Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Ao completar 100 dias do seu segundo mandato, o governador Reinaldo Azambuja reafirma compromissos de investir cada vez mais em saúde, educação e segurança e em projetos estruturantes para manter o desenvolvimento regional e a geração de empregos e renda. As profundas reformas administrativas e fiscais implementadas na sua gestão permitem agora promover políticas públicas para melhorar a vida das pessoas.
De olho na vaga de André Puccinelli como presidente do MDB, para, lá na frente, ocupar o lugar que foi do chefe também no Parque dos Poderes, o deputado Renato Câmara não descarta tentar mais uma vez a prefeitura de Dourados, ano que vem. O discurso, padrão, foi feito hoje no Bom dia MS, da TV Morena: “o partido tem um projeto para Dourados, se for da vontade do partido...”. Quer dizer, contrariando algumas especulações, Câmara é, sim, candidatíssimo à cadeira de Délia Razuk.
O presidente Jair Bolsonaro assinará um decreto , nos próximos dias, dando um prazo de até 18 meses para que sejam eliminadas todas as normas, decretos, portarias e resoluções decorrentes de regulamentação de leis que, segundo fontes da área econômica, hoje servem mais para atrapalhar os negócios do que ajudar. Entre as medidas que deverão caducar no que está sendo chamado de ' revogaço ' pelo governo, estariam, entre outros exemplos, regras da Receita Federal, da Anvisa, proibições de importações de determinados produtos que não mais se justificam, exigências trabalhistas e até atos assinados na época do controle de preços.
Com mandato expirando na presidência da Associação Comercial e Industrial de Dourados a radialista Elizabete Salomão pode não ter todo o tempo do mundo, como sonha, para cuidar do retorno de sua Rádio Clube, agora digital. Pelo menos um segmento novo da política está pensando em convidar a filha do pioneiro do rádio e ex-prefeito Jorge Antônio para completar a trilha do pai. Senão como candidata a prefeita, a vice. Agora, é esperar para ver se ela volta a balançar.
O presidente Jair Bolsonaro (PSL) anunciou nesta segunda-feira (8) um novo nome para o ministério da Educação. Abraham Weintraub entra no lugar de Ricardo Vélez Rodríguez. Em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda, Bolsonaro exonerou Vélez e nomeou Abraham Weintraub para o cargo, liberando-o da função que ocupava. A cerimônia de posse de Abraham já tem data. Ocorre nesta terça-feira (9), às 14h, no Palácio do Planalto.
O nome de Delcídio do Amaral Gomes voltou aos bastidores da política estadual, agora como provável candidato a prefeito de Campo Grande, pelo velho PTB. Mesmo depois de ter o mandato cassado como senador, após amargar alguns meses na cadeia, preso que foi em flagrante, por – entre outras coisas – tentar facilitar a fuga de Nestor Cerveró, o homem da mala da companheirada petista nas roubalheiras descobertas pela Lava Jato. O finado Getúlio deve estar estrebuchando na sepultura.
Nesta quarta-feira, 10 de abril, o presidente Jair Bolsonaro completa o centésimo dia de um governo marcado por uma das mais profundas — e turbulentas — transições do mais recente período democrático. A troca de comando no Palácio do Planalto em 1º de janeiro representou a chegada de um sem-número de novos personagens e de tentativas de guinadas de políticas públicas. Levantamento do Correio a partir das primeiras ações do chefe da Esplanada e dos ministros — além de entrevistas com especialistas, políticos e professores — revela, porém, que as controvérsias produzidas pelos próprios aliados criaram dificuldades para o Executivo.
07/04/2019 - 17h10Nos EUA, fala do vice-presidente foi interrompida por manifestante que gritou 'ditadura nunca mais'O vice-presidente Hamilton Mourão disse neste domingo, em evento...
O presidente Jair Bolsonaro completa 100 dias de governo nesta quarta-feira, ainda sem uma base aliada consolidada no Congresso. Um dos grandes obstáculos, desde o início do mandato, é equilibrar a defesa da 'nova política', discurso que rendeu a ele muitos votos, com o presidencialismo de coalizão, do qual não tem como se livrar caso queira aprovar alguma matéria — o que não aconteceu até agora. O governo ainda não conseguiu emplacar nenhum projeto de lei no Congresso e já teve, pelo menos, duas derrotas: com a queda do decreto que mudava a Lei de Acesso à Informação, em fevereiro, e com a aprovação do Orçamento impositivo, em março.
