25.3 C
Dourados
terça-feira, setembro 29, 2026

Últimas Notícias

Cúpula da Forças Armadas e o Planalto criticam expressões de Celso de Mello

A cúpula das Forças Armadas e o Palácio do Planalto consideraram ofensivos os termos usados pelo decano do Supremo Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, no despacho que autorizou o depoimento de três ministros militares no inquérito que investiga supostas interferências do presidente Jair Bolsonaro na Polícia Federal. Mello determinou que os generais Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional; Walter Braga Netto, da Casa Civil; e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, poderão ser tomados por 'condução coercitiva' ou 'debaixo de vara' caso eles não compareçam na data e horário que escolheram para serem ouvidos.

Reinando sozinho

Enquanto seu colega médico e de parlamento Luiz Henrique Mandetta estava ministro da saúde, ele era um mero coadjuvante pandêmico. Agora, mesmo que – por razões óbvias – dividindo holofotes com o secretário de governo, Eduardo Riedel, o secretário de saúde, Geraldo Resende, está, como candidato natural à prefeitura de Dourados, tendo a chance que precisava para vender seu peixe, dia sim, outro também, na TV Morena. Ainda que de máscara!

Apesar da pressão sobre Maia, não há prazo para análise de impeachment de Bolsonaro

Com os anos de estabilidade política que sobrevieram a queda de Fernando Collor, em 1992, a impressão que se tinha é que o impeachment era, de fato, um instrumento excepcional na política brasileira. Quatro presidentes e três reeleições mais tarde, o impeachment de Dilma Rousseff anunciava uma mudança na relação entre presidente da República e Congresso Nacional. Com base em acusação contestada, ganhava ares de relativa normalidade. O raro se tornava eventual. O argumento jurídico se tornava acessório da maioria política.

Bolsonaro vê Moro ‘candidatíssimo’ e teme enfrentar ex-ministro em 2022

Na semana passada, dias após a saída de Sergio Moro do governo, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fez uma constatação em uma conversa reservada sobre o agora ex-ministro da Justiça: 'É candidatíssimo'. No diálogo, Bolsonaro disse ter certeza de que Moro tem pretensões políticas e que será seu adversário na eleição presidencial de 2022. Para o presidente, antes mesmo de decidir sair do governo, o ex-juiz já planejava uma candidatura presidencial.

Ministros poderão sofrer condução coercitiva caso não apareçam para depor

Por determinação do ministro Celso de Mello, relator do inquérito aberto no Supremo Tribunal Federal (STF) para investigar as declarações do ex-chefe da pasta da Justiça Sergio Moro, três ministros do governo serão ouvidos pela Polícia Federal na condição de testemunhas das acusações feitas por Moro contra o presidente Jair Bolsonaro. Nos próximos 20 dias, Augusto Heleno, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), Walter Braga Netto, ministro-chefe da Casa Civil, e Luiz Eduardo Ramos, da Secretaria de Governo, devem prestar depoimento em local e data previamente agendado entre eles e o poder Judiciário. No entanto, se faltarem ao depoimento, podem ser alvo de condução coercitiva e obrigados a comparecer a unidade policial.

Vice, lá e cá

Engana-se quem pensa que a prefeita Délia Razuk vai assistir, de longe, ao desenrolar de sua sucessão sem pedir nada em troca. No bolso de seu tailleur ela carrega o nome de uma assessora da mais alta confiança, para sugerir como candidata a vice-prefeita, seja lá de quem for. Menos de Geraldo Resende, claro. E, como sonhar não é proibido, alinhava, ainda, um projeto para ser vice-governadora, em 22. Se Delcídio do Amaral não emplacar, pode ser de Eduardo Riedel mesmo.

Avança apuração de denúncias de Moro contra Bolsonaro

O primeiro escalão do governo terá de prestar depoimento sobre a possível interferência política do presidente Jair Bolsonaro no comando da Polícia Federal. O procurador-geral da República, Augusto Aras, pediu, ontem, ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Celso de Mello, que os três integrantes palacianos citados como testemunhas pelo ex-ministro da Justiça e Segurança Pública Sergio Moro sejam ouvidos no inquérito aberto na Suprema Corte. Segundo o ex-juiz da Lava-Jato, o chefe do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), general Augusto Heleno, e os ministros da Casa Civil, Walter Braga Netto, e da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos, viram o presidente ameaçá-lo de demissão em uma reunião gravada no Palácio do Planalto, em 22 de abril, dois dias antes de deixar o cargo.

Bolsonaro recebe no Planalto militar que admitiu execução de 41 guerrilheiros no Araguaia

O presidente Jair Bolsonaro recebeu na manhã desta segunda-feira, no seu gabinete no Palácio do Planalto, o coronel da reserva do Exército, Sebastião Curió Rodrigues de Moura, um dos chefes da repressão à Guerrilha do Araguaia, nos anos 70, durante a ditadura militar. O encontro durou 25 minutos, entre as 10h20 e as 10h45, mas só foi incluído na agenda oficial do presidente às 21h22, depois de ser revelado pela coluna de Rubens Valente, do UOL, e após questionamentos da imprensa.

Novo tenta se afastar do rótulo de oposição ao governo Bolsonaro

No momento que parte do universo político-partidário do País passou a defender abertamente o impeachment do presidente Jair Bolsonaro, o partido Novo afinou o discurso com o governador de Minas Gerais, Romeu Zema, e optou por poupar o Palácio do Planalto. Os dirigentes da sigla e a bancada rejeitam a ideia de apoiar um eventual processo de impedimento e até mesmo de fazer oposição ao presidente da República.

