Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
12/02/2015 - 08h01O prefeito Ludimar Novais acompanhado dos secretários Luiz Alexandre do Amaral (Governo), Denize Oliveira (Educação) e Paulo Roberto da Silva (Administração), manteve...
11/02/2015 - 15h38Manobra articulada pelos partidos de menor representatividade na Assembleia Legislativa tirou o direito de o PMDB, bancada majoritária na Casa, indicar a...
Por que Reinaldo Azambuja consumiu todo o primeiro mês de seu governo tentando construir um consenso em torno da eleição mesa diretora da Assembleia Legislativa e, agora, depois do insucesso de seu proposto Sergio de Paula como negociador político, não conseguindo emplacar o avalista de campanha Zé Teixeira na presidência, parece que vai passar fevereiro inteiro, ainda, em vez de governando, enfim, o Estado, negociando a ida de um cupincha para a presidência Comissão de Constituição e Justiça (a mais importante delas) da mesma Assembleia? Por que esta inquietante e desesperada busca, pelo chefe do poder executivo, pelo mando, também, do poder legislativo?
A maioria dos deputados federais por Mato Grosso do Sul foi contra a criação da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Petrobras. A estatal é protagonista de um escândalo envolvendo corrupção. De acordo com levantamento divulgado pela revista Veja, somente três dos oitos deputados apoiaram a investigação: Geraldo Resende (PMDB), Tereza Cristina Côrrea da Costa Dias (PSB) e Luiz Henrique Mandetta (DEM).
Em sua primeira manifestação pública sobre a Operação Lava Jato, Lula comparou o petrolão ao mensalão. Fez isso para insinuar que o novo escândalo terá um julgamento político. “Estamos assistindo à repetição de um filme com final conhecido”, disse ele na festa de 37 anos do PT.
A Segurança Interna do País é sentida como uma garantia de conquista e manutenção dos altos Objetivos Nacionais em defesa e garantia contra ameaças de origem ou consequências internas, com aplicação do Poder Nacional. Mas aqui, em Campo Grande, a presidente Dilma não sofreu nenhuma ameaça.
Falou em retorno é com ele mesmo. Ainda mais quando o avalista da proposta do que deve ser seu mais lucrativo negócio é o mesmo que garganteia pelos quatro cantos da Assembleia ter bancado a eleição de Reinaldo Azambuja. É isto mesmo que vocês estão pensando! O uragânico Geraldo Resende pode deixar o PMDB de seu antigo patrão André Puccinelli para alçar voo de retorno, ops!, ao ninho tucano. Tudo avalizado, claro, pelo deputado Zé Teixeira, no que seria a primeira grande barganha do balcão de negócios em que deve se transformar a Casa Civil na gestão do preposto censor Sérgio de Paula. As bases da transação incluem a garantiria de apoio do chefe Reinaldo Azambuja ao sempre oportunista parlamentar (ainda) peemedebista à prefeitura de Dourados.
Eu sou do tempo em que ser honesto era obrigação. Credencial para que as pessoas fossem colocadas não no rol da fama, mas no rol das pessoas de respeito e, por isso mesmo, respeitáveis. Administrador público, obrigatoriamente, tinha que ter alto grau de honestidade, vez que lidava com dinheiro do erário. Dinheiro suado do povo, pobres ou ricos.
03/02/2015 - 13h38Homenagem, gafe e dados sobre o aparato do governo para atender as mulheres marcaram o discurso da presidente Dilma Rousseff (PT), que...
03/02/2015 - 08h55Tereza Cristina acredita que o Estado não será penalizado porque o agronegócio é a grande alavanca da economiaOs horizontes políticos não estão...
Ao ver a senadora Simone Tebet toda atrapalhada ontem na cabine “indevassável” da eleição para a presidência do Senado, disparou o dispositivo de busca no escaninho da memória para encontrar um texto que publiquei em 27 de setembro de 2002, quando – a propósito da ascensão de Ramez Tebet à mesma cadeira que a filha preferiu deixar com Renan Calheiros – falei da conformação de Dourados com sua condição de província, aceitando passivamente as determinações do caciquismo político do Estado e engolindo, já naquela época, mais um candidato a vice-governador. Doze anos se passaram e, agora, nem isso. Sequer, um carguinho de segundo escalão no governo Azambuja.
Deputados federais e estaduais de Mato Grosso do Sul tomaram posse neste domingo (1º) para quatro anos, seja na Assembleia Legislativa ou na Câmara Federal. Porém, a depender deles, este mandato pode durar apenas dois anos. Isso porque o novo mandato mal começou e eles já estão de olho na disputa por prefeituras no ano que vem.
A Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul empossou na manhã deste domingo os 24 deputados estaduais que exercerão mandato de quatro anos nesta 10ª legislatura desde a criação do Poder Legislativo.
Eleito presidente da Mesa Diretora por unanimidade dos votos, o deputado Júnior Mochi (PMDB) não se conteve e fez um discurso emocionado ao lembrar a população do município de Coxim, onde foi prefeito por dois mandatos consecutivos antes de chegar ao Parlamento Estadual.
O governador Reinaldo Azambuja (PSDB) e o deputado estadual Júnior Mochi (PMDB) não combinaram, mas chegaram praticamente juntos agora há pouco para a sessão de abertura do ano político na Assembleia Legislativa. Ambos afirmaram ao MS Notícias que o consenso que uniu todos os partidos para garantir chapa única na Mesa Diretora e evitar uma disputa foi demonstração de maturidade política e responsabilidade com as expectativas da população.
Com a posse dos novos deputados estaduais, saem de cena importantes lideranças que fizeram história na política de Mato Grosso do Sul. A mais expressiva é Londres Machado (PR). Ele bateu recorde nacional exercendo onze mandatos consecutivos, sendo 44 anos de atividade na Assembleia Legislativa. Londres nunca perdeu eleição para deputado estadual. Mas quando desistiu de concorrer ao 12º mandato parlamentar para ser vice-governador, ficou fora com a derrota do senador Delcídio do Amaral (PT), candidato a governador. Ele abriu caminho para a filha, Grazielle Machado (PR).
É raro achar um político que goste de Helio Telho Corrêa Filho. Eles têm razão de não ter muita afeição pelo procurador da República: além de já passado pelo Ministério Público Eleitoral (MPE) deixando estragos em várias candidaturas com gastos suspeitos nas eleições de 2004 e 2006, ele não costuma “alisar” com a classe. O fato agravante é que ele usa as redes sociais para dizer o que pensa — e geralmente o que ele pensa é o antônimo do que um questionável ocupante de cargo público consideraria um elogio.
Em fevereiro, logo após as férias forenses (31 de janeiro), o Procurador Geral da República, Rodrigo Janot, vai apresentar ao Supremo Tribunal Federal (STF), suas indicações para abertura de investigações ou denúncias contra políticos envolvidos em corrupção na Petrobras. Afinal, as investigações da operação Lava Jato rastrearam a “mão grande” de desvio de dinheiro na Petrobras colocando parte de altos funcionários dessa estatal na condição de réus em ações penais. Além deles, estão presos proprietários e executivos de grandes empreiteiras que atuaram nos episódios do que o povo costumou chamar, jurídica e inapropriadamente de roubo do Petrolão.