Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Desgraça pouca é bobagem. No dia em que mais um tsunami atingiu sua administração, com o Gaeco batendo à porta do que restou de seus mais íntimos e fortes colaboradores, como o procurador-geral Sérgio Henrique Araújo, a prefeita Délia Razuk teve a notícia que mais temia nesses dias de pandemia: também ela testou positivo para o coronavírus e precisa sair de cena por uns dias, até que tudo passe. Como diz o velho e sábio dito popular: Deus sabe o que faz.
Representantes de movimentos estudantis, indígenas, LGBTQI+ se reuniram, na manhã desta terça-feira (14/7), em frente ao Congresso, para marcar a entrega de mais um pedido de impeachment do presidente da República, Jair Bolsonaro. Eles colocaram cruzes e estenderam faixas com dizeres como “todos pela democracia” e “70 mil mortos, Bolsonaro, pare de negar”. Os grupos usavam máscaras, levavam uma bandeira do Brasil, bonecos e, ao microfone, líderes pediam para os presentes ficarem distantes uns dos outros, o que nem sempre ocorria.
As declarações do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), em relação à presença de militares no Ministério da Saúde provocaram uma crise que fica maior a cada dia. O ministro da Defesa, Fernando Azevedo, os comandantes das Forças Armadas, e o vice-presidente Hamilton Mourão criticaram o magistrado. Durante uma transmissão on-line, o integrante da mais alta Corte do país afirmou que 'o Exército se associa a um genocídio'. Ele se referiu ao fato de militares participarem da gestão e da formulação de políticas públicas voltadas ao combate à covid-19 no governo federal.
A reiteração, pelo deputado Neno Razuk, de que mamãe Délia não vai disputar a reeleição e, mais, de que a poderosa família deve apoiar Barbosinha, dá a dimensão do tamanho do leque de alianças do deputado governista. Barbosinha, cujo patrono de campanha é o deputado Zé Teixeira e com apoios dos mais relevantes como o da ministra Teresa Cristina e do agora desafeto presidencial Henrique Mandetta, além de Azambuja & Cia. A questão é: será que cabe todo mundo nesse palanque?
O deputado federal Paulo Pereira da Silva, o Paulinho da Força, presidente do Solidariedade, é alvo de operação da Polícia Federal nesta terça-feira. Os agentes cumprem sete mandados de busca e apreensão em São Paulo e Brasília. Denominada Dark Side, a operação foi deflagrada pela Justiça Eleitoral de São Paulo, que investiga crimes ligados a campanhas eleitorais.
A primeira eleição municipal após a ascensão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) terá um cenário com partidos de esquerda divididos, candidatos bolsonaristas isolados e um novo xadrez de alianças nas capitais brasileiras. Faltando quatro meses para o pleito, que neste ano terá o primeiro turno em 15 de novembro por causa da pandemia do novo coronavírus, os principais partidos do país já lançaram pelo menos 220 pré-candidaturas a prefeito nas 26 capitais.
O sinal vermelho mostrando o mapa do Mato Grosso Sul no do Brasil diariamente, depois que o Jornal Nacional, da Globo, tornou mais didáticos os gráficos da cobertura da Covid-19, pode extrapolar a pandemia e servir de alerta para outras situações, não menos sensíveis. Notícias ruins, também para o mesmo JN. Notícias que podem mudar a história política do estado e transformar num pandemônio o processo eleitoral municipal deste ano. Oremos.
O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nomeou o pastor e professor universitário Milton Ribeiro para comandar o MEC (Ministério da Educação). O anúncio foi feito em uma rede social. Em seguida, a decisão foi publicada no Diário Oficial da União, em edição extra. Ribeiro é ex-vice-reitor do Mackenzie, em São Paulo. Ele também é pastor da Igreja Presbiteriana de Santos, litoral de São Paulo.
O vereador Maurício Lemes Soares é a mais nova peça no xadrez da sucessão municipal. Lançado pelo PSB, além do apoio do todo-poderoso Ricardo Ayache, presidente da Cassems e pré-candidato a governador em 2022, tem o apoio indireto de Murilo Zauith, já que o sogro, Luiz Roberto Martins de Araújo, é o presidente da Agesul e homem forte na vice-governadoria. Sem contar a tradição familiar, como filho e neto de ex-presidentes da Câmara – Archimedes Ferrinho e Renato Lemes Soares.
