Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
“Grande luta! Grande conquista!” Assim o deputado federal licenciado e secretário estadual de Saúde, Geraldo Resende, define a entrega, na manhã desta segunda-feira, do Hospital da Mulher e da Criança, anexo ao HU. Não sem antes lembrar a “sabedoria” do eleitorado douradense, que lhe negou o quinto mandato: “Agora é suplicar para os parlamentares da capital apresentarem emendas para o anexo 2”. Que o cerimonial prepare uma toalha para secar as lágrimas. Haja coração!
07/03/2021 - 09h34Para parlamentares, eleição de Lira (Câmara) e Pacheco (Senado) deixou Flávio e Eduardo mais à vontade nas articulações pelo PlanaltoA vitória de...
Com os que não trabalhei, tive contato muito próximo, como amigo ou como profissional de imprensa ou da publicidade. De Totó Câmara (meu grande amigo e conselheiro, meu padrinho de casamento, de quem fui assessor de imprensa na segunda administração) – o último prefeito nascido em Dourados ainda nos tempos do velho Mato Grosso – a Alan Guedes, o primeiro depois da criação do Mato Grosso do Sul, todos foram por mim duramente criticados. Sim, Alan Guedes, coitado, nem bem chegou e já levou umas bordoadas, por conta dos equívocos iniciais que podem, inclusive, custar o seu mandato. A propósito, num lide jornalístico desse tipo de assunto, não poderia faltar o maior fenômeno eleitoral entre eles – Ari Valdecir Artuzi – o único a ter o mandato cassado. 'Talkei', Alan Guedes?
O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou que o presidente Jair Bolsonaro é 'um cara louco' durante entrevista em inglês ao BBC World News, canal internacional de notícias da BBC, na noite de quinta-feira (4/3).
05/03/2021 - 08h39Especialistas, economistas e governos acompanham com perplexidade a condução da crise no país e o avanço de novas variantes, apontando para o...
O corpo do coronel Adib Massad estava quente, ainda, quando o deputado José Carlos Barbosa, o Barbosinha, apressou-se em dar à nova sede do DOF, em Dourados, o nome de seu fundador. Óbvio ululante que, na hora certa, alguém faria isso, mas bem que o deputado que a tudo celebra poderia ter tomado um chá de “simancol” e pelo menos respeitar o luto da família. Uma pena que o dito tão preparado candidato à prefeitura nas eleições passadas não tenha aprendido a lição das urnas.
Quando a Unigran ainda era Socigran e funcionava no Educandário Santo Antônio, anexo da Catedral Imaculada, existia ali um barzinho – o Sucupira –, que era o ponto de alunos, professores e afins, como eu, que nunca quis estudar, mas que tinha ali meus interesses, não apenas jornalísticos. Um belo dia, proseando com meu guru Harrison de Figueiredo e o com vereador Ramão Perez, fui surpreendido com a chegada de uma viatura da PM, da qual desceram dois praças que vieram em nossa direção. Não foi bem um 'teje preso', mas um dos policiais convidou-me a acompanhá-lo, pois o coronel Adib me aguardava no Batalhão. Isso, ali pelas 22h o que fez com que meus companheiros de mesa, ambos advogados, se dirigissem até o Batalhão, mas quando lá chegaram já havia terminado meu 'interrogatório'.
04/03/2021 - 10h27Ao abrir a live de lançamento do livro "Marco da Inovação", do advogado Carlos Henrique dos Santos Pereira, realizada na noite desta...
O presidente nacional do Democratas e ex-prefeito de Salvador, ACM Neto, participou, junto com o médico e ex-ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), de uma live transmitida nas redes sociais dos dois nesta terça-feira (02). Na ocasião, os políticos trocaram elogios e debateram o tema 'Um ano de covid: Por que o Brasil vive o pior momento da pandemia?', discutindo sobre o cenário atual do país e apontando culpados.
Como diz o provérbio português, é pelas beiradas que se como o mingau. Assim, o deputado Fábio Trad (PSD-MS) vai se consolidando como uma das mais respeitadas figuras do Congresso Nacional, por suas aparições constantes em tempos de crise. Agora, por exemplo, com suas opiniões sempre muito bem fundamentadas sobre a polêmica da PEC da impunidade. Os irmãos Nelsinho e Marquinhos que se cuidem, pois pode estar pintando aí um terceiro nome familiar para o governo do estado.
