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quinta-feira, agosto 13, 2026

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Diálogos de Moro são atípicos, mas não dão base a CPI, diz Simone Tebet

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, será questionado a partir das 9h desta quarta-feira (19) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado sobre as mensagens vazadas pelo site The Intercept que sugerem atuação próxima do então juiz federal com a força-tarefa da operação Lava Jato. Será o primeiro depoimento de Moro no Congresso desde a revelação do material.

Lerdeza

Dois anos e meio depois de reempossado o prefeito de Coxim Aluizio São José teve o mandato cassado pela Justiça Eleitoral por abuso de poder econômico nas eleições de 2016. Como a decisão é de primeira instância, mesmo com uma nova eleição marcada para 2 de outubro, Santa Fé deve terminar seu segundo mandato, a julgar pela lentidão do judiciário, principalmente na segunda instância, onde, tradicionalmente, as coisas costumam emperrar em Mato Grosso do Sul.

Respeito a maturidade e a sabedoria

17/06/2019 - 09h04O dia 15 de junho marca o Dia Mundial de Conscientização da Violência contra a Pessoa Idosa. A data foi instituída em...

Bolsonaro intensifica ‘fritura’ de aliados às vésperas de fala de Moro para evitar CPI

Em meio ao clima de instabilidade gerado pela onda de demissões no alto escalão do governo, o ministro Sergio Moro (Justiça) terá de ir ao Congresso nesta semana para dar explicações. O rotulado superministro vai à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado na quarta-feira (19) para responder a questionamentos sobre as mensagens trocadas com membros da força-tarefa da Lava Jato, reveladas pelo site The Intercept Brasil.

Amambaiense ilustre

Marcos Barbosa Pinto, pivô da crise no levou o presidente do BNDES Joaquim Levi a pedir demissão, é de Amambai, onde o pai foi vereador e presidente da Câmara. Dos quadros do PT, o assessor, com currículo internacional, já havia trabalhado no banco, além de ter assessorado o então ministro da Educação Fernando Haddad na formatação de 2 projetos de lei, do Prouni e das PPP. “Bozo não conseguiria conviver com tanto talento”, disse Haddad sobre o ilustre mato-grossense do Sul.

O jogo com Lula foi mais duro que o impeachment

16/06/2019 - 18h53Em palestra na UnB, ex-presidente diz que autocrítica que o PT pode fazer é de ter permitido um processo de despolitização grande...

Viés autoritário

Só pode ser reflexo do convívio com Bolsonaro, parlamentares e prefeitos, estes por razões óbvias, querendo a prorrogação dos atuais mandatos municipais com a esfarrapada desculpa de que eleição onera os cofres públicos. Uma vez acontecendo, Délia Razuk repetiria seu hoje assessor José Elias Moreira, que teve o mandato de prefeito prorrogado na virada da década de 1970. Além de ganhar dois anos ele ainda elegeu o sucessor Luiz Antônio Gonçalves para um mandato de seis anos.

Com vazamento, Lula abre novo flanco após derrotas em série para suspeição de juízes

A divulgação de trocas de mensagens entre o então juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol, chefe da força-tarefa da Lava Jato, abriu um novo flanco para a defesa de Lula tentar reverter um histórico de derrotas em tentativas de anulação de processos contra o ex-presidente. As conversas divulgadas pelo site The Intercept Brasil, no último domingo (9), fizeram a Segunda Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) desengavetar um pedido dos advogados de Lula pela anulação do processo do tríplex em Guarujá (SP), que levou o petista à prisão.

”Se quiserem publicar tudo, publiquem. Não tem problema”, diz Moro

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou ao jornal O Estado de São Paulo que não vai se afastar do cargo. Alvo de ataque cibernético e de vazamento de diálogos atribuídos a ele com procuradores da Lava-Jato, no Telegram, Moro disse que o País está diante de 'um crime em andamento', promovido, conforme sua avaliação, por uma organização criminosa profissional. Moro afirmou que não há riscos de anulação do processo do triplex do Guarujá (SP), que levou à prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Dourados também não pode parar!

Os jornalistas que cobriram a visita do vice-governador Murilo Zauith sexta-feira passada na Aced trombaram com a notícia, desviaram e foram embora, sem dar o grande furo do dia. Embalado pelo “novo” lema (o Brasil não pode parar) de seu partido em nível nacional, o secretário de Infraestrutura do Estado disse que as obras de pavimentação asfáltica que o governo do estado executa em Dourados “não param mais”. Mais alvissareiro impossível!

