Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
03/03/2019 - 12h15O presidente da Vale, Fabio Schvartsman, e três diretores da mineradora foram afastados por decisão do Conselho de Administração da empresa. Segundo...
A visibilidade proporcionada por holofotes e câmeras no sambódromo e o engajamento das comunidades representadas tornaram as escolas de samba um tentador palanque para políticos. Mas a história recente mostra que esse amor de carnaval não serve como habeas corpus quando o homenageado se complica com a lei. Um breve levantamento feito pelo Blog do Acervo mostra que pelo menos três políticos conhecidos que passaram por esse momento de glória tiveram um mesmo destino: cadeia.
“Com relação a ficar no partido ou não depende do partido e do cenário que tiver traçado a partir do final deste ano. Não tenho como contar só como filiado, mas como ex-candidato também. Se o partido não tiver nenhuma pretensão política para mim, eu saio”. Ex-juiz Odilon Oliveira, candidato derrotado a governador pelo PDT nas eleições passadas, ameaçando deixar o partido caso não tenha apoio para disputar a prefeitura de Campo Grande ano que vem.
01/03/2019 - 09h12Maia demonstra preocupação com pauta governista: "É uma soma dos novos deputados, e de ter trazido do ano passado duas pautas importantes"A...
Partido mais invejado na Esplanada dos Ministérios, com o comando de três pastas importantes (Casa Civil, Saúde e Agricultura), e à frente da Câmara e do Senado, o DEM não tem ainda nem previsão de quando vai decidir sobre um apoio formal ao governo Bolsonaro. Consumida por disputas internas e com insatisfações na bancada semelhantes a de outros partidos, a legenda não reúne sua Executiva desde o ano passado porque há uma promessa de que o tema seja o primeiro a ser debatido.
“Com Puccinelli, o MDB vai continuar no palanque. O MDB é maior que pessoas”. Alerta do deputado Renato Câmara, que percorre o estado em campanha como candidato à presidência do partido, mas dando a entender que passou o tempo do ex-governador, colocando-se, ele próprio, desde já, como pré-candidato à sucessão de seu amigo tucano Reinaldo Azambuja. Como diz o também amigo André Puccinelli, haja sebo de grilo nas canelas!
28/02/2019 - 20h27O sistema de consórcios intermunicipais é nos dias de hoje um instrumento fundamental para se pensar em soluções e ofertas de serviços...
28/02/2019 - 19h32Ex-padre Wagner Portugal confessou participação em desvio de R$ 52 milhõesDelação do ex-padre Wagner Portugal, que foi braço direito do cardeal arcebispo...
Quando alguém lembra à nova líder do governo no Congresso, a deputada federal Joice Hasselmann (PSL-SP), que muitos a comparam a um 'trator' na hora de lutar por seus objetivos, ela completa: 'Sim, trator, mas um trator com cérebro. Eu penso. E sei fazer conta', diz a parlamentar, mencionando seu principal objetivo para o primeiro semestre deste ano: somar e multiplicar apoios no Legislativo em torno da reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro, que espera ver aprovada até junho.
Uma das maiores empreiteiras do país, com contratos bilionários no Brasil e no exterior, a OAS distribuiu entre 2010 e 2014 cerca de R$ 125 milhões em propinas e repasses de caixa dois a pelo menos 21 políticos de oito partidos. A revelação foi feita por oito ex-funcionários que atuavam na 'Controladoria de Projetos Estruturados', o departamento clandestino da empreiteira, em delação homologada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no ano passado e que era mantida até agora em sigilo.
Na primeira reunião do presidente Jair Bolsonaro com os líderes na Câmara, coube ao ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, falar sobre as moedas mais tradicionais na negociação política: cargos e emendas. Onyx prometeu aos parlamentares que os espaços nos estados serão disponibilizados para indicações dos políticos e garantiu que não haverá contingenciamento das emendas parlamentares individuais.
O ex-governador Sérgio Cabral (MDB-RJ) pode ter entrado para a história ontem, depois de confessar, na cara dura, perante um juiz, que meteu a mão sem dó nem piedade no dinheiro público. Deve ter deixado o ex-presidente Lula fulo da vida – “por que não pensei nisso primeiro? ”. Imagine se a moda pega no MS. Os operadores emedebistas de André Puccinelli, Edson Giroto e João Amorim; os vereadores presos Idenor Machado, Pastor Cirilo e Denise Portolann devem estar se coçando.
O ex-governador Sérgio Cabral disse em depoimento nesta terça-feira que o seu 'erro de postura' durante o período em que comandou o Estado do Rio foi se apegar ao poder e ao dinheiro. Em audiência na 7ª Vara Federal Criminal, do juiz Marcelo Bretas, Cabral afirma que as propinas se tornaram um 'vício'
Campo Grande em pandarecos, um dilúvio caindo lá fora, e deputados estaduais discutindo perfumarias, como as decisões de Veléz Rodríguez, o colombiano ministro da Educação de Bolsonaro, que resolveu mandar filmar os alunos da rede pública cantando o hino nacional brasileiro – ainda bem! – depois de ter adotado o “Brasil acima de tudo, Deus acima de todos!” como slogan oficial. O ministro já havia até voltado atrás nesta última heresia, e o debate continuava comendo solto.
25/02/2019 - 15h07Ex-governador esteve na Câmara Municipal de Campo Grande na manhã de hojeEx-governador do Estado de Mato Grosso do Sul André Puccinelli (MDB)...
O vice-governador Murilo Zauith até que tentou disfarçar, pois não queria estragar a surpresa que faria à prefeita Délia Razuk, numa deferência ao agora assessor especial dela, ex-prefeito José Elias Moreira, mas, terminado o regabofe à base de fortaia encomendada à dona Gema, na cantina O Quatrilho, lá estávamos, inconvenientes, como sempre. Zauith não sabia que Cícero Faria era ‘da casa’ e que como tal costumava bater ponto ali comigo e com o sempre inquieto empresário gráfico Jairo de Osti.
Vereador lá atrás, deputado federal por quatro mandatos (dois como suplente), vereador de novo até o ano passado, deputado estadual mais votado nas últimas eleições; usando melhor que ninguém o microfone mais popular da cidade; tucano, como Azambuja e, o que conta mais, adversário da atual administração municipal. É com essas credenciais que Marçal Filho desponta como favorito para se eleger prefeito de Dourados no ano que vem. Se não negociar, como fez das vezes anteriores.
O secretário especial de Assuntos Fundiários, Luiz Antonio Nabhan Garcia, afirmou nesta sexta-feira (22/2) que o governo de Jair Bolsonaro precisa enfrentar uma espécie de 'maldição de viés político e ideológico', arraigada nas instituições, se não quiser fracassar. Nabhan citou como decisão ideológica a desapropriação de uma área de 500 mil hectares, em Mato Grosso, com base em estudo antropológico que indicava a presença de 'seis a dez índios' no local.
22/02/2019 - 18h10Dirigentes da FPA cobraram agilidade no atendimento das demandas do setor produtivo.Em meio às discussões da reforma da Previdência, o governo Jair...