Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso acha que a presidente Dilma Rousseff tornou-se refém de seu ministro da Fazenda, Joaquim Levy, o economista de perfil conservador que ela recrutou para dar uma guinada em sua política econômica e equilibrar as finanças do governo.
Se a coisa já não era boa, com a decisão de ontem do STF (Supremo Tribunal Federal), obrigando prefeituras e estados a liquidarem seus precatórios os cabelos de Murilo Zauith devem ficar tão alvos quanto o topo da montanha gelada dos Alpes franceses onde caiu o Airbus da Germanwings, matando cento e cinquenta pessoas.
25/03/2015 - 16h48Júlia Marinho, da bancada evangélica, alega que família composta por dois pais ou duas mães “não logra ampla aceitação social” e pode...
Em queda livre, a presidente conseguiu em pouco tempo aquilo que parecia impossível, arrastar consigo seu partido e o ex-presidente Lula, que passou quase “imaculado” pelo Mensalão. O ex-presidente ameaçou soltar a presidenta na ladeira, caso ela não faça mudanças que ele considera necessárias, a começar por encostar o atual ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante.
Quem foi que disse que Dourados era a capital do inferno? Ou uma terra arrasada por um furacão (Uragano). Pelo menos no campo da ficção cinematográfica finalmente alguém resolveu fazer valer o nome Owari (ponto final em japonês), com a qual a Polícia Federal denominou a primeira operação na tentativa de pôr fim à corrupção. Embora o filme que começou a ser rodado na cidade no último fim de semana trate do combate ao crime organizado na fronteira, é assim, “em nome da lei” que Dourados vai ser mostrada na telona mundo afora a partir do ano que vem.
O ex-governador André Puccinelli (PMDB) não revela nem assume publicamente, mas nos bastidores de seu dia-a-dia é mais intensa e reveladora a rotina de quem procura manter azeitada a dinâmica do eterno candidato. Seu olhar nas eleições de 2016 é de sintomático interesse. Para alguns de seus amigos e aliados mais próximos, é possível perceber que Puccinelli não se contenta em fazer política apenas como conselheiro e espectador.
A atriz Paolla Oliveira começou a gravar hoje em Dourados as cenas do filme “Em Nome da Lei”, no qual vai interpretar a promotora de Justiça Marines, aliada do juiz Vítor (Mateus Solano) no combate ao crime organizado na fronteira de Mato Grosso do Sul com o Paraguai. As gravações começaram no sábado, com cenas de Mateus Solano em um escritório de contabilidade na Rua João Góes, no centro, e correndo e uma rua de terra, ao lado de um hotel desativado, na Avenida Guaicurus.
Tirante os eternos pretendentes petistas, desde que Zeca do PT bateu na trave na primeira eleição em que perdeu para André Puccinelli, e os tucanos, agora em voo mais seguro, decolando da base governamental, todos os que por lá passaram, que se sentaram ou não na cadeira principal, querem retornar.
O quadro de incertezas diante da escassez de lideranças políticas de peso e o dilema administrativo que vive Campo Grande desde o processo de impeachment do prefeito Alcides Bernal (PP), acabaram atraindo o interesse de candidatos do interior que pensam em arriscar a sorte nas eleições municipais do ano que vem na Capital.
Incomodado com o esgarçamento da relação do governo com o Congresso, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vem articulando diretamente com lideranças petistas de Câmara e Senado. Com relação à preposta e sucessora, Dilma Rousseff, a ordem é calar a boca, principalmente no que se refere à palavra impeachment.
22/03/2015 - 09h42Um dos empreiteiros acusados de participar do esquema de corrupção descoberto na Petrobras afirmou a investigadores da Operação Lava Jato que pagamentos...
A deputada estadual Antonieta Amorin (PMDB), comentou na manhã de hoje sobre os nomes dos peemedebistas de Marquinhos Trad e André Puccinelli, e também o dela mesma, para concorrer à prefeitura de Campo Grande.
O MPE-MS (Ministério Público Estadual em Mato Grosso do Sul) vai apurar suposta irregularidade na alteração da Lei Orgânica da Câmara Municipal de Campo Grande. A mudança, aprovada em fevereiro na Casa de Leis, é alvo de um procedimento preparatório, publicado no Diário Oficial desta sexta-feira (20).
20/03/2015 - 16h32'Tem gente que acha que quanto pior, melhor', disse, afirmando que dificuldades são momentâneasA presidente Dilma Rousseff voltou a defender o diálogo...
A tão decantada reforma eleitoral que o Congresso Nacional faz de conta que está votando, só para desviar a atenção dos holofotes dos parlamentares (os presidentes das duas Casas, inclusive, Renan Calheiros e Eduardo Cunha) envolvidos no Petrolão, prevê, entre outras coisas, a prorrogação dos mandatos dos atuais prefeitos ou uma eleição de seis anos para seus sucessores, como forma de coincidirem as eleições, de mamando a caducando (de vereador a presidente da República) já em 2018 ou quatro anos depois.
Em decisão monocrática do Ministro João Otávio de Noronha, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral) negou recurso especial à coligação “Douradina Não Pode Parar” (PDT) e cassou os mandatos do prefeito e do vice-prefeito de Douradina, Darcy Freire (PDT) e Ailton de Souza Nunes (PSDB) por compra de votos e abuso de poder econômico nas eleições municipais de 2012.
O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Luiz Fux solicitou no dia 12 de março deste ano ao TRE-MS (Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso do Sul) a entrega de cópia da prestação de contas do deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), que está sendo investigado pelo Supremo por suposta prática de improbidade administrativa na contratação do Gisa, em 2008, quando ele era secretário municipal de saúde de Campo Grande, na gestão do ex-prefeito Nelson Trad Filho (PMDB).
19/03/2015 - 11h36O empresário Cristiano Kok, presidente do conselho de administração da empreiteira Engevix, admite que pagou cerca de R$ 10 milhões em propina...
Se arrependimento matasse não haveria blog hoje, nenhuma rapidinha, sequer. É que há tempos venho empurrando com a barriga o convite de alguns amigos e parlamentares para meu retorno, ops!, aos corredores do Congresso Nacional. Como gostaria de estar lá ontem, bem pertinho, de ladinho, mesmo, de suas excelências, com o livre acesso que a condição de jornalista credenciado permite para transitar entre suas excelências, e, assim, prestar bem a atenção no semblante de alguns de nossos mais chegados diante da explosiva fala do até ali ministro da Educação do (des)governo Lula/Dilma, o pra lá de temperamental Cid Gomes.