Clóvis Rossi, decano da Redação da Folha, morre aos 76 em São Paulo

O jornalista Clóvis Rossi, decano da Redação da Folha de S. Paulo, morreu na madrugada desta sexta (14) em São Paulo. Ele tinha 76 anos e estava em casa, onde se recuperava de infarto tido na semana passada. Deixa mulher, com quem estava havia mais de meio século, três filhos e três netos. Colunista e membro do Conselho Editorial da Folha, Rossi publicou seu último texto na quarta (12), intitulado 'Boletim Médico'. Ele era, segundo o jornalista, 'uma satisfação devida ao leitor, se é que há algum'. Seu estilo irônico e descontraído continuava no agradecimento aos colegas do jornal. 'Até mentiram dizendo que estavam sentindo a minha falta', escreveu.

Bolsonaro diz que legado de Moro contra a corrupção ‘não tem preço’

Em suas primeiras declarações públicas sobre a divulgação de mensagens de Sergio Moro pelo site de notícias 'The Intercept Brasil' , no domingo, o presidente Jair Bolsonaro defendeu nesta quinta-feira o ministro da Justiça e da Segurança Pública e exaltou sua trajetória como juiz federal, dizendo que o que ele fez pelo combate à corrupção no país 'não tem preço'.

Pra inglês ver

O Douradosnews repercutindo hoje a fala do deputado Zé Teixeira, que teria anunciado o fim de sua carreira política em entrevista a jornalistas esta semana na Assembleia Legislativa. O que não bate com outra informação, esta do Diário MS, de que o poderoso parlamentar estaria fazendo uma parceria com o colega Neno Razuk para bancarem – acreditem! – um novo jornal impresso. A menos que, por razões óbvias, a desistência seja apenas do mandato, não do projeto político.

Especialistas avaliam que destino de Moro depende de novos vazamentos

O destino político do ministro da Justiça, Sérgio Moro, vai depender de eventuais novas divulgações de mensagens trocadas entre ele e interlocutores envolvidos direta ou indiretamente com as investigações da Lava-Jato. Essa é a opinião de especialistas que acompanham a crise deflagrada, no domingo, com a publicação, pelo site The Intercept, de diálogos hackeados do então juiz Moro e de membros do Ministério Público Federal (MPF) no Paraná.

In memoriam

O radialista Marco Antônio Cunha, que morreu ontem em Porto Velho (RO), foi também vereador em Dourados, no início da década de 1970. Recém-chegado à cidade e ainda pouco conhecido nos microfones como noticiarista do jornal falado “Fatos e Notícias”, pegou carona no prestígio do (então futuro) sogro, Jorge Antônio Salomão, que virou prefeito comandando o programa “A Bronca”, grande sucesso de audiência da época.

Mesmo sem perícia, STF pode usar em decisões diálogos de Moro e Deltan

Os diálogos publicados pelo site The Intercept Brasil que mostram colaboração entre o ex-juiz Sergio Moro e o procurador Deltan Dallagnol podem ser usados para anular casos da Lava Jato mesmo que os arquivos eletrônicos não sejam analisados por peritos que avaliem sua autenticidade.

Deputados debatem vazamentos da Lava Jato e PT clama por anulação da prisão de Lula

11/06/2019 - 15h39A divulgação de conversas por mensagens de texto entre o coordenador da força-tarefa da Operação Lava Jato, procurador Deltan Dallagnol, com o...

”Coitado do juiz Moro”, diz Marco Aurélio sobre caso de conversas vazadas

O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), disse, nesta terça-feira (11/6), que o 'estilingue funciona para quem está na vitrine', ao comentar a situação do ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Para Marco Aurélio, Moro ficará 'sendo acuado todo esse tempo' até abrir uma vaga no STF, em novembro de 2020, com a aposentadoria compulsória do ministro Celso de Mello.

Cidade maravilhosa

Nem Campo Grande, nem Dourados, Corumbá, Ponta Porã ou Três Lagoas. Bonito? Chegou perto, mas, num passe de mágica, a melhor cidade do Mato Grosso do Sul agora é Nioaque. Pelo menos é o que a campo-grandense Tereza Cristina, ministra da Agricultura, é obrigada a confirmar, em eventos em que Jair Bolsonaro está presente. A blague é porque foi ali, recém-saído da academia militar das Agulhas Negras, que o presidente iniciou sua trajetória nas fileiras do exército brasileiro.

Não serei o ditador, diz Eduardo Bolsonaro ao assumir PSL dividido em SP

11/06/2019 - 06h39Pano de fundo do racha é eleição municipal de 2020 e definição de candidato à prefeitura da capitalEm evento sem a presença...
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