Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O governo federal está definindo um conjunto de critérios que deverão ser seguidos para o preenchimento de funções de confiança na administração federal. A medida será anunciada como prova de coerência com a promessa do presidente Jair Bolsonaro de pôr fim ao 'toma lá dá cá', isto é, à prática de oferecer aos parlamentares nomeações de afilhados políticos e outras benesses em troca do compromisso de votar a favor das propostas do governo no Congresso Nacional.
Dois erros do ex-prefeito Braz Melo quando foi vice-governador do Estado que Murilo Zauith não deve repetir. Primeiro, por uma questão de índole, não vai secar o governo do titular; segundo, para alegria de Alan Guedes, José Carlos Barbosa e Renato Câmara, que sonham ser por ele abençoados como candidatos a prefeito, não deve voltar a disputar a prefeitura de Dourados. Daqui por diante, ou é o governo, o senado ou um confortável retorno à sua Unigran.
22/02/2019 - 07h10Com "gordura" para queimar, Executivo pode ter 333 parlamentares a seu favor, segundo pesquisa. Oposição só contaria com 176O governo apresentou uma...
Em entrevista ao programa Jornal Em Pauta, da GloboNews, na manhã desta quinta-feira(21), o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) comentou sobre a decisão da Executiva do partido do qual ele é filiado em arquivar os pedidos de exclusão de alguns integrantes da legenda. Para o chefe do Executivo Estadual, 'Fizeram o que tinha de ser feito'.
Quase um mês após renunciar a seu cargo político e deixar o país sob ameaças, o ex-deputado federal Jean Wyllys (PSOL-RJ) corre a Europa dando palestras sobre a situação política nacional. Começou em Berlim, cidade onde afirma estar morando com a ajuda de amigos, e diz já ter sido convidado a falar em Portugal, França, Suécia e Canadá.
Preso na operação Owari, em 2009, em Dourados, o secretário de governo de Ari Artuzi, Darci Caldo, volta ao serviço público, como chefe de gabinete de Jamilson Namme. Preso um ano depois, já na Operação Uragano, ex-vereador Aurélio Bonato também está tendo sua chance, como chefe de gabinete de Neno Razuk. Além desta coincidência, a de que os deputados empregadores, que são primos, integram a bancada do jogo bicho e das máquinas caça-níqueis na Assembleia Legislativa.
O agravamento da crise política levou três expoentes da ala militar do governo ao encontro de Jair Bolsonaro (PSL) para expressarem a queixa do setor sobre a influência dos filhos do presidente e sobre a inoperância da articulação com o Congresso. Segundo relatos, os generais da reserva e ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Fernando Azevedo (Defesa) e Carlos Alberto dos Santos Cruz (Secretaria de Governo) pediram um freio de arrumação.
O ex-governador dos dois Mato Grossos Pedro Pedrossian certamente que retornou, em espírito, na manhã desta terça-feira, ao parque dos Poderes – por ele idealizado e implantado – para intuir e inspirar o secretário de Infraestrutura e vice-governador Murilo Zauith. Só isso para justificar tanto entusiasmo na mais importante secretaria de estado, depois da visita de cortesia de Osmar Dutra, chefe da Casa Civil do lendário governador, um dos pedrossianistas históricos.
Um dia depois da demissão do ex-ministro Gustavo Bebianno, a revista Veja publicou nesta terça-feira 12 áudios trocados entre o presidente Jair Bolsonaro e o ex-ministro Gustavo Bebianno, que revelam a escalada da crise entre os dois na última semana. Em uma das conversas, Bebianno diz a Bolsonaro que ele estava 'envenenado', numa referência às críticas públicas de seu filho Carlos.
A nova onda da política brasileira, que gira em torno, entre outros termos, da palavra “renovação”, atinge legendas tradicionais e agora o MDB, que já tirou o “P” do nome, articula o deputado estadual Renato Câmara para presidir a legenda no estado.
Os candidatos que disputaram as eleições de 2018 gastaram pelo menos R$ 1,1 milhão dos recursos públicos dos fundos partidário e eleitoral em empresas próprias ou de outros políticos. Levantamento do jornal Folha de S. Paulo aponta que 11 candidatos aplicaram recursos em suas próprias empresas e outros 121 gastaram com firmas de outros políticos que disputaram a eleição do ano passado.
