Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O deputado estadual Renan Barbosa Contar (PSL) desistiu de acordo feito com o governador Reinaldo Azambuja (PSDB), para apoiar a eleição de Zé Teixeira (DEM) à primeira secretaria da Assembleia Legislativa. Agora, ameaça lançar candidatura ao cargo. A alegação, para voltar atrás, é curiosa: 'pressão de seguidores nas redes sociais'.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e senador Pedro Chaves (PRB) se reuniram com empresários asiáticos, em Brasília, nesta quinta-feira (24), em busca de investimentos para Mato Grosso do Sul. Conforme Chaves, empresários coreanos se mostraram bastante interessados em explorar o mercado estadual.
Nesse vai-e-vem de uma possível delação premiada de João Fava, homem do cofre de Délia Razuk, mais uma encrenca – e das bravas – para a prefeita. É que, se for para trazer à tona toda a podridão, Fava estaria impondo uma condição: puxar o fio da meada lá de trás. Ou seja, podendo comprometer assessores da administração de Murilo Zauith, hoje, além de vice-governador, o secretário de Obras do Estado cuja mão salvadora pode ser a última chance de sobrevida da prefeita.
Eleito pela terceira vez consecutiva deputado federal pelo PSOL do Rio de Janeiro, Jean Wyllys vai abrir mão do novo mandato. Em entrevista exclusiva à Folha de S. Paulo, o parlamentar —eleito com 24.295 votos e que está fora do país, de férias— revelou que não pretende voltar ao Brasil e que vai se dedicar à carreira acadêmica.
Não poderia ser pior o momento para a prefeita Délia Razuk. Tendo que se dividir entre um (des)governo envolto em gravíssimas denúncias de corrupção e o marido e conselheiro (Roberto Razuk) internado em São Paulo com problemas de saúde agravados, agora pipocando o pesadelo das delações premiadas. Dos ex-secretários presos, João Fava e Denise Portollan; do ex-contador Rosenildo França e de um ex-assessor de Idenor Machado. Tudo junto e misturado, é nitroglicerina pura.
Com o aumento da cobrança de setores militares, o governo Jair Bolsonaro (PSL) começou a deixar o filho mais velho do presidente, o senador eleito Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), sozinho para explicar o cada vez mais nebuloso caso envolvendo seu ex-assessor Fabrício Queiroz. O que os apoiadores do governo não sabem dizer ainda é se a tática será eficaz e, principalmente, se não veio tarde demais.
23/01/2019 - 19h43Juan Guaidó é engenheiro, tem 35 anos e preside a Assembleia Nacional, o Parlamento venezuelanoO presidente Jair Bolsonaro reconheceu nesta quarta-feira (23)...
No terceiro dia em Davos, na Suíça, o presidente Jair Bolsonaro abordou, nesta quarta-feira (23/1), sobre a importância das reformas econômicas no país — assunto deixado de lado durante o primeiro discurso internacional às autoridades estrangeiras, na terça-feira (22/1). Em almoço intitulado 'O Futuro do Brasil', Bolsonaro se reuniu com ministros e empresários, e citou o nome do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), como futuro presidente do país.
Em seu primeiro discurso em um palco internacional como presidente, Jair Bolsonaro defendeu que o Brasil lidere pelo exemplo e afirmou, de improviso, que os países precisam cooperar. “Hoje em dia um precisa do outro. O Brasil precisa de vocês, e vocês com certeza precisam do nosso querido Brasil”, afirmou, com a voz embargada ao subir na plenária do 49º Fórum Econômico Mundial, em Davos, na Suíça.
Consequência do mar de lama no qual chafurdou a prefeitura, Délia Razuk vive agora o dilema característico daqueles que perdem totalmente o controle da situação. A ponto de ter um juiz aposentado que não sabe a que veio como secretário de governo e um procurador jurídico que, de tão cioso de suas funções, transformou-se no prefeito de fato. Enquanto a prefeita finge que governa os dois assessores se atracam nos bastidores. O clima, que era de velório, agora é de guerra.
O governador João Doria quer transformar o PSDB em um partido 'de centro, com posições claras, que terá relações respeitosas com a esquerda e com a direita'. É esse o partido para chamar de 'seu', como já fez ao tomar posse no governo de São Paulo. Na avaliação de Doria, é preciso que o PSDB respeite seu passado, mas deixe de se submeter a ele para estar 'sintonizado com a população'. Para presidir a legenda, ele trabalha na candidatura do deputado Bruno Araújo (PSDB-PE), ex-ministro de Cidades, que termina o mandato no dia 31 e poderia, assim, dedicar-se exclusivamente à tarefa.
