Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Após discussão e votação em Plenário na Câmara Municipal de Dourados, as comissões processantes que analisaram os pedidos de cassação dos vereadores afastados Idenor Machado e Denize Portolann, darão prosseguimento às investigaçãos. A votação ocorreu durante sessão ordinária nesta terça-feira, 12, por unanimidade.
12/03/2019 - 13h59Para ex-senador, se governo não cortar essa âncora, não terá base no CongressoLíder de governo dos últimos quatro presidentes da República, o...
Anotem esses nomes: Júnior Rodrigues e Romualdo Ramin. São os presidentes das comissões especiais da câmara municipal que pediram ontem o arquivamento dos processos de cassação dos mandatos dos colegas Idenor Machado e Denise Portolann, presos, acusados de corrupção. Nem aí para a opinião pública, Júnior Rodrigues ainda teve o desplante de dizer que não podem julgar com base em matérias da imprensa, como se fôssemos um bando de irresponsáveis.
12/03/2019 - 08h08Sargento reformado da Polícia Militar Ronnie Lessa teve a prisão preventiva decretada pelo juiz-substituto do 4º Tribunal do JúriA Delegacia de Homicídios...
Bom lembrar, a propósito do reinício dos trabalhos da Câmara Municipal, a partir de hoje, quando começam a ser apresentados os relatórios dos processos de cassação dos vereadores envolvidos em esquemas de corrupção, a primeira sessão ordinária após a Operação Uragano, em 2010. Naquela ocasião, Aurélio Bonato, um dos envolvidos com a quadrilha, que conseguiu sair primeiro da cadeia, tentou reabrir a sessão e foi atingido por um mocassim chulezento na cabeça.
Um guri, ainda, pode-se dizer, o deputado João Henrique Catan bem que poderia ter tido umas aulas com o avô, Marcelo Miranda Soares – um dos mais competentes governadores que o Mato Grosso do Sul já teve – para não pisar feio na bola, logo na primeira polêmica envolvendo a tão desgastada Assembleia Legislativa, pelo manjado e tão criticado compadrio com os demais poderes do Parque. Uma pena, pois, pelo pedigree, de uma das promessas de renovação da política estadual, já entra no bloco 'Maria vai com as outras'.
Guru intelectual do bolsonarismo, Olavo de Carvalho disse nesta sexta-feira que orientou os próprios alunos a abandonarem os cargos que ocupem no governo do presidente Jair Bolsonaro , do qual ele mesmo é entusiasta. A orientação, conforme Carvalho explicou em publicações feitas em redes sociais, foi motivada pela impressão de que há 'inimigos do presidente e do povo' nos quadros do governo federal. Para o filósofo, isso deveria ser suficiente para fazer os seguidores dele abandonarem seus postos e pretensões junto à administração pública para focarem apenas na 'vida de estudos'.
Patético, para dizer o mínimo, a live do presidente Bolsonaro ontem com dois de seus generais – Augusto Heleno, do GSI, e o porta-voz Rêgo Barros – para tentar justificar aquela história de que democracia só funciona com aval das Forças Armadas. Não tem como não lembrar os três Patetas (Lira Tavares, Augusto Rademaker e Márcio Souza Melo), como o velho Ulysses Guimarães chamava a junta governativa que assumiu o poder provisoriamente quando da morte do presidente Costa e Silva.
A pressão de deputados para que seja decretado impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) continua ecoando na Esplanada dos Ministérios e ganhando novos contornos. Movimentos de rua confirmaram manifestações para 13 de março em frente à Corte, e uma nova convocação começou a ser feita ontem, em aplicativos de mensagem instantânea, para um ato em 7 de abril. A pressão das ruas, com apoio de congressistas, está incomodando magistrados e despertando uma crise que pode envolver o governo federal.
Apenas um mês após o início dos trabalhos no Legislativo, os parlamentares, mesmo aqueles eleitos sob o discurso de 'renovação' e da 'nova política', não hesitaram em sair para o recesso do Carnaval, emendar a semana e totalizar 12 dias sem votação. Nessa quinta-feira (7), por exemplo, dos 594 deputados e senadores, apenas 21 marcaram presença. Os congressistas, porém, argumentam que não falta trabalho em suas bases eleitorais.
Em discurso para militares, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quinta-feira (7) que vai governar ao lado 'daqueles que respeitam a família' e afirmou que democracia só existe se as Forças Armadas 'assim o quiserem'. O presidente fez um rápido discurso na cerimônia no 211º aniversário do Corpo de Fuzileiros Navais, na Fortaleza de São José da Ilha de Cobras, no centro do Rio de Janeiro. Ele descreveu sua vitória nas eleições do ano passado como uma missão.
