Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Mantendo-se lúcido e ativo até a sua morte, nesta quarta-feira (5), aos 104 anos, no Rio de Janeiro, o arquiteto Oscar Niemeyer --também considerado um dos mais importantes intelectuais do país-- mantinha o discurso afiado. Em entrevistas e depoimentos dados ao longo da vida, emitiu opiniões sobre temas como a vida, a política e as artes. Veja algumas das melhores frases do arquiteto.
04/12/2012 as 16:32O presidente do "El País", Juan Luis Cebrián, definiu como o principal desafio para a modernização da América Latina "encontrar seu próprio...
04/12/2012 as 16:31Mirel BranEm Bucareste (Romênia)Imagine toda a eletricidade produzida na Terra concentrada em um único raio. Depois, multiplique a potência desse raio por...
Quando o sujeito (normalmente ex-deputado ou figurão político que precise ser encostado para não incomodar o establishment) põe aquela “coisa hororosa”, como João Totó Câmara costumava se referir à vestimenta que era obrigado a usar no plenário do Tribunal de Contas, pode até se sentir investido de algum poder de fiscalização, mas tudo não passando de jogo de compadres com prefeitos e periféricos do executivo e do legislativo, o mesmo compadrio entre os vizinhos do Tribunal de Justiça e da Assembleia Legislativa. Ou seja, um órgão de uma inutilidade oceânica, a ponto de alguns de seus acomodados integrantes terem sempre na ponta da língua a expressa orientação aos relapsos do dinheiro público de que o TC é um órgão eminentemente político e que a única coisa que não se pode perder ali são os prazos.
Como tem muita gente que lê apenas os títulos das matérias e já sai por aí fazendo elucubrações, até imagino o espanto dos que, conhecendo bem o estilo de Murilo Zauith, não devem estar entendendo patavina. Também, não é pra entender, até porque o título deste post não se refere ao prefeito de Dourados, embora tenha muito a ver com a terra de seu Marcelino, da mesma forma o outro, que, no post anterior, gerou toda a confusão. Foi preciso o engenheiro Milton Melo, cria de Zé Elias Moreira, por ele ser indicado para uma vitrine na Secretaria de Habitação do governo Pedrossian para, dali, pelas mesmas mãos, galgar a secretaria de obras de Presidente Prudente, onde virou prefeito, em 2008, e, agora, com a autoridade de prefeito reeleito da capital da Alta Sorocabana, cobrar maior participação douradense no governo estadual. E imaginar que em 2008 Dourados elegia o Valdecir, caindo no abismo de onde só agora começa a ser resgatada por Zauith.
Mais ou menos na metade de seu esticado mandato de seis anos que acabou encolhido para cinco e pouco por causa da desincompatibilização para a disputa do governo do Estado, quando já começava a calar a boca dos adversários pelo grande canteiro de obras em que estava transformando a cidade, o prefeito José Elias Moreira começou a desconfiar da gatunagem. Como não sabia o que fazer com três adolescentes indicados por companheiros da velha UDN, chamou os piás para uma conversa reservada e, providenciada uma engenhoca composta apenas de um pedaço de caibro atravessado por um prego sobrando quatro centímetros os “nomeou” fiscais da prefeitura. A missão, conferir a espessura das três frentes de asfalto executadas na parte alta da cidade, cada uma por uma empreiteira diferente. Se o prego não cravasse totalmente na massa asfáltica logo após a compactação é porque alguma coisa estava errada. Não demorou, depois de um dia intenso atrás de recursos em Brasília, Zé Elias recebeu um recado para entrar em contato com um de seus jovens fiscais. Do outro lado da linha o jovem desesperado: “prefeito, estão nos roubando!”. O prego havia entrado só dois centímetros no asfalto.
28/11/2012 as 08:45FELIX PEÑAUm debate necessárioTanto o Mercosul quanto a União Europeia (UE) se encontram em uma complexa transição rumo a novas etapas em...
Estava tudo caminhando bem, dentro do script estabelecido por Murilo Zauith, de só anunciar o nome do novo secretariado em janeiro, depois de avaliar com a lupa herdada de Antonio Tonanni o perfil de gestor por ele recomendado aos partidos aliados. E tudo, concomitantemente, amarrado com as negociações para a composição da futura mesa diretora da Câmara Municipal. Estava. Até que, semana passada, a diretora da escola Aurora Pedroso, Denise Portolann, que foi candidata a vereadora pelo PMDB, cobrando a fatia do bolo que ela entende destinada ao padrinho político, deputado Geraldo Resende, e, mais importante, com aval do estadual Zé Teixeira, antecipou-se às sempre discretas movimentações de Zauith, foi até a secretaria de Educação, onde deu ultimato a Walteir Betoni: “vaza que a cadeira é minha”. Coisa mais ou menos assim, dando início ao processo de transição, como se isso existisse em casos de reeleição, como o de Dourados.
