Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Muito antes da campanha eleitoral, na prospecção que fizemos ao longo de um ano e meio em todas as cidades do nosso Estado, percebemos que a angústia da população residia numa única constatação – a ausência do Estado, desde as ações mais simples às providências mais complexas.
O prefeito Murilo Zauith começa a entregar no início de 2015 as obras programadas na sua administração, que começou com o mandato ‘tampão’, em fevereiro de 2011. “Nós planejamos lá no início, fomos atrás dos recursos, estamos executando e vamos entregar a partir do ano que vem, quando entramos na reta final do nosso governo”.
30/11/2014 - 09h59Campo Grande - cidade bonita, arborizada, lindas avenidas, ruas largas, pôr de sol de indescritível beleza, qualidade de vida, pessoas amáveis e...
Na primeira visita oficial ao Município após ter sido eleito,em segundo turno, as eleições para o Governo de Mato Grosso do Sul, o ainda deputado federal tucano Reinaldo Azambuja garantiu, nesta sexta-feira (28), em Coletiva de Imprensa realizada na Câmara de Vereadores, que Dourados estará representado no primeiro escalão do futuro Governo.
Ao mesmo tempo em que exaltam a postura do governador eleito Reinaldo Azambuja (PSDB) pelo fato de o tucano ameaçar fazer uma auditoria nas obras do Aquário do Pantanal, os deputados estaduais Pedro Kemp e Amarildo Cruz, ambos do PT, pressionam o governador André Puccinelli (PMDB) por transparência no empreendimento que já consumiu R$ 155 milhões dos cofres públicos.
Kemp usou a tribuna da Assembleia Legislativa, na sessão de ontem, para lamentar o fato de o governador admitir que não irá concluir a obra emblemática.
27/11/2014 - 15h33Vingando a versão de que o governador André Puccinelli (PMDB) indicará o deputado estadual Antonio Carlos Arroyo (PR) para preencher uma das...
A maior injustiça que se pode cometer com Guido Mantega é atribuir-lhe alguma participação no mau estado da economia nacional. Desde a implosão de Antonio Palocci, em 2006, esse cargo foi ocupado por Dilma Rousseff. Primeiro ela foi uma poderosa chefe da Casa Civil. Depois, acumulou o ministério com as funções de presidente da República. Como ela mesma anunciou em sua campanha, “governo novo, ideias novas”. Quais são as ideias, não se sabe direito, mas, se ela não tiver ministro da Fazenda, o que vem por aí será mais do mesmo.
As regras costumam ser menos perigosas do que a imaginação. Sob Renan Calheiros, porém, vigora nas sessões do Congresso uma única regra definitiva: não há regras definitivas. Nesta quarta-feira, a anomalia produziu uma cena deprimente. Deu-se na sessão convocada para votar o projeto que legaliza o rombo que o governo abriu em suas contas de 2014.
“O empresário, se porventura faz uma composição ilícita com algum político para pagar alguma coisa, se ele não fizer isto, e quem desconhece isso, desconhece a história do país. Não tem obra. Pode pegar aí uma prefeitura do interior, uma empreiteirinha com quatro funcionários. Se ele não fizer acerto, ele não põe um paralelepípedo no chão”. Já em ritmo de férias, depois da campanha eleitoral em que mais se destrinchou a corrupção brasileira nos últimos tempos, havia me programado para voltar a essas questões só depois de meu retorno da Europa, no início de janeiro. Mas como deixar passar em branco um gancho jornalístico tão apetitoso?
21/11/2014 - 15h37
O prefeito Murilo Zauith e a primeira dama do município Cecília Zauith, lançaram na manhã desta sexta-feira, dia 21, a campanha “Dourados...
Em novo depoimento, na última sexta-feira (14/11), Adriano Silvério, um dos vereadores presos em Naviraí na Operação Atenas, apontou o envolvimento do prefeito Leandro Peres de Matos (PV) nas supostas irregularidades investigadas pela Policia Federal.
Ao expectador não tão atento às conjuminâncias políticas pode ter parecido apenas excesso de polidez do anfitrião, que pode ser acusado de muitas outras coisas na política, menos de mal-educado. Aos mais ligados, no entanto, foi de altíssimo significado político o gesto do prefeito Murilo Zauith de colocar o empresário Adão Parizotto no proscênio de uma cerimônia marcada pelo excesso de salamaleques pela despedida de André Puccinelli do governo, onde se acotovelavam vereadores, deputados, prefeitos-pedintes da saúde e os papagaios de pirata de sempre.
O máximo de boa vontade do prefeito Gilmar Olarte (PP) não tem sido suficiente para capitalizar da população a segurança compatível com a expectativa que foi criada desde a traumática defenestração de Alcides Bernal. Na quinta-feira, 13, completaram-se oito meses de mandato, um período no qual o vice-prefeito sobra em manifestações de fé cristã, mas não consegue dar à sua gestão a vestimenta de confiança exigida para uma cidade que daqui a 10 ou 15 anos contabilizará seu primeiro milhão de moradores.
18/11/2014 - 06h56Para prefeitos, vereadores e lideranças políticas e sociais da Grande Dourados – microrregião que engloba 35 municípios e mais de 800 mil...
17/11/2014 - 06h45Na Austrália, presidente falou pela 1ª vez sobre nova etapa da operação.
Na sexta, PF prendeu ex-diretor da Petrobras e executivos de empreiteiras.Em...
Por enquanto, o clima é de paz e amor entre os deputados e o governador eleito, Reinaldo Azambuja (PSDB). O clima é bom por que o novo governador ainda não anunciou qual espaço deve dar para os partidos, o que sempre provoca confusão no Poder Legislativo.
Mal saído das urnas, o governo Dilma enfrenta uma crise com potencial de superar a do mensalão em impacto institucional. Parece muito difícil para a presidente escapar dos respingos do viscoso óleo da corrupção encontrado pela Polícia Federal no subsolo da Petrobras.
O trabalho do governo será o de administrar o dano, imprevisível dado que ainda há muito a ser descoberto.