A líder do MDB no Senado, Simone Tebet (MS), anunciou nesta segunda-feira (21) que vai disputar com Renan Calheiros (MDB-AL) a indicação do partido sobre quem vai concorrer à presidência da Casa. Tebet vinha se manifestando mais timidamente nos bastidores, mas foi pressionada a assumir sua candidatura. Já em Brasília, tem recebido senadores durante o recesso.
Como nenhum engenheiro parece disposto a botar o cabresto, sobrou para mais uma funcionária de carreira assumir interinamente, agora, a poderosíssima secretaria de Obras. Quem disse, Berenice!, caiu do cavalo. Médicos, exceto Renato Vidigal, também recusam a vexatória condição, e a Saúde continua ao léu. Nem o vice-prefeito Marisvaldo Zeuli quis ser interino. Pode assumir logo, mas como titular. Retorno, ops!, agora, só do promotor Rotunno com seus homens de preto.
O ex-governador Cid Gomes (PDT-CE) se prepara para assumir seu primeiro mandato no Congresso Nacional como um dos líderes do recém-criado bloco oposicionista formado por PDT, PSB, Rede e PPS. O primeiro desafio, brinca, é conseguir reunir senadores no recesso. 'Vim a Brasília [na semana passada] e só consegui encontrar dois.'
Informação pra lá de inquietante no Correio do Estado desta segunda-feira, sobre a eleição da mesa da Assembleia Legislativa – a de que o governador Reinaldo Azambuja considera “injustiça” desalojar Zé Teixeira da primeira-secretaria da Casa. Isto porque o deputado douradense é considerado um “aliado de primeira hora” nos momentos difíceis da administração estadual. Como se a escolha do encarregado de cuidar do cofre do legislativo fosse uma ação entre amigos.
O presidente Jair Bolsonaro seguiu ontem à noite para Davos, na Suíça, onde participará do Fórum Econômico Mundial, que começa amanhã e vai até sexta-feira. Líderes de cerca de 70 países e representantes de diversos setores da economia estarão reunidos no evento, a primeira viagem internacional do presidente no cargo. Temas como a abertura ao comércio internacional, o combate à corrupção e a importância de aprovar reformas no país, sobretudo a da Previdência, cujo projeto deve ser concluído ainda este mês, estão na mira do discurso do presidente às elites econômicas internacionais. Embarcaram com Bolsonaro os ministros Paulo Guedes (Economia), Sérgio Moro (Justiça) e o chanceler Ernesto Araújo. Eduardo Bolsonaro, filho do presidente, também acompanhará a comitiva, assim como o governador de São Paulo, João Doria (PSDB).
Cansados, traumatizados e, principalmente, massacrados por fogo amigo. É assim que dizem se sentir os 17 integrantes da comitiva brasileira que está na China —entre eles 12 parlamentares, em sua maioria eleitos pelo PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro. Desde que Olavo de Carvalho, escritor tido como o guru intelectual do governo, acusou os políticos de serem 'analfabetos funcionais' e 'caipiras' por 'entregarem o Brasil à China', na quinta-feira (17), os nervos estão à flor da pele.
No clima de casa nova, vida nova, deputados federais eleitos neste ano já planejam qual vai ser a decoração de seus gabinetes na Câmara, distribuídos no final do ano passado. Joice Hasselmann (PSL-SP), que vai ocupar um gabinete que já pertenceu ao ex-presidente Lula, planeja um culto ecumênico para 'afastar qualquer energia que tenha ficado daquela escória da humanidade' no gabinete, diz. Ela prevê 'muita austeridade' na decoração, com bandeiras do Brasil e de São Paulo penduradas na parede.
Um relatório do Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras) aponta movimentações suspeitas de Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), deputado estadual e senador eleito. O filho do presidente da República, Jair Bolsonaro, recebeu em sua conta bancária 48 depósitos em dinheiro, que foram considerados suspeitos pelo órgão que investiga lavagem de dinheiro.
Mais essa, agora, para a prefeita Délia Razuk: ter que explicar o sumiço de seu ex-secretário de Fazenda e consogro, João Fava Neto. Depois de ter a prisão decretada pelo Tribunal de Justiça, para o que seria um retorno nem um pouco animador, Fava decidiu dar no pé. Pelo menos esta é sua condição de momento: de fugitivo. Que seja apenas isso, que seja encontrado logo, e, oxalá!, não uma daquelas queima de arquivo, já que existe uma preocupante onda de ameaças na cidade.