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segunda-feira, junho 29, 2026

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Zauith às voltas com a rádio peão

“Ou o Waltinho ou a Virgínia; um dos dois vai pra cadeia”. Contundente, acredite, a frase é de um pacato cidadão insistentemente identificado nos releases da prefeitura de Dourados apenas pelo prenome de Murilo, mas que vem a ser o prefeito da cidade, descendente dos Zauith, ilibada família de Barretos, no interior de São Paulo. A ameaça, destoando do tom sempre conciliador de quem dá um boi para não entrar numa briga, mas uma boiada para não sair, foi feita quando surgiu aquela história de que o acesso à Chácara São Benedito, de propriedade da família Carneiro, havia sido cascalhado com máquinas da prefeitura. Uma infâmia, evidentemente, só porque o primogênito do não menos ilibado ex-presidente da Assembleia, Walter Carneiro, vem a ser o pai de um dos assessores da mais alta confiança do mesmo Zauith, por isso mesmo escolhido para zelar pelo tesouro municipal.

Tudo pelo segundo turno

Alguém duvida de que, se houver disputa, de verdade, nas eleições para a sucessão do governador André Puccinelli ano que vem será entre o senador petista Delcídio do Amaral e o ex-prefeito peemedebista da capital Nelsinho Trad, no máximo podendo acontecer uma terceira via liderada pelo prefeito douradense Murilo Zauith? Então, ao quê se atribuir a manchete do Correio do Estado desta segunda-feira, anunciando a possibilidade de oito candidaturas ao governo? Elementar. Cacife para dar segundo turno – garantia, principalmente aos perdedores do primeiro, não apenas de imediata quitação de contas de campanha, como para um lugar ao sol no futuro governo.

Filha de Genoino diz que o pai não vai durar na prisão

01/12/2013 - 14h50Miruna Kayano Genoino se lembra com detalhes da tarde em que seu pai reuniu a família e comunicou: "Lula pediu para eu...

Por que não?

Esqueçam, pelo menos momentaneamente, o vereador Alan Guedes no topo desta pirâmide improvisada aí. O recorte da foto é coisa aqui do Blog, até porque o retratista (ou seria a retratista?) encarregado das fotos do Facebook do prefeito Murilo Zauith anda, no geral, meio mal de enquadramento. Mas, na manhã desta segunda-feira, durante a visita do governador André Puccinelli para vistoriar e inaugurar obras em Dourados, ele (ou ela) pode ter focado no que viu e acertado no que não viu. Sim, por que não Murilo Zauith candidato a governador e Nelsinho Trad a vice?

Puxa-sacos de ladrões!

23/11/2013 - 15h49Intimidar o Judiciário é delinquência; a doença do petista é real; a construção do mártir é uma farsaNo Brasil, não há presos...

As alternativas ao projeto de governo de Zauith

Pode ser mera coincidência a filiação de duas endinheiradas fazendeironas douradenses, mas há anos radicadas em Campo Grande, ao partido do neto do velho líder comunista Miguel Arraes, o governador pernambucano Eduardo Campos. PSB, partido presidido em Mato Grosso do Sul pelo não menos endinheirado dono da Unigran, Murilo Zauith, também por uma dessas coincidências do destino atualmente prefeito de Dourados e maior referência política da ponte do Rio Brilhante pra baixo. Zauith que, se antes de virar prefeito pensava 24 horas por dia, “inclusive à noite” (como dizia seu antecessor, o Valdecir), só em ser senador, agora mudou de ideia, não descartando a possibilidade também de ser governador do Estado.

Consumo de álcool em postos de combustíveis: você concorda?

20/11/2013 - 07h46No Brasil tem-se discutido e investido maciçamente em campanhas alertando para a combinação perigosa do álcool com a direção. O bordão “Se...

