05/12/2016 – 07h15
Vem exatamente daqueles que deveriam primar pela probidade – suas excelências, juízes e promotores – o maior exemplo de indecência no trato da coisa pública, no Mato Grosso do Sul. A menos que exista alguém, em sã consciência, que consiga admitir como coisa séria um salário que pode chegar a R$ 107 mil. Isso fora os retornos da Assembleia, conforme denúncia, do ex-deputado Ari Rigo, que caiu no esquecimento.
