Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
A Procuradoria da República no Distrito Federal abriu investigação contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva por suposto tráfico de influência internacional e no Brasil. Agora, o petista é alvo de um procedimento investigatório criminal. Com isso, o Ministério Público Federal passa a ter prerrogativa de utilizar todas as ferramentas investigativas.
As investigações da Operação Lama Asfáltica podem se estender à apuração de suspeita de remessa de dinheiro para o exterior e lavagem de dinheiro, como sugere relatório circunstanciado da Polícia Federal, concluído em maio de 2013. Os indícios começam a aparecer quando surge no esquema montado pelo empresário João Alberto Krampe Amorim dos Santos, dono da Proteco, a figura de Elza Cristina Araújo dos Santos Amaral, que era funcionária de Amorim, com salário de R$ 3.120,00 e que a partir de setembro de 2007 passou a ser sócia da Proteco, com 1% da cota parte do capital, o equivalente a R$ 6 mil.
Espremendo o texto de Willams Araujo em sua conjuntura online de hoje a respeito das mudanças que a lama asfáltica jogada no ventilador da política estadual pode provocar na sucessão municipal do ano que vem, a única informação relevante – e pra lá de preocupante – é da possível substituição do ex-deputado Edson Giroto pela deputada Grazielle Machado como nome do PR na disputa da prefeitura de Campo Grande. Dos colunistas políticos o mais enfronhado no poder, Araújo aventa também possibilidade, pelo óbvio da coisa, dos respingos de toda essa caca no “fenômeno” Marquinhos Trad, mas não arrisca um palpite quanto aos reflexos dos estragos que poderão ser provocados ao nome que vier a ser apoiado pelo governo do Estado.
Nunca antes na história (não dá para falar em corrupção sem lembrar a frase antológica do quadrilheiro-mor Lula da Silva) os parêntesis, como os do título deste *post*, foram tão acertadamente colocados ou tiveram significado tão grave, no que se refere ao quadro político do Mato Grosso do Sul. E até nisso Pedro Pedrossian foi visionário, ao concentrar os três poderes estaduais, um de ladinho do outro, num único parque, como se antevisse as dificuldades da polícia, mesmo que no caso da bem aparelhada Federal, num eventual arrastão para “encontrar” os mais ilustres representantes do executivo, legislativo e judiciário.
Agitada, andando em círculos e gesticulando muito, a presidente Dilma Rousseff olhou para os auxiliares e bradou, indignada: "Não sou eu quem vai pagar por isso. Quem fez que pague".
Ela estava furiosa. "Não devo nada para esse cara, sei da minha campanha", afirmou, referindo-se às suspeitas lançadas pelo empresário Ricardo Pessoa sobre as doações à sua campanha à reeleição.
A Polícia Federal apontou, em inquérito que tramita no STF (Supremo Tribunal Federal) como desdobramento da Operação Lava Jato, que o deputado federal Vander Loubet (PT-MS) e o lobista Jorge Luz, suspeito de pagar propina ao ex-deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) por um negócio fechado com a Petrobras, viajaram duas vezes no mesmo avião em duas viagens internacionais para o mesmo destino.
10/07/2015 - 20h36Controladoria Geral da União poderá convocar funcionários de outros estados para reforçar fiscalizaçãoA CGU (Controladoria Geral da União) promete devassa em todas...
O deputado federal Dagoberto Nogueira (PDT), que está a um passo de ser indicado ministro do Trabalho do governo Dilma Rousseff, informou hoje (10) que irá indicar o nome de Sérgio Roberto Castilho Vieira para assumir a superintendência da Funasa em Mato Grosso do Sul. Atualmente, o engenheiro douradense ocupa a função de chefe de gabinete de Dagoberto. “O Delcídio já atendeu ao PMDB, agora estamos aguardando ele nos atender. Ainda falta o PT também aqui no estado. Quero sentar com Delcídio na próxima semana para tentar resolver isso”, disse.