Em novembro de 2009, no final do dia da mais concorrida das eleições da OAB em Dourados, enquanto os cabos eleitorais de Idiran Catelan de Matos já comemoravam, com muita carne assada e cerveja gelada, a vitória da chapa situacionista, ali mesmo, no canteiro central, em frente ao prédio da 4ª. Subseção, o Conselheiro Federal Afeife Mohamad Hajj coordenava a cata aos retardatários, com os vários veículos colocados à disposição da candidatura César Câmara, ele mesmo recepcionando os eleitores, mas apenas com tereré e cafezinho, numa barraquinha improvisada e fazendo questão de acompanhá-los até a boca da urna. Seu candidato venceu com um voto de frente. Domingo passado, antevéspera de mais uma eleição, flagrei Afeife sorrateiramente, bem de manhãzinha, batendo à porta de Pinda Azambuja. Desta vez sua candidata, Mara Piccineli, disputando com o novo fenômeno da advocacia douradense, Felipe Azuma, não tinha nenhuma chance, mas o “Dr. OAB”, como já é conhecido, pendurado na chapa do douradense Julio César Rodrigues, seria eleito, pela quarta vez, Conselheiro Federal. Feito inédito de um douradense no Mato Grosso do Sul, depois do campo-grandense Carmelindo Rezende, por duas vezes eleito para o mesmo cargo.
23/11/2012 as 15:16AGêNCIA BRASILEm 2012, 119 jornalistas foram mortos, o maior número desde que o Instituto Internacional de Imprensa (cuja sigla em inglês é...
Paulo Rocaro, 51 anos, Luiz Henrique Rodrigues Georges, 44, e Eduardo Carvalho, 51. Com a execução de ontem, de Eduardo Carvalho, são três pessoas ligadas a jornais executados neste ano em Mato Grosso do Sul.
Em todos os casos a investigação da Polícia segue a linha de que o motivo do crime foi a atuação deles nos veículos.
Quando, logo no início deste mandato-tampão, do entrevero entre o então secretário de Planejamento Antônio Nogueira e o estadual Zé Teixeira, por conta - alguém tem dúvidas? - dos retornos da Secretaria de Obras, pasta da cota do deputado, perguntado se tomaria alguma atitude, Murilo Zauith surpreendeu o interlocutor com esta afirmação: "isto é guerra de quadrilhas, não vou me meter nisso".
O núcleo central do Primeiro Comando da Capital (PCC), facção criminosa que atua dentro dos presídios, com base no estado de São Paulo, encaminhou aos seus líderes no Mato Grosso do Sul um comunicado geral determinando que seja feito um levantamento da situação dos membros da facção criminosa no Estado.
Embora tenha assessorado a 4ª. Subseção da OAB (gestões Gervásio Scheid e Sérgio Henrique Araújo), jamais me imiscuí no processo eleitoral da entidade. Isto, pelo trauma da única vez em que, mesmo não sendo advogado, me meti a cabo eleitoral, lá pelo final da década de 1970. Foi quando perdi, para sempre, a amizade de Altair da Costa Dantas, só porque dei um discreto empurrãozinho na candidatura de José Marques Luiz, eleito com apoio de Harrison de Figueiredo e Atílio Magrini, dois assíduos companheiros de *happy hour* nos bons tempos da Caneca, ainda na fase Antônio Eugênio.
O prédio, no momento, está vazio. Mais recentemente, ele foi usado como uma oficina administrada por uma organização de caridade para pessoas com deficiência. Mas o grupo se mudou há um ano e, desde então, pouco aconteceu no Salzburger Vorstadt 15.
Esta semana, porém, o local esteve no centro de um debate acalorado sobre seu futuro. A estrutura, afinal, está localizada na pequena cidade de Braunau am Inn, na fronteira da Áustria com a Alemanha. E é o lugar onde Adolf Hitler nasceu em 20 de abril de 1889.
Passei o feriadão matutando em como e quando dar a boa nova. Combinei com a “Zica”-mor do jornalismo douradense que esperaria sua última edição impressa, que deve circular em meados de dezembro, quando vencem os últimos contratos publicitários. Mas na manhã desta sexta-feira com jeito de sábado, conforme escreveu no Facebook o poeta blogueiro Maranhão Viegas, ouvindo Simone “começar de novo” a bela letra de Ivan Lins, não tive como não associar a canção aos tantos revezes do mais querido hebdomadário douradense - a folha - que, assim, minúscula só no título, sempre ostentou, de forma maiúscula, o nome da terra de seu Marcelino.
Além de estar sob risco de uma nova epidemia de dengue neste ano, Mato Grosso do Sul pode enfrentar aumento do número de casos considerados graves da doença, por causa da circulação de vários tipos do vírus ao mesmo tempo.
O senador Delcídio Amaral (PT) está comemorando a boa fase da oposição em Mato Grosso do Sul. O senador entende que a eleição de 2012 mostrou que a população está mais consciente e não é enganada por práticas retrógradas. Feliz com a paz dentro do PT, o senador analisa que a derrota mostrou que o PMDB não é tão unido quanto parecia.