Lei de Cotas ajuda a quebrar mito da democracia racial, diz pesquisadora da UFGD

A Lei de Cotas ajuda a quebrar o mito da democracia racial. Essa é a avaliação de Eugenia Portela Siqueira, pesquisadora da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados). Para a professora, a implementação da política afirmativa reconhece a existência do preconceito racial na sociedade e a necessidade de fortalecer a identidade do negro e do indígena.

Lula sabia do mensalão

O ministro Marco Aurélio Mello, do STF, disse acreditar que Lula sabia da existência do mensalão. “Eu não posso imaginar que alguém atilado como é o ex-presidente Lula, safo como eu disse, não tivesse conhecimento do que estava ocorrendo na República”. Na versão do delator Roberto Jefferson, Lula teria vertido lágrimas ao ser comunicado por ele da existência do esquema. Em entrevista ao blog, Marco Aurélio levou o pé atrás: “Será que durante os oito anos [de mandato] ele delegou tanto a chefia do governo?”

Supremo Tapetão Federal

18/11/2013 - 07h43Num país onde Paulo Maluf e Brilhante Ustra estão soltos, até um cego percebe que as coisas estão fora de lugarDerrotada nas...

Na trilha do Valdecir

Tenho plena consciência do quanto é chato bater nesta tecla, assim como fiz com a Owari, a Uragano e seus (in) consequentes *retornos* e não tenho como não dar razão aos leitores que desconfiam que estou querendo me vangloriar, mas como não acreditar que está cada vez mais próximo de se cumprir a “profecia” feita aqui durante as eleições passadas de que a eleição de Alcides Bernal em Campo Grande seria um repeteco do que aconteceu com a do Valdecir Artuzi em Dourados? Daí o propósito, pelo efeito *dèjá vu*, das fotos que ilustram este *post* e o título, mais curto – e mais direto – que coice de porco, poupando o leitor das divagações do blogueiro neste tão esplendoroso feriado da proclamação da Republica.

E as novidades? rsrsrsrs

Pelas contas do ex-governador murtinhense e agora vereador campo-grandense Zeca do PT, em ampla reportagem no Correio do Estado desta segunda-feira, para virar governador do Estado o senador corumbaense radicado em Florianópolis Delcídio do Amaral não precisa ficar se oferecendo ao deputado tucano maracajuense Reinaldo Azambuja, muito menos ao PMDB do senador bela-vistense Waldemir Moka, do governador fátima-sulense André Puccinelli e de sua vice três-lagoense Simone Tebet. A desobediência ao padrão estético da escrita com tantos gentílicos para explicar as conjecturas para 2014 foi o jeito mais fácil que encontrei para mostrar o quanto o barco douradense navega à deriva na longa viagem até o Parque dos Poderes, retardando o desembarque triunfal de sua tropa às margens do Prosa. Não bastasse o enfado do lead, a contradição do título: se o barco está à deriva, como aplicar à situação o conceito lulista transformado em piada depois do mensalão? Além da mensagem nada subliminar de Zeca do PT a Delcídio e Cia., pela negativa de apoio à sua tentativa de retorno ao governo em 2010, a inserção de Reinaldo Azambuja neste contexto é um aviso a Murilo Zauith, pela responsabilidade que ele tem de honrar o segundo mais forte dos gentílicos - o douradense. Claro que, partindo-se da premissa de que Alcides Bernal faça jus à origem paraguaia que tanto diz honrar e que sua operação caça às bruxas na prefeitura de Campo Grande não fique apenas no gogó que tão bem soube usar para chegar aonde chegou, inviabilizando Nelsinho Trad.

Kassab rebate: descalabro é primeiro ano da gestão Haddad

11/11/2013 - 09h13Ex-prefeito responde a críticas de seu sucessor e nega ter relações com esquema de fraude no ISSDizendo-se obrigado a pagar na mesma...

Situação era de degradação, diz Haddad sobre máfia do ISS em São Paulo

10/11/2013 - 09h34Quase sempre avarento e professoral nos adjetivos de acusação, o prefeito Fernando Haddad (PT) subiu o tom contra a gestão de Gilberto...

