Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Milhares de manifestantes voltaram às ruas na manhã deste sábado em várias cidades para protestar contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), sobretudo na gestão da pandemia. Por volta de 13h30m, havia protestos em andamento em pelo menos 52 municípios, em 20 estados, sendo 13 capitais. Enquanto isso:Bolsonaro fez um passeio de moto pelo Distrito Federal e, sem máscara, tirou fotos com moradores.
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Felipe Santa Cruz, afirma que a escalada da atuação violenta das polícias está ligada ao bolsonarismo, pois setores mais violentos das corporações estão se aproximando dos ideais do presidente Jair Bolsonaro. 'Há um aparelhamento, um acumpliciamento desses setores mais violentos da polícia com o ideário do bolsonarismo. É algo muito mais profundo. E ele está agora muito potencializado por um presidente que autoriza essas rupturas, essas afrontas aos limites legais e constitucionais. Eu acho que esse caso é um símbolo dos tempos', diz.
O ex-ministro da Saúde e presidente regional do DEM em Mato Grosso do Sul, Luiz Henrique Mandetta, descartou, nesta sexta-feira (23), a fusão do seu partido com o PSL e PP. Ele ainda considera como certa a saída da ministra da Agricultura, Tereza Cristina, da legenda. Sobre a fusão divulgada pelo jornal O Antagonista, Mandetta disse ser fake news. A reportagem divulgada pelo noticiário disse ainda que a fusão seria em breve. 'Isso não passa de fake news', disse ao jornal Midiamax.
O vice-presidente Hamilton Mourão afirmou nesta quinta-feira que é 'lógico' que o Brasil terá eleições no ano que vem mesmo sem a aprovação do voto impresso, defendido pelo presidente Jair Bolsonaro. Mourão disse que o país não é uma 'república de banana' e questionou quem iria 'proibir eleição'. Há duas semanas, Bolsonaro afirmou que não haverá eleição no ano que vem se a disputa não for 'limpa'. O presidente não explicou o que ele considera uma eleição 'limpa', mas ele tem defendido uma mudança no sistema de votação, apesar de nunca ter apresentado nenhuma prova de fraude no modelo atual.
“Consegui reunir hoje meus dois irmãos e minha mãe. Se vocês observarem bem a essência desta foto, Nelson Trad está entre nós. Talvez no sorriso, certamente no amor que nos une...”. Embora tentando dar uma conotação familiar, a frase do deputado Fábio Trado, no Facebook, a respeito do encontro de ontem com os irmãos, é um recado político: o prefeito Marquinhos Trad é, mesmo, o brother que vai encarar a disputa do governador Reinaldo Azambuja. O resto é tudo perfumaria.
Ministro da Defesa, o general Walter Braga Netto fez coro ao presidente Jair Bolsonaro e disse em nota nesta quinta-feira (22) que existe no país uma demanda por legitimidade e transparência nas eleições. Segundo ele, mais uma vez levantando uma bandeira bolsonarista, a discussão sobre o voto eletrônico auditável por meio de comprovante impresso é legítima. 'Acredito que todo cidadão deseja a maior transparência e legitimidade no processo de escolha de seus representantes no Executivo e no Legislativo em todas as instâncias', afirmou o militar.
Era maio de 2015, e a presidente Dilma Rousseff tinha um problemão no Senado: a indicação do advogado Edson Fachin para ministro do Supremo Tribunal Federal seria votada em alguns dias e corria o risco de ser rejeitada. Fachin tinha um opositor de peso: Renan Calheiros, então presidente do Senado, que apoiava outro candidato. Não só articulava nos bastidores contra Fachin, como também ameaçava atrapalhar a aprovação de uma medida provisória de ajuste fiscal.
21/07/2021 - 09h06Senador Ciro Nogueira demonstra descontentamento com governo, enquanto aumenta pressão por troca de general RamosEm seu momento de maior fragilidade no governo,...
A recidiva das complicações da Covid do vice-governador Murilo Zauith alvoroçou o mundo político na capital. O primeiro efeito, o governador Reinaldo Azambuja voltando a pensar em renunciar ao cargo para se candidatar ao Senado, com o presidente da Assembleia Paulo Correa já posando de futuro governador, com direito a se candidatar à reeleição. Como consequência disso, pelo menos três novas vagas se abrindo no TC do Estado, uma delas, nesse contexto, para Eduardo Riedel.
20/07/2021 - 00h49Presidente indica veto a valor para campanhas aprovado pelo Congresso; em 2019, sinalizou barrar, mas depois recuouO presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta...
