PSDB).

Em entrevista ao blog O Jacaré, o advogado de 41 anos confirmou o apoio ao deputado estadual. “Porque apoiei no primeiro turno”, afirmou. Pollon é amigo íntimo da família Bolsonaro. O deputado federal Eduardo Bolsonaro, reeleito por São Paulo, veio a Mato Grosso do Sul para fazer campanha para o douradense.

Pollon levanta várias bandeiras correlacionadas ao bolsonarismo, como pró-vida e pró-armas. Ele é fundador do Instituto Conservador de Mato Grosso do Sul e ingressou com várias ações na Justiça contra o desarmamento da população.

Por outro lado, o deputado federal Loester Trutis (PL), acabou não sendo reeleito, apesar de integrar o time de Bolsonaro. O parlamentar ficou famoso ao anunciar em julho que Bolsonaro viria ao Estado para anunciar apoio ao candidato de Reinaldo Azambuja (PSDB). O presidente veio, mas deixou claro que apoiava dois candidatos ao Governo, Riedel e Contar.

Pollon não é o único a não seguir a orientação do partido no Estado. O deputado estadual João Henrique Catan (PL) apoiou Capitão Contar desde o primeiro turno e mantém a aliança no segundo.

“Nunca declarei apoio ao Rieedel. Sempre estive lutando pelo mais bolsonarista e trabalhava nessa linha. Agora com a declaração do meu Presidente, ficou apenas mais claro e confortável: É Capitão Lá e Capitão Cá!”, afirmou o deputado, logo após a declaração de Bolsonaro na véspera do primeiro turno, que Capitão Contar era a melhor opção para o Estado.

No segundo turno, após ser pressionado pela ex-ministra da Agricultura, Tereza Cristin (PP), do Centrão, eleita senadora, Bolsonaro mudou de postura e anunciou neutralidade no segundo turno em MS.

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