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quinta-feira, maio 14, 2026

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“Estamos aí!”

Primeiro-suplente da senadora Soraya Thronicke, sua desafeta política, o agropecuarista Rodolfo Nogueira resolveu dar um upgrade em seu perfil no Facebook. Isso depois de saber, em suas andanças entre os Palácios do Planalto e do Alvorada, que o amigo, chefe político e presidente da República, o Messias Bolsonaro, vai fazer das tripas coração para eleger um aliado sucessor de Reinaldo Azambuja e, de lambuja, ainda quer pelo menos um deputado federal eleito por Dourados.

Escolha de ministro indicado por Flávio gera insatisfação na base aliada de Bolsonaro

16/03/2021 - 07h38Ao ter optado por Marcelo Queiroga para a Saúde, Bolsonaro ignorou as sugestões de Arthur Lira com apoio do centrãoA escolha do...

Com Lula no radar, Bolsonaro avança em ações populistas no governo

Diante do agravamento da pandemia da covid-19 no Brasil — epicentro de contágios e mortes no mundo —, e do ressurgimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como forte adversário político para as eleições de 2022, o presidente Jair Bolsonaro colhe os frutos que plantou, em 2020, ao pregar contra o distanciamento social, as vacinas e o uso de máscaras. E acende o alerta entre especialistas ao sinalizar ações populistas, tal como a intervenção que fez no comando da Petrobras.

Governadores alertam para risco de colapso total em redes hospitalares

Nesta segunda-feira (15), governadores alertaram, em audiência pública promovida pela comissão temporária do Senado que acompanha a evolução da covid-19, que a pandemia da covid-19 pode provocar um colapso em hospitais públicos e privados do país até o fim de março. Os governadores de São Paulo, Espírito Santo, Maranhão e Rio Grande do Sul participaram do evento.

Alancal

No melhor estilo Braz Melo, prefeito Alan Guedes começou a pintar as faixas de sinalização horizontal dos cruzamentos de ruas e avenidas. Uma providência pra lá de necessária, ante as dificuldades que o traçado da cidade impõe aos motoristas, principalmente os de fora. Mas, seria interessante, pelo estado de calamidade em que pegou a cidade, que se priorizasse a operação tapa-buracos – a prioridade das prioridades, exceto, claro, a saúde em tempos de Covid.

Volta de Lula ameaça união do centrão em torno de Bolsonaro para 2022

A elegibilidade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), permitida pela decisão do ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Edson Fachin, colocou em risco o plano do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de contar com o apoio integral de sua nova base aliada ao projeto de reeleição. Conhecido pelo pragmatismo e pelo senso de oportunidade, o centrão —bloco formado por PP, PL, Republicanos, Solidariedade, PTB, PSD, PROS, PSC, Avante e Patriota— começou a fazer nesta semana projeções sobre o cenário eleitoral após a decisão de Fachin, que será submetida ao plenário do Supremo.

Equipe econômica vê risco de efeito Lula influenciar Bolsonaro

Após investidores terem expressado temor com uma possível escalada de populismo por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a partir da retomada dos direitos políticos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), integrantes da equipe econômica reconhecem o risco de impacto na agenda econômica, apesar de considerarem o efeito limitado.

Começou…

... o troca-troca de secretários da administração Alan Guedes. E tinha que ser, pela mais problemática das secretarias municipais – a da Saúde –, com um agravante – em tempos de pandemia! O secretário, médico pediatra Frederico de Oliveira Weissinger, o mesmo que, por uns dias, já não havia aguentado o tranco durante a administração Délia Razuk, desta vez segurou a peteca por quase dois meses e meio. A desculpa, a mesma da outra vez: o salário.

Bancada federal de MS perde protagonismo e cargos no Senado e na Câmara dos Deputados

A bancada federal de Mato Grosso do Sul não repetiu a boa performance no primeiro biênio em Brasília ao perder o protagonismo, cargos importantes e espaços na Câmara dos Deputados e no Senado. Até no primeiro escalão do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), os políticos sul-mato-grossenses perderam espaço com a ascensão o Centrão e dos militares.

Pressionado por Lula e pandemia, Bolsonaro recorre a militares, policiais e ao Congresso

Pressionado pelo agravamento da pandemia da Covid-19 e pela repercussão da volta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao jogo político, o presidente Jair Bolsonaro faz movimentos para consolidar grupos que apoiam o governo. Ele forçou alterações na chamada PEC Emergencial para permitir a promoção de servidores, incluindo policiais; adotou a defesa da vacinação em massa, prioridade estabelecida pelos presidentes do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), ao assumirem as casas; e oficializou a demissão de Fabio Wajngarten da Secretaria de Comunicação, que tinha entrado em rota de colisão com militares e com o ministro Fábio Faria. Seu substituto será o almirante Flávio Rocha.