O governador Eduardo Leite (PSDB-RS) subiu o tom nesta segunda (1º) contra Jair Bolsonaro como ainda não havia feito antes. Ele convocou entrevista para rebater dados do governo federal sobre repasses a estados. Políticos viram como gesto relevante em meio à disputa interna do PSDB para 2022. Com Leite envolvido em corrida com João Doria (SP) pela vaga de candidato presidencial, aliados avaliam que ele se contrapôs ao presidente sem parecer eleitoreiro e se diferenciou do governador paulista.
A compra de uma mansão por R$ 6 milhões por Flávio Bolsonaro despertou críticas entre diversos aliados de Jair Bolsonaro, inclusive dentro do Palácio do Planalto. Em um primeiro momento, eles chegara a duvidar da compra, dizendo que o senador não seria 'maluco' de fazer algo do tipo.
Ao mesmo tempo em que reforça a militarização de seu governo ao entregar cargos como a presidência da Petrobras a um general, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) decidiu arejar seu núcleo duro e levar nomes do centrão para o Palácio do Planalto, local onde trabalham seus principais conselheiros. Na semana passada, Bolsonaro deu posse a Onyx Lorenzoni (DEM-RS) como ministro da Secretaria-Geral, em mais um passo no sentido de colocar políticos para perto de si. Onyx agora despacha mo quarto andar da sede do governo, a um lance de escadas do chefe.
Depois de receber 1% dos votos em 2018 na sua terceira tentativa de chegar à Presidência da República, a ex-ministra e ex-senadora Marina Silva (Rede), de 63 anos, diz não ter planos de se lançar em uma nova disputa em 2022. Vivendo em isolamento social em Brasília, ela afirmou em entrevista por telefone ao Estadão que só saiu de casa uma vez desde o dia 1.º de março do ano passado, para ir ao médico.
As especulações de que o MDB vai de Jr. Mochi, de novo, para o governo do estado, em 2022, ou podendo até apoiar Soraya Tronicke, apontam para definições mais ou menos óbvias: a aposentadoria, já tardia, de André Puccinelli para, enfim, cuidar dos netos; Simone Tebet disputando uma vaga para a Câmara Federal (ela não teria cacife para enfrentar Tereza Cristina ou Reinaldo Azambuja para a reeleição) e Renato Câmara, com os pés bem no chão, tentando a reeleição para estadual.
Para o ex-governador capixaba Paulo Hartung, de perfil centrista, a democracia brasileira é 'uma planta frágil'. Bem menos poético, o ex-deputado tucano Xico Graziano, bolsonarista arrependido, diz que ela foi 'prostituída'. A conclusão de que nosso arcabouço institucional é menos sólido do que se imaginava é majoritária entre dez representantes da política, da economia e da sociedade civil ouvidos pelo jornal Folha de S. Paulo na semana passada.
Num grupo de WhatsApp, um pastor brinca que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) atingiu imunidade de rebanho no eleitorado evangélico. Estaria protegido, assim, contra o 'vírus de esquerda' por contar com a ampla maioria de uma fatia que representa cerca de 30% dos brasileiros. Mas não é só o campo progressista que precisa se preocupar com a fidelização ao bolsonarismo dos principais líderes evangélicos do país —estima-se que 70% do segmento tenha aderido a ele em 2018.
Na sua primeira derrota expressiva, o novo presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), não conseguiu a maioria para votar a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da imunidade parlamentar. A proposta, elaborada em poucos dias para proteger deputados e senadores perante o Judiciário, agora irá ser analisada por comissão.
Por 304 votos a 154, a Câmara aprovou a admissibilidade da proposta de emenda à Constituição (PEC) 3/2021 que restringe a prisão em flagrante de parlamentar somente se relacionada a crimes inafiançáveis listados na Constituição, como racismo e hediondos. O texto, que inicialmente seria votado diretamente no plenário, seguirá para a comissão especial. Os deputados votaram o parecer da relatora Margarete Coelho (PP-PI). Como a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) ainda não foi instalada, a parlamentar foi designada relatora de plenário em nome da comissão.