Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Ainda bem que eles têm nomes de sobra para jogar ao bel-prazer para o grande público da internet, ante a 'vergonha' dos crimes pelos quais foram acusados recentemente, num vislumbre de que nem tudo está perdido, na esperança de um dia darem a volta por cima. Assim, o ex-secretário de saúde de Dourados, Renato Vidigal, reapareceu plantonista da Covid em Corumbá como Renato Oliveira. Agora, em novo perfil no Facebook, o ex vereador Cirilo Ramão é, simplesmente, Ramão Ruiz.
16/05/2021 - 13h44Apesar de ser de Alagoas, parlamentar destinou parte das verbas paralelas para outros estadosReportagem deste domingo do jornal Estadão coloca Mato Grosso...
Bruno Covas, que emergiu como prefeito da maior cidade do país pregando a moderação em um cenário político ultrapolarizado, morreu aos 41 anos em São Paulo. Segundo nota oficial, Covas faleceu neste domingo (16) às 08h20 em decorrência de um câncer da transição esôfago gástrica, com metástase e suas complicações após longo período de tratamento. A doença foi diagnosticada em 2019.
Após pesquisa mostrar que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida eleitoral de 2022, o atual chefe do Planalto resolveu centrar fogo no petista. Em mais um dia de ataque ao desafeto, Jair Bolsonaro afirmou, ontem, que o rival só ganhará o pleito do ano que vem por meio de fraude. Também o chamou de 'bandido' e 'filho do capeta' e voltou a defender o voto impresso.
Nem o deputado Paulo Corrêa, anfitrião oficial durante a visita presidencial hoje ao estado, nenhum senador ou deputado, exceto Tereza Cristina, deputada licenciada, assim mesmo, porque é a ministra da Agricultura. Além dela, quem almoçou, de ladinho com Bolsonaro, numa churrascaria de beira de estrada, foi Rodolfo Nogueira. Atracado numa ponta de peito, todo pimpão, Nogueira, pré-candidato a deputado federal, deve ter deixado políticos tradicionais babando de inveja.
'O homem que se acha Napoleão tem sempre o mesmo perfil. Autoritário, caprichoso, colérico. Imperial. É o senhor do Universo. Seu poder é ilimitado. Tudo deve se curvar à sua vontade. Sua expressão é grave, não cessa de dar ordens, exige a devoção de acompanhantes que de maneira geral ele despreza.' Essa não é uma definição laudatória do general que mudou a face da Europa. São palavras da francesa Laure Murat em sua história da loucura. E cabem para entender Jair Bolsonaro, 200 anos depois, que em Brasília também exibe delírios de grandeza.
Exatos três meses e dezesseis dias depois de internado no hospital israelita Albert Einstein, em São Paulo, enfim, o primeiro boletim médico com informações a respeito da saúde do vice-governador Murilo Zauith: “O paciente acompanhado por mim desde 27/01/2021 apresenta-se fora de período de contágio, consciente e orientado; internado para recuperação física e reabilitação”, diz o lacônico comunicado assinado pelo médico infectologista David Salomão Lewi”.
Relator da CPI da Covid, o senador Renan Calheiros (MDB-AL) afirmou, no sábado, 8, que o presidente Jair Bolsonaro pode ser responsabilizado caso a CPI comprove que o chefe do Executivo contribuiu para o agravamento da pandemia. O ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello também está na mira dos integrantes da comissão - ele se esquivou de prestar depoimento na semana passada alegando suspeita de infecção com o coronavírus. Por sua vez, o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência Fábio Wajngarten foi ameaçado de ser preso por falso testemunho ao prestar depoimento à comissão. Afinal, qual os poderes de uma CPI?
“Marquinhos Trad é, de fato, o principal nome do PSD para a disputa sucessória estadual”. Vereador Otávio Trad, sobrinho do prefeito da capital. Na visão dele, o PSD deve lançar candidatura própria, “já que ganhou fibra” nos últimos anos. A declaração não é uma bravata, pois veio logo após o titio senador, Nelsinho Trad, jogar a toalha, avisando à família que está fora da disputa pela sucessão de Azambuja. Outro tio, o deputado Fábio Trad, corre por fora.