Mandetta diz que Bolsonaro e família têm obsessão por ‘região anal’

Ao comentar a notícia de que o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) mandou a população brasileira enfiar as máscaras de proteção contra a COVID- 19 'no rabo', o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS) afirmou que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e seus filhos têm uma obsessão por 'essa parte da anatomia'.

República da impunidade interessa tanto ao lulopetismo quanto ao bolsonarismo

11/03/2021 - 15h33Em discurso nesta quarta (10), ex-presidente Lula mentiu como sempre e foi demagogo como nuncaLula voltou à ribalta em grande estilo, no...

Bolsonaro fala em invasão a mercados, fogo em ônibus e greves

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender, nesta quinta-feira, 11, a vacinação da população para conter o avanço da covid-19 no Brasil, mas criticou as medidas de isolamento social. Durante participação virtual em reunião da Frente Parlamentar Mista das Micro e Pequenas Empresas, Bolsonaro citou a possibilidade de invasões e greves em função do lockdown.

Moro fora da disputa pelo Planalto é um trunfo para Doria

Os candidatos que disputam os votos do chamado centro democrático também podem ganhar com a desistência do ex-juiz Sergio Moro da corrida eleitoral. A começar pelo governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que subiu o tom contra o presidente Jair Bolsonaro por causa da pandemia. O grande trunfo do tucano é a vacina do Butantan, produzida em parceria com os chineses, a CoronaVac. Nesta semana, quanta ironia, a mãe de Bolsonaro tomou a segunda dose do imunizante. Nesta quarta (10/3), o próprio Bolsonaro citou a vacinação da mãe, em entrevista coletiva, na qual deu meio cavalo de pau no negacionismo em relação à pandemia.

Meu garoto!

Bastou a operação tapa-buracos de Alan Guedes priorizar a rua onde está o escritório de advocacia do pai, Eudélio Mendonça, em detrimento de ruas vizinhas, em pior estado, para começar a boataria de privilégios do jovem administrador. Não apenas por isso, mas, entre “otras cositas”, pela campanha de deputado federal já deflagrada de “meu pai pai” Armando Cascata, bem possível que já já o prefeito “Cascatinha” comece a ter problemas pela influência paternal.

Meu garoto

11/03/2021 - 09h28

PP pede sustação de processo contra Jamilson Name

O Partido Progressista (PP) de Mato Grosso do Sul pediu a sustação do processo de investigação contra o deputado estadual Jamilson Name (sem partido), na manhã desta quarta-feira (10). Name é investigado na Operação Omertá por suspeita de ser um dos comandantes de uma organização criminosa suspeita de execuções em Mato Grosso do Sul.

Lula faz acenos a diferentes setores do país para se colocar como contraponto a Bolsonaro

Em sua primeira manifestação após ter suas condenações anuladas e sido autorizado a disputar eleições, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) atacou a gestão da pandemia pelo governo de Jair Bolsonaro, a que chamou de 'desgoverno', agradeceu o Supremo e disse que a 'verdade prevaleceu'. Em fala de improviso, sem nenhum tipo de autocrítica às gestões petistas dele (2003-2010) e de Dilma Rousseff (2011-2016), Lula subiu o tom contra Bolsonaro em diferentes momentos, tentou explicar ao presidente como se governa e se disse agradecido ao ministro Edson Fachin (STF) por ele 'ter cumprido o que a gente reivindicava desde 2016'.

Fragmentado, centro será ‘esmagado’ entre Lula e Bolsonaro em 2022, dizem especialistas

Se não consolidar uma candidatura única, o centro político pode ficar esmagado entre o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o presidente Jair Bolsonaro em 2022. Essa é a avaliação de cientistas políticos e analistas de instituto de pesquisa sobre o impacto de Lula no pleito do ano que vem, após a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), anulando as condenações do petista na Lava-Jato, o que o tornou elegível novamente.

Em plena pandemia, Alan ajuda ministro bolsonarista inaugurar hospital sem leitos

Pautado hoje pelo colega Silva Júnior num de seus canais de rádio na web a respeito da importância da representatividade política de Dourados no Congresso Nacional, peguei como gancho a 'inauguração' do Hospital da Mulher e da Criança presidida ontem pelo ministro da Educação, Milton Ribeiro, em Dourados. Se Dourados não tivesse dado o jaguané em Geraldo Resende na última eleição bem provável que o próprio Geraldo, agora na condição de deputado-suplente-licenciado e secretário de estado da Saúde não fosse um dos cúmplices do deplorável espetáculo: em plena pandemia, com gente morrendo aos borbotões, a inauguração de um Hospital sem leitos, sem equipamentos, sem corpo clínico, enfim, um hospital 'pelado'.
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