Especialistas ouvidos pelo jornal O Globo nesta quarta-feira classificaram como inadequadas as publicações feitas pelo presidente Jair Bolsonaro em relação a atos obscenos no carnaval de rua. Bolsonaro compartilhou na noite de terça-feira um vídeo em que dois foliões do Blocu, em São Paulo, praticavam o fetiche chamado de 'golden shower' (chuva dourada, que envolve o ato de urinar no parceiro ou na parceira) ao ar livre — no dia seguinte, ele perguntou a internautas do que se tratava a expressão em inglês . Junto às imagens, o presidente fez ponderações sobre as manifestações carnavalescas e disse que era preciso 'expor a verdade' sobre o que têm 'virado muitos blocos de rua'.
Um líder partidário acostumado às benesses do poder foi ao Planalto dia desses para saber como seria a nova relação do presidente Jair Bolsonaro com o Parlamento. Lá, foi informado por um ministro de que todos os ocupantes de cargos de segundo e terceiro escalões indicados por políticos seriam substituídos, de forma a acabar com os feudos dos parlamentares nas repartições. O tal líder atravessou a rua e espalhou a notícia entre os comandantes dos partidos na Câmara. Foi um alvoroço e a senha para que o governo experimentasse o gosto amargo de uma derrota logo no primeiro mês, com a rejeição do decreto que ampliava o número de pessoas capazes de determinar o sigilo de documentos oficiais.
A proposta de emenda à Constituição (PEC) da reforma da Previdência mobilizou aliados do presidente Jair Bolsonaro por uma outra discussão iniciada na época da transição do governo: a redução na idade de aposentadoria compulsória no serviço público dos atuais 75 para 70 anos. Eles têm negociado os dois assuntos paralelamente e admitem que, tão logo a PEC seja aprovada, o segundo tema passa a ser prioridade. O motivo da pressa? Abrir caminho para que Bolsonaro possa indicar não apenas dois, mas quatro ministros do Supremo Tribunal Federal (STF), além de outros 13 integrantes de tribunais superiores, até o fim do mandato.
Primeiro foi a bolsonarista Soraya Thronicke, que, antes mesmo de assumir, não resistiu ao primeiro aceno para um negócio da China. Agora, o andresista Nelsinho Trad defendendo a aprovação de projeto para conter o 'abuso' de autoridade, aliando-se àqueles que, como o sempre controvertido ministro Gilmar Mendes, querem conter a “sanha” de setores da Polícia Federal e do Ministério Público. Bons tempos aqueles de senadores como Rachidão, Mendes Canale, Zé Fragelli, Ramez Tebet...
05/03/2019 - 20h13Presidente publicou no Twitter resposta à música 'Proibido o carnaval', de Daniela e Caetano Veloso, e um vídeo com cenas escatológicas para...
O carnaval da política está a pleno vapor. Deputados e senadores estão concentrados em suas bases eleitorais para aproveitar a maior festa popular do país, mas nem tudo é diversão. Com a discussão da reforma da Previdência pela frente, o abre-alas das bancadas tem como foco captar o nível de apoio da sociedade. Quando saem às ruas, os congressistas ficam atentos ao clima dos foliões em relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC). A ordem vem da comissão de frente das legendas, ou seja, dos líderes partidários.
Pedetistas alijados da campanha eleitoral passada pelo candidato a governador Odilon de Oliveira veem com alívio a disposição do juiz aposentado de abandonar a sigla caso não consiga apoio para disputar a prefeitura da capital. “Ele não precisa do PDT, tem seu filho Odilon Jr. para pensar e executar seus projetos eleitorais”, diz um trabalhista histórico ligado ao cacique Leite Schmidt, defenestrado do comando da campanha quando a vitória era dada como favas contadas.
Após duas tentativas infrutíferas, o processo de venda da Usina São Fernando, em falência desde junho de 2017, poderá ser retomado a partir deste ano. De acordo com informações da Vinícius Coutinho Consultoria e Perícia (VCP), que administra a massa falida da unidade sucroalcooleira desde junho de 2017, a Justiça concluiu o julgamento de embargos que barravam a operação, a ser realizada por meio de contratação de uma empresa especializada. Com a autorização judicial, a consultoria poderá dar continuidade ao procedimento de venda.
03/03/2019 - 12h15O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e três diretores da mineradora foram afastados por decisão do Conselho de Administração da empresa. Segundo...