O maior escândalo político do Mato Grosso do Sul – as operações Owari/Uragano –, pouco mais de dez anos atrás, açambarcou a mais promissora safra política de todos os tempos da terra de seu Marcelino. Passada a tormenta, Murilo Zauith assumiu provisoriamente o leme do barco deixado à deriva por Ari Artuzi, mas, frustrado porque aqueles com os quais sonhava para o lugar que ele nem pensava mais ocupar ou para a representatividade douradense na Assembleia Legislativa ou no Congresso Nacional haviam sido banidos da vida pública por terem ido com muita sede ao pote da corrupção. Como sempre depois da tempestade (Délia Razuk) vem a bonança, eis que Alan Guedes pintava como o novo salvador da pátria, e tudo porque o sempre tinhoso eleitor douradense não atentou para o detalhe da falta de lastro do jovem presidente da Câmara, um artista, apenas, muito bem dirigido pelo colunista social Alfredo Barbara Neto.
18/07/2021 - 12h08Folha de S. Paulo revelou que, fora da agenda, general prometeu comprar 30 milhões de doses da vacina chinesa CoronavacEm entrevista neste...
17/07/2021 - 16h00Ministro afirmou que Corte viabilizou governança do país em diversos julgamentos sobre o tema e ao arbitrar conflitos entre União, estados e...
A história se conhece e se perpetua nos livros, por meio dos grandes mestres, mas, com o passar do tempo, para quem tem o privilégio de dar cara com ela, a vontade é de voltar correndo para uma revisão de tudo aquilo que foi aprendido nos bancos escolares. Quando não, quando se tem um grande amigo, grande professor de história, para com ele compartilhar o privilégio dessa inusitada experiência. Essa a minha vontade durante meus dois périplos pelo velho mundo. Primeiro, numa visita à Universidade de Viena, na Áustria, diante de uma galeria de mais de uma dezena de ganhadores do Prêmio Nobel, em suas várias versões; ainda na capital austríaca, nos Palácios do Schönbrunn e Belvedere, o primeiro onde nasceu o segundo se casou a princesa Leopoldina, a mulher que arquitetou a independência do Brasil; ou num campo de concentração nazista, ainda na Áustria; no emblemático e suntuoso museu do Louvre, em Paris; também ali, embasbacado, debaixo do Arco do Triunfo ou da Torre Eiffel. Vontade de voltar correndo para uma boa prosa, não apenas com o grande professor e contador de histórias, mas com o amigo e vizinho dos tempos de BNH-III, Wilson Valentin Biasotto. Tão obcecado – e caprichoso – pela história que resolveu partir no histórico 14 de Julho, dia da queda da Bastilha, marco da Revolução Francesa, cujo Obelisco foi minha última parada na terra de Kardec.
Por 40 votos a 33, os senadores aprovaram, ontem, o projeto da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2022, na segunda etapa da sessão do Congresso. Momentos antes, os deputados chancelaram a matéria por 278 votos a 145, com uma abstenção — como prevenção da covid-19, as votações ocorreram separadamente, no formato semipresencial. As discussões foram marcadas por fortes críticas de parlamentares de diferentes correntes ideológicas à parte do substitutivo do relator, deputado Juscelino Filho (DEM-MA), que aumenta de R$ 1,8 bilhão para R$ 5,7 bilhões, em plena crise econômica e sanitária, as verbas destinadas ao Fundo Eleitoral em 2022. O projeto, agora, segue para sanção do presidente Jair Bolsonaro. Com a aprovação da LDO, o Congresso fica liberado para o recesso parlamentar, previsto para o período de 18 a 31 de julho.
A prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva durante a Operação Lava Jato teve por trás o interesse do governo dos Estados Unidos de desestabilizar líderes latino-americanos de esquerda, afirmou nesta quarta o diretor de cinema americano Oliver Stone, de 74 anos. 'Pegaram o Lula com a Lava Jato, foi selvagem, uma história suja', afirmou Stone, que está em Cannes para a estreia de seu novo documentário 'JFK Revisited: Through the Looking Glass', sobre a morte do presidente americano John Kennedy.
Faltou ao site campo-grandense Midiamax, que tem a exclusividade da divulgação sobre o estado de saúde do vice-governador Murilo Zauith, informar o verdadeiro motivo da recidiva que provocou seu retorno hoje a São Paulo, depois de seis meses lá internado com Covid: estresse agudo, com quadro de baixa saturação, depois de tomar pé da real situação política do estado e, principalmente, do desastrado início da administração de seu novo pupilo, Alan Guedes, em Dourados.
O presidente Jair Bolsonaro passará por uma nova bateria de exames clínicos e laboratoriais nesta quinta-feira (14), segundo a assessoria de imprensa do Hospital Vila Nova Star, onde ele está internado desde a noite de quarta. Com quadro considerado 'estável' pelos médicos, Bolsonaro teve cirurgia descartada neste momento e deve prosseguir com tratamento clínico conservador, que envolve remédios e hidratação.
Faleceu na tarde desta quarta-feira (14) no Hospital do Coração de Dourados o professor universitário aposentado Wilson Valentim Biasotto, aos 73 anos. Ele estava internado havia alguns dias para tratar de problemas de saúde decorrentes de recidiva de câncer de pulmão com metátese em outros órgãos. O velório acontecerá nesta quinta-feira (15), das 08h às 10 horas, no Cemitério Pax Primavera, onde o corpo será sepultado.