Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Ao abrir a 51ª Expoagro na manhã deste sábado, o governador Reinaldo Azambuja (PSDB) anunciou que duas grandes indústrias podem se instalar em breve em Dourados, segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, a 233 km de Campo Grande. Ele não revelou detalhes, mas disse que o governo do Estado está negociando “dois bons empreendimentos industriais” para gerar emprego e agregar valor à matéria-prima produzida na região.
Acabou o mistério, um vídeo que mostra um trecho da reportagem do Fantástico grava em Campo Grande esta semana revela que o teor do programa é o golpe na praça aplicado pelo Prefeito Gilmar Olarte e alguns parceiros, como Ronan Feitosa.
16/05/2015 - 09h26Neste sábado, dia 16 de maio, Decio Iandolli Junior, presidente da AME/MS (Associação Médico Espírita de Mato Grosso do Sul), realiza no...
Dia 13 de maio, era para ser mais uma reunião rotineira da Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados, porém, graças a uma declaração polêmica do deputado federal por Mato Grosso do Sul Luiz Henrique Mandetta (DEM), a reunião se tornou palco de gargalhadas, mas também de muitas caras feias.
14/05/2015 - 15h32Por iniciativa do governador Reinaldo Azambuja (PSDB), que decidiu na manhã de hoje retirar de pauta da Assembleia Legislativa um projeto contestado...
14/05/2015 - 04h35Em reuniões com governador, na presença de deputados estaduais, secretário de Saúde pediu equipamentos e recursos para reformar prédios e ampliar atendimentosResponsável...
Consolidando-se cada vez mais como polo de turismo de negócios e eventos, Dourados não para de ganhar novos empreendimentos. De hotéis, por exemplo, são 5 projetos em andamento, como o da rede Bristol, que vai investir cerca de R$ 13 milhões para a construção de um hotel com capacidade para 260 leitos. Há também casas de shows, espaços para eventos, pesqueiro, restaurantes em construção e em projetos.
Diz o velho dito popular: quem não arrisca não petisca. Para dar sentido à atitude da vereadora ainda peemedebista Délia Razuk, que acaba de chutar o balde da sucessão municipal, sem querer querendo abusar dos adágios, não tem como não inverter um dos mais famosos deles – o de que por trás de um grande homem há sempre uma grande mulher. No caso em tela (alas, JC Torraca!), além de um grande homem por trás da candidata à sucessão de Zauith há um exímio jogador – o maridão, ex-deputado Roberto Razuk, mais ativo que nunca na arte da articulação política.
12/05/2015 - 08h53A crise econômica brasileira afeta drasticamente a arrecadação e está provocando graves problemas aos municípios. Muitos deles estão praticamente inviabilizados. Em Dourados,...
O senador Delcídio Amaral (PT-MS), líder do Governo no Senado, confia que seu partido tem todas as condições, históricas e programáticas, para enfrentar e vencer as dificuldades e os desgastes que vem sofrendo. Porém, não se embandeira no discurso dispersivo que se distancia do núcleo dessas dificuldades. E ressalva: “Eu seria hipócrita se dissesse que o partido está bem”.
11/05/2015 - 09h20Em manifesto nacional previsto para três dias, os prefeitos vão cobrar do Congresso Nacional e do Palácio do Planalto pelo menos cinco...
Délia Godoy Razuk é uma mulher determinada. Eleita vereadora em 2008 com a maior votação entre os nomes que conquistaram uma cadeira na Câmara Municipal de Dourados, ela decidiu que disputaria a prefeitura em 2012. No meio do caminho, a Operação Uragano colocou quase toda a Câmara Municipal atrás das grades e como única parlamentar sem envolvimento em qualquer esquema de corrupção, Délia foi eleita presidente do Poder Legislativo e acabou sendo nomeada prefeita interina pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, entrando para a história política douradense como a primeira mulher a ser prefeita da cidade.
08/05/2015 - 08h23A informação ágil e sem fronteiras, se não outros, trouxe um grande benefício. As máscaras políticas estão caindo.As clausuras que mantinham grupos...
A propósito do poste (Odilon Azambuja) que André Puccinelli, já pensando em seu retorno em 2018, tenta fincar em Dourados, interessante lembrar que tudo isso começou com Pedro Pedrossian, o maior “fincador” de postes da curta história do Mato Grosso do Sul, o estado, aliás, cujo primeiro governador foi um poste fincado pelo presidente Geisel – o gaúcho Harry Amorim Costa.
06/05/2015 - 09h57Longe da santidade religiosa, e com capacidade mais aguçada para entender dos deslocamentos dos anseios da população do que da probabilística da...
Depois de fazer das tripas coração para eleger seu então vice-governador Murilo Zauith prefeito de Dourados, dentro de sua estratégia de isolar o douradense de projetos maiores, como o de sua própria sucessão e a ocupação da cadeira que reservara a Simone Tebet no Senado, André Puccinelli está de volta à terra de seu Marcelino. Agora, para fincar um poste que dê sustentação ao linhão com o qual pretende alumiar seu caminho de retorno ao Parque dos Poderes em 2018. E olha que segundo seu sempre secretário de obras Edson Girotto, como médico metido a engenheiro tocador de obras, ninguém mais que Puccinelli entende de postes, ou de tocos.
05/05/2015 - 14h46Em propaganda partidária, Lula critica projeto de lei: "Brasil do começo do século passado"A propaganda partidária do Partido dos Trabalhadores vai ao...
A alegação do novo diretor do Sistema Penitenciário do Estado Ailton Stropa para toda a pompa e circunstância que marca o início da operacionalização do novo presídio semiaberto de Dourados na manhã desta segunda feira é de que o grande anseio da sociedade para a retirada do estabelecimento penal do centro da cidade justifica a cerimônia. Além disso, a primeira grande oportunidade do evangélico juiz aposentado de aproveitar a chance dada por Reinaldo Azambuja para se apresentar, e se cacifar, entre os demos, como “forte” candidato governista a prefeito de Dourados.
Poucas discussões são mais antigas em Brasília do que a necessidade de fazer uma reforma política. Há pelo menos vinte anos o assunto é discutido no Congresso, mas esbarra sempre na falta de consenso entre parlamentares e no jogo de interesses partidários movimentados pelo projeto. Pesa contra o tema justamente o fato de que a reforma tem de ser feita pela própria classe política, cujos interesses mudam a todo o tempo.