Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
02/02/2019 - 20h28Aos 41 anos, Alcolumbre impôs derrota histórica a Renan e ao MDB
O senador Davi Alcolumbre (DEM-AP) é o novo presidente do Senado....
O deputado Renato Câmara recepcionou seus cerca de 300 convidados (lideranças de todo o estado) com um Costelão, muito chope e música ao vivo logo após sua posse para o terceiro mandato na Assembleia Legislativa, como o quarto mais votado, atrás apenas dos fenômenos eleitorais bolsonaristas Capitão Contar e Coronel David, além de Jamilson Namme. Quem esteve lá viu e sentiu: na verdade a festança parecia o lançamento do projeto Renato Câmara 22. Para o governo do Estado.
O presidente eleito da Assembleia Legislativa, deputado Paulo Corrêa (PSDB), concedeu entrevista coletiva logo após a eleição da Mesa Diretora, na manhã desta sexta-feira (01), em que destacou os principais objetivos a serem almejados em sua liderança na Casa de Leis.
01/02/2019 - 06h39O Congresso Nacional que toma posse nesta sexta-feira (1º) é o mais fragmentado da história do país: foram eleitos deputados de 30...
Do palanque de Fernando Haddad ( PT ), em 2018, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) desceu direto para a turma do gargarejo do governo Jair Bolsonaro. Desde dezembro, quando começou a construir sua candidatura à presidência do Senado, cadeira que quer ocupar pela quinta vez, o emedebista deu uma guinada no discurso e trocou os ataques à reforma da Previdência de Michel Temer a elogios à agenda econômica de Bolsonaro, que também tem a revisão nas regras de aposentadoria como principal bandeira. Para quem não entendeu, Renan tem desenhado nas últimas entrevistas.
Franzino fisicamente, mas um gigante quando sobe à tribuna ou expõe seus conhecimentos sobre gestão pública, o deputado José Carlos Barbosa, o Barbosinha, vai, aos poucos, enfiando-se entre os grandalhões da Assembleia Legislativa. Com gabinete novo, de líder governista, nesta nova legislatura, é como vizinho do presidente Paulo Corrêa e do sempre endinheirado primeiro-secretário Zé Teixeira que ele começa a pensar em suceder Délia Razuk na prefeitura de Dourados.
Num país em que generais quatro estrelas batem continência a um capitão insubordinado e destrambelhado que virou presidente da República, por que não, na outrora reluzente Golden City, um coronel do exército para pôr medo, que seja, num 'promotorzinho' metido a bagual que insiste em infernizar a vida de sua humilde e honrada prefeita? Este deve ter sido o raciocínio dos gênios que compõem o estafe de Délia Razuk, que induziram a alcaide naquele que pode ser o último dos grandes equívocos desse tormentoso período administrativo.
O retorno, ops!, ontem à cadeia do ex-presidente da Câmara Idenor Machado deixa a prefeita Délia Razuk ainda mais atarantada das ideias. É que além dele, sempre tido como seu preferido para a Secretaria de Educação, já estão atrás das grades sua ex-secretária da pasta, Denise Portollan e o chefe do tesouro, João Fava. A prisão, pela terceira vez, do aliado de primeira hora, tem a ver com os desvios de verbas da Câmara, mas pode respingar no alto (?) escalão da prefeita.
30/01/2019 - 07h14Magistrada argumentou que a decisão é necessária para a 'preservação da segurança pública e do próprio preso'Duas instâncias da Justiça Federal negaram...
29/01/2019 - 20h12Senadora deixa liderança do MDB e é pressionada a rejeitar disputa avulsa se não for escolhida candidata do partidoAdversária de Renan Calheiros...
Assim que elegeu sua mulher prefeita de Dourados, ainda curtindo a vitória que para ele tinha o sabor de desagravo, o ex-deputado deputado Roberto Razuk me chamou para um prosa, prometendo-me para em breve um furo de reportagem que teria repercussão nacional: o asfaltamento de todas as estradas vicinais do município. E como se daria tal milagre? Numa parceria por ele arquitetada com o ministério da Agricultura, graças ao prestígio de alguns amigos em comum com bom trânsito junto ao então ministro Blairo Maggi. Diante do Criador, o prefeito das linhas e dos travessões da Colônia Agrícola, João Totó Câmara, poderia providenciar o foguetório que alumiaria toda a Grande Dourados.