Uma decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, acirrou o clima de disputa no Ministério Público Federal (MPF). O ministro determinou que as forças-tarefas da Lava-Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo repassem à Procuradoria-Geral da República (PGR) todos os dados colhidos durante a operação, que está em andamento desde 2014. O magistrado acatou um pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras. Ele informou à Corte ter “dificuldades” de acesso às informações.
...que rima com Barbosinha! Mas, param por aí os diminutivos. Como em Dourados a campanha na telona da TV é praticamente nula, já que os eleitores da cidade têm que engolir a programação da TV Morena, na verdade, TV Ponta Porã, o deputado Barbosinha está mandando ver nas telinhas de celulares e computadores. Com programa de governo e tudo, em produções de quem entende do riscado. Também seus candidatos a vereador. É aquela velha história, boi chega primeiro bebe água limpa.
Era para ser um dia de festa, com noite de autógrafos e tudo mais. Mas, infelizmente, veio o coronavírus e, assim, a comemoração dos 50 de jornalismo do blogueiro vai ficar restrita à publicação do primeiro capítulo do livro 'Assim se Vira Jornalista', cujo pano de fundo é a censura à imprensa no interior do Brasil nos anos de chumbo da ditadura militar. O livro vai relatar a passagem de Valfrido Silva por veículos como O Progresso, TV Morena, Folha de Londrina e Folha de S. Paulo.
09/07/2020 - 16h17O procedimento é uma orientação da Sociedade Brasileira de CardiologiaApesar de garantir que está "perfeitamente bem" no tratamento contra a covid-19, por...
Não fosse risco que corre de ter seu currículo reprovado pela ABIN (Agência Nacional de Informações), pelas lambanças como prefeita de Três Lagoas, e a professora senadora Simone Tebet seria um bom nome para o Ministério da Educação de Bolsonaro. Melhor, ainda, a chance de Dourados ter, efetivamente, seu primeiro senador – o primeiro suplente Celso Dal Lago. Lembrando que Celsão espera para assumir, como prometido, desde que foi também primeiro suplente de Juvêncio da Fonseca.
Traumatizado com a algazarra até altas horas de uma jogatina de truco de uma antiga vizinha de muro, que não aguentou minha chatice e se mudou; pior, um muro adiante chegando, agora, outra turma ainda mais barulhenta, não tive dúvidas: para não ter que brigar de novo vou aprender a jogar esse troço, lembrando, de imediato, de um velho amigo da política, recém-aposentado, também chegado numa trucada. Coitado. Já escaldado, porque não era minha primeira tentativa, aguardava-me com uma nova didática, mais ao meu gosto, na vã ilusão de que, desta vez, se livraria de mim.
O presidente Jair Bolsonaro, 65, anunciou nesta terça-feira (7) que contraiu o novo coronavírus, após realizar um novo exame para detectar o vírus na segunda-feira (6). 'Estou perfeitamente bem', afirmou Bolsonaro, ao anunciar o resultado positivo para Covid-19 em entrevista para CNN Brasil, Record e TV Brasil. De máscara, o presidente fez o anúncio, mas não chegou a mostrar o exame. Ele decidiu realizou o teste após sentir sintomas leves: febre baixa e tosse. Em nota, o Ministério das Comunicações disse que 'o presidente mantém bom estado de saúde'.
O indiciamento, “puro e simples”, pela Polícia Federal, de Reinaldo Azambuja e alguns de seus aliados – gente do mais alto coturno da política estadual –, deixa em polvorosa alguns comitês eleitorais da campanha deste ano que já estão a todo vapor. São aqueles candidatos do dito establishment, que contam não apenas com a presença do governador em palanque, como do carro forte que costuma vir na frente com malotes recheados das tão providenciais e cobiçadas garoupas.
Há dias o secretário de Saúde do Estado Geraldo Resende vem cutucando a administração municipal pelo que considera falta de medidas mais drásticas para o combate ao coronavírus no município cuja prefeita, Délia Razuk, é sua figadal adversária. Como água mole em pedra dura tanto bate até que fura a crítica parece ter surtido efeito e lá se vai a cabeça da secretária municipal Berenice de Oliveira Machado para a guilhotina. Pelo menos é o que ela admite hoje na imprensa local.