Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O presidente Jair Bolsonaro foi alvo de críticas severas da Human Rights Watch (HRW), entidade que atua na área de direitos humanos em todo o mundo. De acordo com a entidade, o chefe do Executivo brasileiro está expondo a população ao contrariar recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) e de seu próprio ministro da Saúde em relação ao isolamento social. Em um comunicado, a organização afirma que, ao incitar a população a sair às ruas, Bolsonaro pode agravar o quadro epidêmico no país.
Um dia depois de ameaçar usar a caneta contra ministros que falavam demais e tinham virado 'estrelas' do governo, o presidente Jair Bolsonaro mostrou que a ameaça velada não passava, ao menos naquele momento, de um blefe. Não haviam se passado nem 24 horas dessa declaração na porta do Palácio da Alvorada, e o presidente ficou mudo ao ser indagado pelo ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) sobre o motivo pelo qual não o demitia.
O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou em publicação nas suas redes sociais que o aumento na circulação de pessoas nas cidades registrado nesta quinta-feira vai cobrar um preço 'ali na frente', se referindo à Covid-19. Ele disse que o coronavírus 'adora que as pessoas achem que ele é inofensivo'.
Diante da imprevisibilidade sobre a duração da crise provocada pelo coronavírus, aumentam as possibilidades de as eleições municipais de 2020 serem adiadas. Apesar de ter dito que os prazos referentes ao pleito estavam sendo cumpridos, a presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministra Rosa Weber, criou um grupo de trabalho para avaliar os impactos da pandemia no cronograma eleitoral. Os técnicos deverão avaliar 'as condições materiais para a implementação' do pleito, consultando os Tribunais Regionais Eleitorais (TREs).Deix
“Isso foi uma confirmação de que essas discussões políticas entre candidatos que compõem uma mesma chapa, não determinam a possibilidade de declarar apenas um inelegível. O que não pode é a senadora ter o bônus e o suplente só o ônus”. Ary Raghiant Neto, advogado do suplente douradense Rodolfo Nogueira, após vitória de seu client no TSE contra a senadora Soraya Thronicke. Menos mal para Dourados, que não corre risco de perder a primeira vaga de senador conquistada no voto.
Alheio às polêmicas do presidente Jair Bolsonaro até o início deste ano, o ministro Luiz Henrique Mandetta (Saúde) tem aumentado sua popularidade na internet durante a pandemia da Covid-19. A expansão, em parte previsível diante da crise sanitária, é impulsionada também pelos embates que o chefe da pasta protagoniza com o presidente da República.
09/04/2020 - 07h22O presidente da República volta a desafiar orientações de isolamento social amplo e diz que apenas idosos devem se resguardar em meio...
08/04/2020 - 19h27Lula defendeu a saída de Bolsonaro da Presidência em entrevista, nesta quarta-feira, a uma agência de notícias internacionalO ex-presidente Luiz Inácio Lula...
O ministro-chefe da Casa Civil, general Braga Netto, entrou na mira da ala ideológica do governo depois de tomar as rédeas das ações federais na crise do novo coronavírus e de convencer o presidente Jair Bolsonaro a não demitir o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta. A projeção do general tem desagradado ministros ligados ao escritor Olavo de Carvalho e também o chamado gabinete do ódio, como é conhecido o grupo de assessores palacianos ligados ao filho 02 do presidente, o vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ).
“Existe uma espécie de “SS virtual” a serviço da ala psiquiátrica do governo. Ela é comandada e estruturada para constranger supostos inimigos. Por enquanto os alvos são: democracia, imprensa, ciência e algumas vozes influentes na sociedade”. Deputado Fábio Trad, no Twitter, fazendo coro às críticas do presidente da Câmara, Rodrigo Maia, ao governo Bolsonaro, um dia depois do ápice da crise entre o presidente da República e o primo Luiz Henrique Mandetta, ministro da Saúde.
À medida que China, Coreia do Sul e Cingapura veem casos novos de Covid-19 emergirem, em sua quase totalidade importados, cresce o temor de uma segunda onda da pandemia. Cientistas estão convencidos que o vírus continuará a ser uma ameaça global por muito mais tempo, num período que pode chegar a dois anos, segundo algumas previsões. Mas a gravidade de novas ondas em cada país dependerá das medidas de contenção que eles tomarem agora, alertam especialistas.
Depois de um dia turbulento, com especulações sobre seu futuro na condição de ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta declarou que continua no cargo. A despeito das críticas que recebeu do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) pelas estratégias adotadas no combate à COVID-19, ele deu um pronunciamento nesta segunda-feira à noite, em Brasília, e repetiu a frase usada na sexta-feira, dia 3: 'Médico não abandona paciente. Eu não vou abandonar'.
O procedimento tem sido o mesmo. No momento em que se indispõe com um integrante de sua equipe e avalia que sua autoridade está ameaçada, o presidente Jair Bolsonaro contraria o ministro em público, intervém em assuntos da pasta e o escanteia de discussões do governo. Em pouco mais de um ano, o método de fritura já foi utilizado contra os ministros da Justiça, Sergio Moro, e da Economia, Paulo Guedes. A vítima da vez é o ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, com quem o presidente tem travado uma queda de braço no combate ao coronavírus.
Para quem se diz indefinido, ainda, quanto à sucessão municipal o deputado Renato Câmara até que demostrou bastante apetite antes do fechamento da janela partidária para os que vão disputar a eleição municipal. Debaixo do maior quieto, filiou ao seu MDB os vereadores Braz Melo, Carlito do Gás e Olavo Sul, que se somam agora a Cirilo Ramão e Juarez de Oliveira, formando, por ora, a maior bancada do Jaguaribe
05/04/2020 - 20h34Weintraub diz que chineses podem gerar nova pandemia porque 'comem tudo que sol ilumina'O ministro da Educação, Abraham Weintraub, disse neste domingo...
Apoiador de primeira hora de Jair Bolsonaro entre a classe artística, Carlos Vereza fez críticas à postura do presidente em relação ao ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, e anunciou seu rompimento com o governo em seu perfil no Facebook, nesta sexta-feira. Numa série de postagens, o ator defendeu a atuação de Mandetta e a política de isolamento dos que podem ficar em casa, além de acusar o presidente de 'fritar' o ministro.
04/04/2020 - 06h46Ministro do STF assumirá a presidência do TSE em maioPróximo de assumir o Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luís Roberto Barroso, do...
Ao escolher sua equipe, o presidente Jair Bolsonaro criou um discurso de que montava seu ministério apenas por critérios técnicos, ignorando a composição política. Foi essa a justificativa para nomear Luiz Henrique Mandetta ministro da Saúde, duas semanas depois de ter escolhido Tereza Cristina para a Agricultura, mesmo os dois sendo deputados pelo DEM, e ambos do Mato Grosso do Sul. A crise do coronavírus, porém, evidencia que Bolsonaro nem sempre está disposto a ouvir quem ele próprio julgou como especialista.