O ex-prefeito José Elias Moreira, primeiro titular do Planejamento de Délia Razuk, e que pediu demissão depois de desautorizado em público pela prefeita, está de volta. Agora, como assessor de segundo escalão, para tocar os projetos de reformas do aeroporto, obra sob a responsabilidade da 4ª. Brigada de Cavalaria. Para quem é tido como o melhor prefeito da história, ele merecia bem mais. Para não correr o risco de levar outro pito, uma Consultoria, talvez, muito bem paga.
Em fase adiantada de criação, o partido União Democrática Nacional , que pretende ser uma reedição da antiga UDN , quer estabelecer canais sólidos com a família Bolsonaro para turbinar a estreia da sigla. O representante da futura legenda em Brasília, Marcos Vicenzo, responsável por atrair parlamentares interessados em ingressar na sigla, afirmou ao GLOBO que há um convite 'de forma geral' a deputados e senadores eleitos, apontando como uma 'via natural' a migração de políticos bolsonaristas para a legenda. Essa aproximação foi noticiada neste domingo pelo jornal O Estado de S. Paulo.
Uma delação ainda sob sigilo no Supremo Tribunal Federal (STF), divulgada neste domingo pelo jornal O Globo, dá detalhes inéditos sobre a atuação de lobistas na Petrobras e pode dar novo fôlego à Lava-Jato. Jorge Luz, o lobista mais antigo da estatal e próximo do MDB, revelou que mais de 50 políticos, agentes públicos e empresários, brasileiros e estrangeiros, se envolveram em irregularidades em estatais.
O líder do governo na Câmara, Major Vitor Hugo (PSL-GO), afirmou que o governo 'respeitará o tempo do Parlamento' para a aprovação da reforma da Previdência na Casa. Em entrevista à Folha de S. Paulo nesta sexta-feira (15), o parlamentar de primeiro mandato, que foi militar do Exército e escolhido pessoalmente pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL) para o cargo, disse que será preciso formar a base do governo do zero. 'O não loteamento [de cargos] tem um reflexo claro', disse.
O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno, é o primeiro ministro demitido pelo presidente Jair Bolsonaro. Suspeito de liberar verbas para candidaturas laranjas quando ainda era presidente do PSL, o ministro andou ontem na corda bamba em um dia de idas e vindas, mas não conseguiu convencer o presidente Jair Bolsonaro a permanecer no cargo. O chefe do Executivo federal admitiu à cúpula política do Palácio do Planalto que demitirá o ex-mandatário de seu partido. A previsão é de que a exoneração seja publicada no Diário Oficial da União na segunda-feira.
Após reunião com Gustavo Bebianno acompanhada por ministros e pelo vice, Hamilton Mourão, o presidente Jair Bolsonaro decidiu demitir o outrora aliado da Secretaria-Geral da Presidência, segundo integrantes do Palácio do Planalto. A saída dele do governo deve ser formalizada na segunda-feira (18), com publicação no Diário Oficial. Bolsonaro teria, inclusive, deixado o ato de exoneração assinado no Planalto nesta sexta (15).
15/02/2019 - 17h35A Câmara dos Deputados informou que pedirá à Advocacia-geral da União (AGU) que recorra de uma decisão judicial que manteve, na última...
O vice-presidente Hamilton Mourão chamou de 'futriquinha' a crise no governo que envolve o Secretário-Geral da Presidência, Gustavo Bebianno , e defendeu que o filho do presidente Jair Bolsonaro , o vereador Carlos Bolsonaro (PSL-RJ), não deveria ter tratado publicamente sobre o assunto. Na terça-feira, Carlos publicou nas redes sociais uma mensagem em que desmentia uma declaração anterior de Bebianno concedida ao jornal O Globo. O ministro havia afirmado que estava em contato frequente com o presidente mesmo após a divulgação pela Folha de S. Paulo da suspeita de que ele teria autorizado repasses dos fundos eleitoral e partidário para 'candidatos laranja' do PSL, quando ainda presidia a legenda .