Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O presidente Jair Bolsonaro participou de mais um passeio de motociclistas neste sábado, 4, e voltou às críticas a ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele se reuniu com apoiadores em Santa Cruz do Capibaribe, no agreste pernambucano – o único município em Pernambuco onde teve mais votos do que Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições de 2018. Ele discursou após um percorrer um trajeto que passou por Toritama, um dos principais município do polo de confecções local, e terminou em Caruaru.
A organização de caravanas rumo aos protestos de Brasília com a participação de policiais militares de outros estados e o clima tenso na relação entre parte das tropas e governos opositores ao presidente Jair Bolsonaro no Nordeste estão no centro das preocupações em relação aos protestos bolsonaristas de 7 de Setembro. Em Mato Grosso, há relatos de policiais da ativa inscritos em caravanas que sairão de Cuiabá para o Distrito Federal. Em grupos privados, policiais da Bahia também se organizam para ir a Brasília e para participar do ato previsto para Salvador.
O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira que as manifestações previstas para o dia 7 de setembro serão um ultimato para 'um ou dois' ministro do Supremo Tribunal Federal (STF). Ao falar sobre a renovação da Corte por meio de suas indicações, Bolsonaro disse que o país não poderia admitir que 'uma ou duas pessoas' usando da força do poder dessem outro rumo para o Brasil. O presidente, investigado no STF, não citou nomes especificamente, mas já afirmou em outras ocasiões que sua irritação é direcionada a Alexandre de Moraes e Luis Roberto Barroso.
Às vésperas do 7 de Setembro, quando estão programados atos no País convocados pelo presidente Jair Bolsonaro e por seus apoiadores, a defesa da democracia, da harmonia entre os Poderes e de reformas que sustentem a recuperação econômica permeou manifestos, comunicados e declarações de representantes do empresariado nacional, de instituições bancárias e das cúpulas do Judiciário e do Congresso.
“A democracia é inegociável. Temos que ter uma relação de paz com todos os Poderes. Esse foi um dos temas que tratamos na reunião. Também falamos sobre a pandemia, que é preocupante e continua merecendo uma atenção especial não só dos estados, mas também do Ministério da Saúde. Cobramos a divulgação de um calendário para facilitar a vacinação dos vários estados. Saímos da reunião com um sentimento muito bom com relação a tensão do Congresso Nacional. Todos caminharam juntos e trataram basicamente da relação de paz com todos os poderes e o fortalecimento do pacto federativo”, afirmou o governador de Mato Grosso do Sul.
02/09/2021 - 08h15Ex-executiva da Eletrobras, economista avalia que governo demorou a agir, e país enfrenta risco de apagõesElena Landau, economista que foi presidente do...
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) vetou parcialmente o projeto aprovado no Congresso que trata dos crimes contra o Estado Democrático de Direito que revoga a Lei de Segurança Nacional (LSN) —um resquício da ditadura militar (1964-1985). A decisão do presidente inclui veto a cinco trechos. Ao menos dois deles, podem beneficiar parcela de apoiadores do presidente —comunicação enganosa em massa e o aumento de pena quando os crimes contra o Estado de Direito forem cometidos por militares ou outros agentes públicos. Os vetos ocorrem a menos de uma semana das manifestações de 7 de Setembro, marcadas em apoio ao presidente e que têm gerado apreensão em críticos por conta de motes golpistas que devem pautar o ato.
O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ/SP) condenou o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, a indenizar em R$ 50 mil o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes. A decisão, proferida na terça-feira, ocorreu no mesmo dia em que Moraes manteve a prisão preventiva do ex-deputado, detido em 13 de agosto no âmbito do inquérito que apura a atuação de uma milícia digital contra a democracia. A 1ª Câmara de Direito Privado negou recurso interposto pela defesa de Jefferson e aumentou o valor fixado em R$ 10 mil na primeira instância por danos morais.