Um dos alvos da Operação Lama Asfáltica, da Polícia Federal e outros órgãos federais de fiscalização, o ex-deputado federal Edson Giroto (PR) pediu, no início da tarde de hoje (9), afastamento do cargo de assessor especial do Ministério dos Transportes. O fato foi comunicado em nota pelo titular da pasta, ministro Antonio Carlos Rodrigues. Uma escorregada que pode ser fatal para o ex-braço direito de André Puccinelli, principal nome do PR, o partido comandado por Londres Machado no Mato Grosso do Sul, que poderá ter reflexos, inclusive, na sucessão do prefeito Murilo Zauith.
Em Dourados, onde conheceu o funcionamento do Sisfron (Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras) na manhã desta quinta-feira (9), o presidente da República em exercício, Michel Temer (PMDB), elogiou o projeto, lançado em novembro do ano passado e garantiu que a presidente Dilma Rousseff (PT) termina o seu mandato, em 2015.
Iniciada na manhã desta quinta-feira (8) pela Polícia Federal, Receita Federal e Controladoria Geral da União (CGU), a Operação Lama Asfáltica apura fraudes em licitações que causaram rombo de R$ 11 milhões nos cofres públicos. Além do empresário João Krampe Amorim, o que mais conquista licitações do Governo e da Prefeitura, servidores do Governo do Estado também são alvo da operação. Independentemente dos resultados, os danos políticos pode ser irreversíveis, no que já está sendo considerado uma praga petista, já que o foco são empresários ligados a governos peemedebistas da prefeitura da capital e do governo do Estado. O empresário João Amorim é irmão da deputada Antonieta Amorim.
São três as assertivas do título deste *post*, aí incluídas as aspas. É que no geral, ou melhor, nas eleições gerais (para presidente da República, governos estaduais, Senado e Câmara Federal) pouco ou quase nada muda nas regras da propaganda eleitoral aprovadas ontem no Congresso – apenas a diminuição do tempo do horário eleitoral e a expansão do período de exibição das inserções, que vai começar mais cedo e adentrar a madrugada.
06/07/2015 - 16h58A Equipe Engenharia Ltda, que financiou parte da campanha a prefeito de Edson Giroto (PR), ganhou licitação milionária para realizar serviços de...
Como diz um antigo dito popular, o castigo vem a cavalo. Quem se deu ao trabalho de ler o mixuruca direito de resposta de Valdenir Machado aqui no Blog deve se lembrar de dois itens que reforçam a tal verdade que ele diz estar trazendo à tona: “Durante os mandatos exercidos como deputado estadual recebi os proventos previstos por lei e nada mais; não respondo a nenhum processo oriundo da atividade parlamentar”. Isto, para limpar sua barra, depois da crítica ao governador Reinaldo Azambuja pelo que o blog entendeu ser um deboche a nomeação de um mensaleiro da Assembleia para uma sinecura regional em Dourados.
04/07/2015 - 08h51Bloco na rua - As principais lideranças da oposição e do PMDB discutem abertamente dois caminhos possíveis para deflagrar, já em agosto,...
Na última quarta-feira (1º), Marcelo Odebrecht, herdeiro e presidente do grupo empresarial que carrega o sobrenome de sua família, quis falar com um policial. Pediu que deixasse aberta a porta da cela onde está preso há duas semanas, na sede da Polícia Federal, em Curitiba. Queria circular pelo menos no corredor.
Num longo discurso a integrantes da FUP (Federação Única dos Petroleiros), o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva reconheceu que o país atravessa um momento difícil e apontou um roteiro para a recuperação do governo de sua sucessora e afilhada política, Dilma Rousseff.
Quando chegou, ontem, o direito de resposta de Valdenir Machado, achei, sinceramente, que ele havia se dado por satisfeito, colocando uma pedra em cima de assunto tão incômodo, depois dos puxões de orelhas que certamente por isso andou levando. Tanto que cheguei a comentar com meu advogado que o ex-deputado nem precisaria ter recorrido à justiça por tão pouca coisa; bastava ter mandado uma correspondência direta ao Blog, no que seria prontamente atendido, após a publicação do texto em que critiquei o governador Reinaldo Azambuja pelo deboche com Dourados ao nomear um mensaleiro da Assembleia para uma sinecura regional que os integrantes da famosa “república do Panambi” entendiam ser a extensão do gabinete governo do Estado.