Bolsonaro nomeia indicado de Ramagem para a PF

04/05/2020 - 09h02Presidente nomeou Rolando Alexandre de Souza para o cargo de diretor-geral da Polícia FederalO presidente Jair Bolsonaro (sem partido) nomeou Rolando Alexandre...

Bolsonaro estuda renomear aliado para a PF e mudar comando do Exército

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) estuda tomar duas medidas que vão escalar a crise política de seu governo, evidenciada pela sua participação neste domingo (3) em um ato contra o Congresso e o Supremo Tribunal Federal. A primeira é fazer uma nova nomeação do delegado Alexandre Ramagem para o cargo de diretor-geral da Polícia Federal. A segunda, remover do Comando do Exército o general Edson Leal Pujol.

Bolsonaro volta a apoiar ato contra o STF e diz que ”chegou no limite”

O presidente Jair Bolsonaro disse, neste domingo (3/5), ao demonstrar apoio a manifestação a favor do governo e contra o Supremo Tribunal Federal (STF) e Congresso Nacional, que tem o apoio do povo e das Forças Armadas, e e que 'chegou no limite'. O ato reuniu milhares de pessoas na Esplanada dos Ministérios.

Aproximação com o Centrão mostra isolamento de Bolsonaro

A reaproximação de Jair Bolsonaro com os integrantes do Centrão, bloco parlamentar que ele integrou ao longo dos 27 anos como deputado federal, diz muito sobre a situação do presidente da República. Minado pelas crises que ele próprio criou, vendo os pedidos de impeachment se multiplicarem no Congresso, o chefe do governo acabou obrigado a buscar uma base parlamentar para chamar de sua, pressionado por uma crise sanitária mundial que provocará um número imprevisível de mortes e arrasará a economia.

Em depoimento, Moro detalha acusações e entrega mensagens, áudios e e-mails

O depoimento do ex-ministro da Justiça Sergio Moro na Superintendência da Polícia Federal, em Curitiba, durou 8h30. De acordo com uma fonte na corporação, ele detalhou as acusações — que fez no pronunciamento ao entregar o cargo — de que o presidente Jair Bolsonaro tentou interferir politicamente na PF. O ex-juiz levou novas conversas de aplicativo e outros arquivos digitais que serão periciados pela PF. São mensagens de WhatsApp, áudios e e-mails, inclusive trocados com outros integrantes do governo, além do presidente.

Marquinhos mantém projeto de reeleição, mas estratégias mudaram

01/05/2020 - 09h50Prefeito destacou que tinha planos para começar reuniões em maio, porém pandemia paralisou possíveis encontros durante pré-campanhaPré-candidato a reeleição, o prefeito de...

STF sai em defesa de Alexandre de Moraes após ataque de Bolsonaro

A reação do presidente Jair Bolsonaro à decisão do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), que suspendeu a nomeação do delegado Alexandre Ramagem para diretor-geral da Polícia Federal, surpreendeu os integrantes da mais alta Corte do país e provocou uma corrente de apoio ao colega de tribunal. Os magistrados esperavam que o governo recorresse por meio da Advocacia-Geral da União (AGU). No entanto, o que se viu foi um ataque direto do chefe do Executivo a Moraes.

Decisão do Supremo sobre PF entra para coleção de reveses de Bolsonaro e mantém presidente sob pressão

A decisão do ministro Alexandre de Moraes, do STF (Supremo Tribunal Federal), de suspender a nomeação de Alexandre Ramagem para a direção-geral da Polícia Federal entra para a série de reveses que a corte impôs ao governo federal nos últimos dois meses e mantém pressão do tribunal sobre Jair Bolsonaro. Desde que a OMS (Organização Mundial de Saúde) declarou pandemia do novo coronavírus, em 11 março, o STF contrariou os interesses do Executivo em ao menos 12 ações.

Novo ministro chama Bolsonaro de “profeta do combate à criminalidade”

29/04/2020 - 18h15Chefe da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça mostrou alinhamento com presidente e pediu para que ele cobre mais operações da Polícia...

Cemitérios preparam fatura que será colocada na mesa de Bolsonaro

Nos 1.929 dias que durou o principal confronto militar em que o Brasil já se envolveu, a Guerra do Paraguai, morreram em média pouco mais de 25 pessoas por jornada, segundo as estatísticas capengas disponíveis do século 19. Nos 42 dias que se passaram desde que a Ceifadora passou a colher com a Covid-19 por aqui, faleceram em média 119,4 pessoas, dizem números só um pouco mais confiáveis, apesar de 150 anos separarem o fim da guerra do nosso tecnológico século 21.

W.O.

Muito mais pela atipicidade das eleições deste ano – sem tempo hábil, por exemplo, para as famosas reuniões de pré-campanha – do que pelo seu vasto currículo como gestor testado e aprovado (coisa que o eleitor não costuma dar muita importância), o deputado Barbosinha está pintando como candidato de consenso para a sucessão de Délia Razuk. Pelo menos é o que tem melhor aproveitado para se manter na mídia nesses tempos de pandemia. Sem contar que é o candidato do establishment.
- Publicidade -

Últimas Notícias

- Publicidade -
- Publicidade -
- Publicidade -