Pesquisa do site Congresso em Foco corrobora a opinião da senadora Simone Tebet, para quem a ministra da Agricultura Tereza Cristina é a mulher mais poderosa da República. Solicitados a dar uma nota de um a cinco para o desempenho de Jair Bolsonaro, os líderes do Congresso conferiram ao presidente uma nota média de 2,5. Entre os ministros, a melhor avaliação é da andresista, com 3,3. A pior, claro, é do ainda ministro da Educação, Ricardo Vélez – 1,8.
Um ano depois da prisão de seu principal líder, o PT ainda está, nas palavras de um de seus mais influentes dirigentes, numa 'encruzilhada'. O partido tenta encontrar um caminho entre a defesa da liberdade do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e a construção de um projeto alternativo ao bolsonarismo para tentar voltar ao poder.
Na mesma cerimônia na Assomasul em que a senadora Simone Tebet qualificou Tereza Cristina como a mulher mais poderosa do Brasil e, entre os ministros, uma das poucas que o presidente ouve, uma figura discreta, mas talvez mais poderosa, até, que a ministra, circulava com desenvoltura entre prefeitos e vereadores: o comerciante douradense Rodolfo Nogueira, o primeiro a acreditar no projeto bolsonarista no Estado e, por isso, da mais alta confiança do presidente.
Ex-candidatos à Presidência da República, Ciro Gomes (PDT) e Geraldo Alckmin (PSDB) fizeram nesta sexta-feira (5) críticas duras ao governo de Jair Bolsonaro, classificado por eles como um conjunto de disparates, pautado pelo improviso e pela 'vassalagem vergonhosa' em relação aos Estados Unidos. Os dois políticos, derrotados pelo atual presidente na eleição de outubro, alinharam discursos quanto à falta de articulação política do Planalto —que não consegue angariar uma base aliada no Congresso— e à aproximação do Brasil com o governo de Donald Trump.
Neste domingo (7), Lula completará um ano atrás das grades do prédio da Polícia Federal, em Curitiba. Sem direito a visitas ou banho de sol no fim de semana, o ex-presidente vai passar o dia praticamente sozinho. A única pessoa que verá é o agente da PF Jorge Chastallo, o principal responsável pela cela do preso.
Respondendo a senadora Simone Tebet que afirmou ser ela a mulher mais poderosa da República, além de ser uma das poucas que Bolsonaro ouve, a ministra Tereza Cristina, da Agricultura, disse que apenas faz parte de um grupo de poderosos ministros, mas reclamando da pressão popular por resultados do governo. Nos bastidores da cerimônia de assinatura de convênios do programa ‘Avancar cidades’, na Assomasul, ela era apontada como forte candidata ao governo do estado em 2022.
Com R$ 80,219 milhões em projetos selecionados para obras de pavimentação, drenagem e sinalização viária em Mato Grosso do Sul, o governador Reinaldo Azambuja participou na noite desta quinta-feira (4.4) da cerimônia alusiva aos investimentos ao lado dos ministros Gustavo Canuto (Desenvolvimento Regional) e Tereza Cristina Corrêa da Costa Dias (Agricultura, Pecuária e Abastecimento). O evento foi realizado na Associação dos Municípios de Mato Grosso do Sul (Assomasul), em Campo Grande.
Depois de tentar sem sucesso construir uma base com bancadas temáticas, como a ruralista, a evangélica e a da segurança pública, o presidente Jair Bolsonaro vai recorrer aos partidos políticos para tentar garantir os votos necessários para aprovação da reforma da Previdência e outros projetos de interesse do governo. Bolsonaro receberá, nesta quinta-feira (4), lideranças de partidos aos quais tem imputado o rótulo de 'velha política', prática marcada, segundo ele, pelo fisiologismo, a tradicional troca de apoio por cargos e verbas.
Após mais de seis horas, a audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) chegou ao fim com bate-boca e confusão. O último deputado a falar na sessão, Zeca Dirceu (PT-PR), chamou o ministro da Economia, Paulo Guedes, de 'tigrão', quando lida com os aposentados, e de 'tchutchuca', quando se trata dos privilegiados. As declarações inflamaram os ânimos de quem estava na audiência e o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), encerrou a sessão.
Se antes, sem a obrigatoriedade de o governo federal atender deputados e senadores em seus pleitos por meio das famigeradas emendas parlamentares, a coisa já rolava solta, imagina agora, com a aprovação do Orçamento Impositivo. Se antes a condição de parlamentar era tida, por uns e outros, como profissão, agora é que ninguém vai querer largar o osso. Delcídio do Amaral, cassado, e outros especialistas no assunto, mas reprovados nas urnas, devem estar se remoendo.