Em depoimento à CPI da Covid, o ex-secretário Fabio Wajngarten (Comunicação da Presidência) se esquivou de perguntas, irritou senadores, ouviu ameaça de prisão e admitiu que a carta em que a Pfizer oferecia negociar doses de vacina ao Brasil ficou parada por ao menos dois meses no governo federal. O clima ao longo do depoimento ficou tão tenso que o relator da CPI, Renan Calheiros (MDB-AL), ameaçou pedir a prisão de Wajngarten caso ficasse comprovado que esse mentiu a respeito de declarações que deu à revista Veja no mês passado.
12/05/2021 - 11h53Presidente também voltou a negar a existência de um "orçamento secreto". Por fim, mandatário afirmou que deverá comparecer às duas manifestações programadas...
Depois de avaliarem como constrangedoras as falas do presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, na CPI da Covid, integrantes do Palácio do Planalto estão apreensivos com o depoimento do ex-secretário de Comunicação da Presidência Fabio Wajngarten, marcado para esta quarta-feira (12). Senadores da base governista e auxiliares presidenciais próximos do presidente Jair Bolsonaro avaliam que as respostas que Wajngarten dará na comissão serão uma surpresa e não há como prever o teor das declarações. Há o receio, porém, de que ele culpe o governo pela demora na compra e entrega de vacinas.
11/05/2021 - 17h12De acordo com jornal, magistrado foi delatado por Sergio Cabral, ex-governador do Rio de JaneiroA Polícia Federal pediu abertura de inquérito para...
Mais interessante que Délia Razuk e seu sucessor Alan Guedes, seria a convocação, pela CPI da Covid da Câmara Municipal de Dourados, do ex-secretário de Saúde Renato Vidigal. Condenado a onze anos de xilindró exatamente por cumprir missão para seu “paciente mais velho” (é assim que ele se refere ao ex-deputado Roberto Razuk), certamente que Vidigal teria muito a acrescentar e, quem sabe assim, evitando que tudo acabe em pizza. De carona, a também ex-secretária Berenice Machado.
A liberação de R$ 3 bilhões em emendas parlamentares privilegiando aliados, ação que está na mira de uma investigação do Tribunal de Contas da União (TCU), consolidou a aproximação do governo de Jair Bolsonaro com o Centrão e fez com que o Palácio do Planalto criasse uma 'taxa de fidelidade' de deputados e senadores, usada como referência para distribuir verbas e cargos.
O procurador-geral da República Augusto Aras rejeitou um pedido feito ao Supremo Tribunal Federal (STF) para abertura de inquérito contra o presidente Jair Bolsonaro por causa de cheques depositados pelo ex-assessor Fabrício Queiroz para a primeira-dama Michelle Bolsonaro. Um advogado entrou com pedido no STF para que fosse aberto inquérito pelo crime de peculato, desvio de recursos públicos, com base nas reportagens publicadas na época a respeito dos repasses.
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, enxerga com extrema clareza os desafios da época em que vivemos. Pandemia no encalço, as expectativas para o futuro são algo distante. 'Pensar no futuro requer asas, mas não conseguimos ainda sair do rés-do-chão. Saúde como direito fundamental se converte no imperativo de termos vacina para todos como direito universal e gratuito', diz, nesta entrevista à coluna CB-Poder.
Se Jair Bolsonaro é uma versão tropical de Donald Trump, então a derrota do presidente brasileiro na próxima eleição passa por encontrar (ou construir) um equivalente de Joe Biden no Brasil. O raciocínio passou a nortear políticos e estrategistas que discutem a formatação de candidaturas para 2022. A corrida em busca de uma versão nacional do político que assumiu em janeiro o governo dos Estados Unidos pregando a reunificação nacional e o fim dos extremismos ganhou corpo nas últimas semanas em setores da centro-direita e da esquerda que querem brecar a reeleição de Bolsonaro (sem partido).
A internação às pressas no Hospital da Vida da assessora parlamentar Patrícia Brandão, lotada no gabinete da vereadora Lia Nogueira (PP), tornou-se um exemplo pronto e acabado dos métodos ultrajantes que assessores próximos do prefeito de Dourados Alan Guedes (PP) vêm adotando desde a posse em 1º de janeiro contra críticos, adversários e até mesmo companheiros de partido, como é o caso.