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segunda-feira, outubro 5, 2026

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Parlamentares e seus financiadores de campanha devem bilhões à União

Um grupo de deputados e senadores inscritos na Dívida Ativa da União é responsável por um rombo de R$ 1,4 bilhão nos cofres públicos (R$ 1.458.826.055,19, mais precisamente), sem contar a 'relação de devedores da União que financiaram campanhas eleitorais' para a Câmara e Senado entre pessoas físicas e jurídicas, muitas delas de propriedade dos próprios parlamentares ou apresentadas como partidos políticos. Caso a relação de doadores seja considerada na soma total da dívida ativa vinculada a políticos e campanhas, nas últimas eleições para deputado e senador, esse total pode ultrapassar as dezenas de bilhões de reais, uma vez que há diversas empresas doadoras em nome de parlamentares ou por eles representadas.

Juiz mato-grossense recebe contracheque de quase meio milhão de reais

Em meio a ações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que contestam os altos valores pagos aos magistrados, um juiz de Mato Grosso surprendeu ao ter o valor de seu contracheque do mês passado revelado: cerca de meio milhão de reais. Titular da 6ª Vara de Sinop, a 477 quilômetros de Cuiabá, o juiz Mirko Vicenzo Giannotte recebeu, em valores brutos, R$ 503.928,79. Com descontos, o rendimento foi de R$ 415.693.02. O magistrado disse que o pagamento é justo, está dentro da lei e que ele não está 'nem aí' para a polêmica.

Efeito Odilon

“Quem chegar em primeiro (nas pesquisas) poderá ter o apoio dos demais”. Frase atribuída a um dos três caciques políticos do Estado, que teriam se reunido ‘secretamente’ com o objetivo de discutir uma inimaginável aliança para evitar o risco do ‘novo’ nas eleições de 2018. Sim, uma aliança entre André Puccinelli, Reinaldo Azambuja e Zeca do PT. É o que publica hoje o jornal Correio do Estado , cujo redator, claro, deve ser desses que acreditam em Papai Noel.

Tudo pelo mensalinho

Diz um velho dito popular: quem procura acha. Até mesmo, se insistir, chifre em cabeça de cavalo! É o que está acontecendo com a mesa diretora da Câmara de Vereadores de Dourados. Depois de ver negado provimento a uma ação contra este Blog e o site Folha de Dourados numa das varas criminais, insiste, agora no Juizado de Pequenas Causas. O lugar certo, aliás, para uma Casa com prioridades como, por exemplo, expatriar a sopa paraguaia do país hermano.

Fenômeno eleitoral e das redes sociais, Doria tem apoio em 14 estados

Com os olhos em 2018, o mundo da política tem sido de flertes. Em julho, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), esteve perto da principal cadeira do Palácio do Planalto. O prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), é a novidade. Fenômeno eleitoral e das redes sociais, o tucano ainda não conseguiu conquistar os medalhões do próprio partido para se cacifar como candidato nas eleições presidenciais do ano que vem, mas tem chamado a atenção de concorrentes, como o PMDB e o DEM. Além de contar com o apoio de empresários no país, para especialistas, Doria carrega no nome um dos critérios mais almejados atualmente: o sentimento de renovação.

Pensando na eleição presidencial de 18, Alckmin e Doria rodam o país

Em Curitiba, na semana passada, o prefeito paulistano João Doria (PSDB) ouviu o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB), dizer que 'espera que, em breve, ele coloque o estilo empresarial de governar em todo o país'.

Maia se volta contra financiamento para bancar campanhas ano que vem

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), criticou a criação do fundo de campanha, aprovado no relatório da PEC da Reforma Política. A medida vai custar R$ 3,6 bilhões aos cofres públicos em anos eleitorais. O dinheiro corresponde a 0,5% da Receita Corrente Líquida do país, o dobro do que havia sido inicialmente previsto, e deverá ser destinado ao pagamento das disputas eleitorais.

Urucubaca

Na ânsia de fazer ver que ainda é o Zé Elias velho de guerra, o agora secretário de Délia Razuk retorna a Brasília disposto a ‘causar’ na Esplanada dos Ministérios. Um dia depois de posar ao lado de Edson Giroto (um dos expoentes da lama asfáltica) com Blairo Maggi, o Ministro da Agricultura cai em desgraça, delatado pelo antecessor no governo do Mato Grosso, Silval Barbosa. E lá se vão os prometidos milhões para o asfalto das linhas e travessões da Grande Dourados.

Sucessor de Maggi no governo do MT acusa ministro de pagar R$ 3 milhões para testemunha mudar versão

SÃO PAULO - Em delação premiada homologada nesta quarta-feira pela Justiça, o ex-governador do Mato Grosso Silval Barbosa (PMDB) acusa o ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PMDB), de pagar R$ 3 milhões para que um ex-secretário mudasse a versão de um depoimento dado à Justiça e o inocentasse de uma acusação de compra de vaga no Tribunal de Contas do Estado (TCE). A revelação foi feita na edição da noite desta sexta-feira do Jornal Nacional, da TV Globo.

Bonito na foto

Homem forte de André Puccinelli, por uns dias também do Ministério dos Transportes (até escorregar na lama asfáltica), Edson Giroto já está rodando o Estado, em plena campanha para deputado estadual. Para tanto conta com cabos eleitorais de peso, como o ex-prefeito José Elias Moreira, com quem esteve esta semana em Brasília em busca de grana para asfaltar as linhas e os travessões da Grande Dourados.