Para quem estranhou sua participação no rega-bofe oferecido por Alan Guedes a Reinaldo Azambuja, segunda-feira, numa das mais tradicionais churrascarias de Dourados, a vereadora Lia Nogueira informa que foi um lamentável descuido de sua parte. “Fui convidada por gente da cúpula do governo interessada em “dobrar” comigo em 2022, mas confesso que tive náuseas quando lá cheguei e percebi que a festa era patrocinada pela prefeitura”, dizendo que só não deu meia-volta por educação.
O presidente Jair Bolsonaro está espalhando por WhatsApp um manifesto da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (Fiemg) que endossa o discurso bolsonarista sobre supostos ataques à liberdade de expressão e faz críticas ao Supremo Tribunal Federal. Nele, a entidade diz esperar que a 'exacerbação'do STF 'seja revisada'.
Em meio a um cenário de recrudescimento da crise institucional entre os Poderes e da escalada de discursos de cunho autoritário, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que a população brasileira nunca teve uma oportunidade como a que terá com os atos do próximo dia 7 de Setembro. O presidente, porém, não deu detalhes sobre qual seria essa oportunidade e para fazer o que exatamente no feriado.
31/08/2021 - 10h33O presidente do Partido dos Trabalhadores de Mato Grosso do Sul (PT/MS) Vladimir Ferreira realizou, na última semana, uma série de reuniões...
O presidente Jair Bolsonaro tem sido aconselhado a deixar para o início do ano que vem a definição do partido pelo qual vai disputar a reeleição. O principal defensor do adiamento é o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, que chegou ao cargo há um mês com as missões de melhorar a articulação política em meio à crise institucional e organizar as bases para o projeto de um novo mandato.
A atual crise política no país, sob gestão Jair Bolsonaro, é um desdobramento do processo de impeachment ocorrido em 2016, afirma a ex-presidente Dilma Rousseff (PT). Nesta terça-feira (31) são completados cinco anos do impedimento que tirou a petista do poder sob acusação de pedaladas fiscais —e com grande mobilização nas ruas em meio à impopularidade de Dilma e à crise econômica.
Com frente de obras em vários setores, o governador Reinaldo Azambuja destacou nesta segunda-feira (30) durante agenda em Dourados que nunca houve um Governo 'tão presente' e com investimentos expressivos nas 79 cidades, que mostra uma gestão municipalista e preocupada com o bem-estar da população. 'Nunca se viu um Governo tão presente nas cidades. Mérito de construir parcerias com os prefeitos. Consegue olhar a presença do Estado nas ruas, cidades, praças e hospitais. São investimentos em diferentes setores como saneamento, saúde e infraestrutura urbana, com recapeamento, drenagem, pavimentação de ruas', descreveu o governador.
O convés do navio comandado por Giuseppe Garibaldi (1807-1882), sob ataque das tropas imperiais brasileiras, começava a ser coberto por tripulantes caídos, mas Anita, apelido dado pelo italiano à Ana Maria de Jesus Ribeiro da Silva, seguia na primeira linha de atiradores. Mesmo com a batalha escalando em mortos e feridos, ela seguia na proa, entre dois marinheiros, 'de fuzil ao peito', exposta 'às balas do inimigo' e atirando, escreveu Lindolfo Collor, avô do ex-presidente e hoje senador Fernando Collor, em 'Garibaldi e a Guerra dos Farrapos', livro de 1938 sobre a revolta ocorrida no sul do Brasil entre 1835 e 1845.
Presidentes de partidos de diferentes lados do espectro político temem que os protestos de 7 de Setembro aumentem o tom autoritário de Jair Bolsonaro. Entre auxiliares no Palácio do Planalto, há o temor de que o discurso do presidente, normalmente feito de improviso, seja inflamado diante das ruas cheias. Por isso, eles têm atuado junto ao presidente para convencê-lo da importância de fazer uma fala mais moderada. Interlocutores acreditam que Bolsonaro pode se acalmar ao ver que tem ainda grande apoio da população.