Cinco pessoas foram presas nesta terça-feira por ligação com a tragédia de Brumadinho (MG). Em São Paulo, a polícia deteve dois engenheiros da TÜV SÜD, empresa prestadora de serviço da Vale que atestou a segurança da barragem 1 da Mina do Feijão no fim do ano passado. Em Minas Gerais, a operação prendeu três funcionários da Vale responsáveis pela gestão da obra e pelo licenciamento ambiental.
Seria a grande oportunidade de se firmar no cenário nacional, depois dos cinco minutos de fama do período do impeachment de Dilma Rousseff, em que até andou falou bonitinho nos microfones do Senado. Mas, não! Simone Tebet não tem cacife para enfrentar o todo encrencado, mas arretado alagoano Renan Calheiros. Tudo não passa de mise-en-scène, ordem do chefão André Puccinelli, que, sem Carlos Marun no Planalto, deve estar precisando uma barbaridade da ilustre preposta.
A cirurgia do presidente Jair Bolsonaro, para a retirada da bolsa de colostomia, foi concluída 'com êxito', segundo nota divulgada pelo Planalto na tarde desta segunda-feira (28/1). Bolsonaro está internado no Hospital Albert Einstein, onde foi submetido às mais de oito horas de procedimenco cirúrgico, bem mais longa do que previsto pela equipe médica, que havia falado em, no máximo, quatro horas de duração. Essa foi a terceira intervenção a qual o presidente foi submetido desde que foi vítima de um ataque durante um ato político em Juiz de Fora (MG), em setembro do ano passado.
Rendendo ainda grandes manchetes a já renhida disputa pelo bolsonarismo no Estado, entre a senadora douradense Soraya Thronicke e seu suplente, também douradense, Rodolfo Nogueira. Para quem saiu do mais absoluto anonimato direto para a ribalta do poder nacional, no mínimo estranha, aliás, estranhíssima, esta confusão toda, como diria o folclórico Sinhozinho Malta, de Roque Santeiro. Ainda mais para quem como Soraya, que antes mesmo de assumir já fez um negócio da China!
Não são apenas os cargos de comando da Mesa Diretora e de comissões e a possibilidade de pautar questões legislativas estratégicas para os planos do governo Jair Bolsonaro que estão em jogo na eleição para presidente da Câmara e do Senado, na próxima sexta-feira (1º). Além dos postos que serão ocupados por deputados ou senadores, estes parlamentares têm um vasto número de vagas à disposição para abrigar indicações de aliados. Eles podem empregar —afora os servidores concursados— 682 cargos de confiança (485 na Câmara e 197 no Senado) com salários que variam de R$ 2.500 a R$ 19,9 mil.
A partir deste domingo Jair Bolsonaro vai exercer a Presidência da República em São Paulo, no Hospital Albert Einstein, onde se submeterá a uma cirurgia para a retirada da bolsa de colostomia. O procedimento está marcado para segunda-feira. Ele carrega a bolsa desde que levou uma facada, em setembro do ano passado, na cidade mineira de Juiz de Fora, durante a campanha eleitoral. Apesar do Planalto já ter preparado a estrutura de um gabinete presidencial alternativo na unidade de saúde, onde o chefe do Executivo despachará e fará reuniões, o vice-presidente Hamilton Mourão assumirá o cargo por dois dias na próxima semana.
O ex-presidente da OAS Léo Pinheiro, preso em Curitiba pela Operação Lava Jato, disse em delação premiada que pagou R$ 1 milhão em propina ao ministro Humberto Martins, do STJ (Superior Tribunal de Justiça), em troca de ajuda com um recurso que tramitava na corte. Martins atualmente é corregedor nacional de Justiça do CNJ (Conselho Nacional de Justiça).