FHC diz concordar que há ‘operação abafa’ contra corrupção

SÃO PAULO — O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso disse concordar que exista uma 'operação abafa' contra a Lava-Jato, em referência à declaração dada semana passada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luis Roberto Barroso. Para ele, porém, essa tentativa de se livrar das denúncias de corrupção não deve prosperar devido à atuação dos órgãos de investigação, da Justiça e da imprensa. Durante debate em um jantar de uma empresa de arquitetura em São Paulo, na noite desta quinta-feira, FHC afirmou, ainda, que o candidato ideal para a presidência em 2018 será alguém capaz de encarnar uma mensagem de coesão para uma sociedade fragmentada.

Temer diz que PMDB ‘está de portas abertas’ para Doria em 2018

O presidente Michel Temer disse ao prefeito de São Paulo, João Doria (PSDB), que “as portas do PMDB estão abertas” para o tucano disputar a Presidência da República em 2018. O convite foi feito durante conversa entre Doria e Temer na segunda-feira, 7, na sede da prefeitura pouco antes de um evento no qual o peemedebista distribuiu publicamente afagos ao prefeito. A deferência provocou reação de aliados do governador Geraldo Alckmin, que também pleiteia a vaga do PSDB na disputa pelo Palácio do Planalto.

A gaiola dos perus

10/08/2017 - 17h33Por causa da reforma política, o clima na Câmara ontem era de gaiolas de perus às vésperas da ceia de Natal. A...

Comissão aprova distritão, que favorece reeleição, e inclui fundo de R$ 3,6 bi

BRASÍLIA - A comissão especial da Câmara que analisa a reforma política aprovou uma mudança na Constituição que institui o sistema chamado “distritão”, modelo que favorece a reeleição dos parlamentares, para as eleições de deputados em 2018 e vereadores em 2020. A votação foi apertada. Foram 17 votos a favor e 15 votos contrários, com duas abstenções. A proposta não estava no relatório do deputado Vicente Cândido (PT-SP), que prevê apenas o sistema distrital misto para 2022. A comissão aprovou também a criação de um fundo público de R$ 3,6 bilhões para financiar as campanhas no próximo ano — esse ponto ainda pode ser alterado por emendas. Na madrugada de hoje, a sessão foi suspensa e será retomada às 10h.

Poliposition

A tornozeleira eletrônica colocada pela PF no kartista André Puccinelli não está, pelo menos nesta fase de treinamentos, tirando sua ‘ferrari’ da primeira posição no grid de largada da corrida sucessória de 2018. Separando o ex-governador de seu sucessor e principal concorrente ao pódio, Reinaldo Azambuja (dono da terceira posição), o novato juiz federal com cara de ‘cavalo paraguaio’ Odilon de Oliveira. A pesquisa é do Ipems/Correio do Estado.

Desviando o foco

Vamos ler juntos: CPI da JBS da Assembleia Legislativa solicita informações sobre a quantidade de funcionários nas unidades da empresa instaladas no Estado. O deputado Paulo Corrêa diz que os dados são essenciais para comprovar se a JBS cumpriu o famigerado acordo de regime especial. Tudo bem. Mas e a questão das notas frias, inclusive as fornecidas pelo todo poderoso primeiro-secretário da Casa, o demo Zé Teixeira, e a denúncia envolvendo o governador Reinaldo Azambuja?

Distritão, que ajuda deputados a se reeleger, ganha força na reforma política

BRASÍLIA - Apontado como o sistema eleitoral mais fácil para os atuais parlamentares se reelegerem, o chamado distritão pode ser adotado como modelo definitivo para as eleições de deputados e vereadores a partir do próximo pleito. As articulações de bastidores, sobretudo entre parlamentares do centrão, indicam apoio a essa mudança sem respeitar o acordo estabelecido com o PSDB e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), de se adotar o sistema distrital misto a partir de 2022. O tema faz parte da reforma política, que deve ter a votação iniciada hoje em comissão especial.

Fim da boquinha

A notícia não poderia vir em pior hora. Uma decisão, inédita, do STF julgou inconstitucional o artigo da Constituição de Mato Grosso do Sul que dava poderes à Assembleia para permitir, ou não, processos contra o governador nos crimes comuns. Sem esta peixeira apontada para o pescoço de Reinaldo Azambuja os deputados perdem o poder de barganha que gerava o famoso mensalão, denunciado por Ary Rigo. Quanto a Azambuja, um dos alvos da JBS, fica à mercê do juízo do STJ.

Ovo e dentadura

'Não há ovo, não há agressão, não há palavrão que me intimidem”. O discurso do prefeito de São Paulo e presidenciável João Doria, depois de uma ovada ontem em Salvador lembra o do vereador udenista Celso Amaral, nos anos 1970, ao perder a dentadura quando discursava em defesa do curso de Agronomia em Dourados. “Por esta causa dou meu sangue, minha vida e até meus dentes”, disse, descendo da tribuna para pegar e recolocar a dentadura e continuar sua veemente fala.

Para Armínio Fraga, ‘uma guinada populista levará tudo para o brejo’

A economia brasileira só voltará a crescer com vigor quando houver clareza sobre as forças políticas que vão liderar o próximo governo, afirma o ex-presidente do Banco Central Armínio Fraga. 'Se a mudança imprimida na direção da política econômica for mantida, consolida uma coisa muito boa', diz. 'Mas pode acontecer o contrário, uma guinada populista, e ir tudo para o brejo.'
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