Fim de ciclo

09/11/2013 - 09h04"Não existe essa coisa de sociedade" --a frase célebre, de Margaret Thatcher, era a exposição da crença ultraliberal no individualismo. Situado no...

Do deputado da putada aos do Face

Dispensando o tratamento conferido às autoridades durante interrogatório do escrivão Atilhinho Torraca, depois de detido numa batida policial na famosa ZBM de Dourados, o deputado estadual Alberto Monteiro se justificou dizendo que “lá (em Cuiabá) era deputado, mas, aqui, da putada”. Da segunda leva de douradenses na Assembleia Legislativa, Monteiro foi eleito estritamente pela Colônia Federal, da qual era funcionário, num tempo em que a eloquência do discurso era condição sine qua non para chegar lá, desde que o sujeito tivesse um bom par de botinas, disposição para acordar cedo e dormir tarde, além de estômago, não no sentido figurado, mas resistente, mesmo, principalmente a cafezinho. Sua historinha, diante de minha dificuldade de absorção de vitamina D nesses últimos dias, vem a propósito daquilo quê, mesmo se afigurando como uma verdadeira briga de foice no escuro, para alguns, parece não passar de passatempo no Facebook.

Qual será o lugar de Zauith no panteão dos prefeitos?

Diante da reprimenda do internauta Bruno Dauzacker, que outro dia questionou lá na sessão de comentários minha definição de Braz Melo como o prefeito mais popular da história, quando o corpo do tantas vezes aqui citado fenomenal Ari Valdecir Artuzi nem havia esfriado na sepultura, e, aproveitando a orquestração da bancada situacionista em defesa de Murilo Zauith durante a sessão de ontem no palácio Jaguaribe, aproveito para entrar na onda de um dos pupilos do prefeito, Maurício Lemes Soares, para quem “criticar enjoa”. Tanto enjoa que o sucessor de Sidlei Alves e representante de Vila Vargas naquela Casa de leis, Madson Valente, não ficou nem vermelho ao dizer que seu filho de doze anos não conhecia ainda uma motoniveladora, isto, ao criticar (neste caso não enjoa) o “empirismo” dos poucos colegas oposicionistas que insistem em apontar “eventuais” falhas da administração. Daí a pergunta do título deste *post*, para uma reavivada na memória dos douradenses, já que estamos na boca de um novo processo eleitoral.

“Pai” do pré-sal diz que gestão de reservas de Libra deveria ser exclusiva do Estado

28/10/2013 - 15h30Estrela condena leilão e alerta para riscos de conflito de interesses no consórcio com integrantes estrangeiros As reservas de Libra são estratégicas e...

Cido Medeiros descobre o caminho dos retornos

Depois de muito matutar e, mais uma vez, lamentando não ter comigo um bom chargista para ajudar-me na tarefa de transmitir da maneira mais didática possível as ações de nossos valorosos parlamentares, tanto municipais, estaduais como federais, resta-me o consolo da imagem do vereador Cido Medeiros em seu triunfal retorno, ops!, de Brasília, apeando de sua cavalgadura em frente ao prédio assobradado da Câmara Municipal com o alforje estufado, de um lado R$ 50 milhões, do outro, a papelada comprobatória de seu empenho por mais R$ 50 milhões. A maior parte da grana por ele conseguida, para asfaltar as ruas esburacadas de Dourados pelas quais ele gosta de bater pernas arvorando-se como sucessor do Valdecir, o prefeito fenomenal preso e obrigado a renunciar acusado como chefe da quadrilha Uragano.

Passaredo começa a operar em Dourados dia 11

24/10/2013 - 17h16Já é possível comprar passagem também pela Gol, de Dourados para dezenas de destinos no Brasil e no exteriorA Passaredo Linhas Aéreas...
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