Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
01/10/2014 - 08h08Mediado pelo jornalista Carlos Monforte da GloboNews, o último debate entre os candidatos a governador na noite desta terça-feira (30), promovido pela...
O recado nem é tão subliminar, é quase que direto: “o que está bom nós vamos melhorar”. Por que Delcídio do Amaral, em tese, candidato de oposição ao governo do Estado, tem batido tanto nessa tecla desde o início do horário eleitoral? Muito mais pela conveniência dos números das pesquisas de intenções de voto que trazem também – para melhor orientação do eleitor – a avaliação dos governantes de plantão apontando André Puccinelli como o governador mais bem avaliado do Brasil, este discurso está atrelado às amarrações que permitem a dita sustentabilidade do governo petista em nível nacional, com o PMDB na base desta pirâmide.
28/09/2014 - 08h54No atual ritmo de variações dos principais candidatos a presidente, conforme mostra pesquisa Datafolha realizada nos dias 25 e 26, o eventual...
26/09/2014 - 08h39Os púlpitos posicionados no palco do auditório da unidade I da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados) não ‘esquentaram’ no debate realizado...
O mau desempenho de apostas dos grandes partidos e a ausência de um terceiro candidato competitivo contribuem para que nove Estados caminhem para definir as eleições para governador já no primeiro turno.
São Paulo e Minas Gerais são exemplos desse quadro.
Na eleição paulista, a aposta petista, Alexandre Padilha, segue estacionada abaixo dos 10% nas pesquisas, e Paulo Skaf, do PMDB, em torno de 20%, cenário que favorece a reeleição de Geraldo Alckmin (PSDB), perto dos 50%.
25/09/2014 - 10h01Candidata do PSB quer órgão para verificar gasto e dar transparência fiscal.
No Bom Dia Brasil, ela falou de subsídios, agronegócio e negou...
23/09/2014 - 10h55Candidato do PSDB concedeu entrevista gravada ao 'Bom Dia Brasil'.
Ele disse que vai discutir um substituto para o fator previdenciário.O candidato à...
Faltando dois meses, apenas, para as eleições de 2010, quando a Polícia Federal desbaratou a quadrilha que assaltava os cofres da prefeitura de Dourados, na operação Uragano, não houve tempo suficiente para que o eleitorado processasse tanta informação e fizesse, nas urnas, o devido julgamento dos envolvidos. Até porque todas as atenções se voltavam então para os presos em flagrante, como o prefeito Ari Artuzi, parte de seu secretariado e a maioria dos vereadores, safando-se outros integrantes do grupo criminoso, por coincidência os que disputavam aquele pleito, como Geraldo Resende e Marçal Filho, cujas denúncias, por conta do tal foro privilegiado e da lentidão oceânica do judiciário, só agora começam a tramitar no Supremo Tribunal Federal.
Muito bem. Viradas as páginas que contém as listas dos mais votados e da provável composição da futura bancada douradense na Assembleia Legislativa, com base na soma – e nas benditas sobras – das legendas, vamos a cada uma delas, para tentar entender o tamanho da encrenca. É o maior barato conversar com candidatos. Todos se veem com chances, até mesmo os que não fazem parte dos primeiros pelotões, como é o caso do “progressista” Izomar Galeano. Neste caso, aliás, pode até ser que Dourados fique com uma rebarba, desde que o *irmãozinho* preferido de Antônio Neres seja o primeiro da lista, não apenas pelo que Alcides Bernal pode puxar na legenda, mas, principalmente, se o eleitor entrar na onda da excentricidade de nomes como *Pikita*, *Filho do Padre*, *Maguila*, *Lagoa do Tapete*, *Bira Mecânico*, *Tiãozinho do Táxi*, *Nelson Primo dos Ovos*, *Xororó*, *Papai* e *Sid (sic) do Gás*.
22/09/2014 - 07h59Faltando apenas 12 dias para as eleições de 5 de outubro, os candidatos continuam fazendo projeções distintas sobre o cenário da disputa...
A presidente Dilma Rousseff, candidata do PT à reeleição, afirmou, em entrevista gravada no domingo e transmitida nesta segunda-feira (22) pelo “Bom dia Brasil”, que a política econômica atual está na “defensiva” por causa da crise financeira internacional e que qualquer mudança dependerá de uma melhora na economia dos Estados Unidos.
De sétimo homem mais rico do mundo, o empresário Eike Batista diz considerar "um baque gigantesco" ter voltado, dois anos depois, à mesma classe média em que nasceu. Seu patrimônio, estimado em US$ 30 bilhões, em 2012, foi reduzido, segundo suas contas, a US$ 1 bilhão negativo. Esse é o débito que ainda lhe sobraria caso vendesse todas as ações das empresas Ogpar, OSX, MMX (das quais ainda é controlador), além da Prumo (ex-LLX) e Eneva (ex-MPX), ambas vendidas, respectivamente, aos grupos EIG, dos Estados Unidos, e E.On, alemão.
20/09/2014 - 15h36O Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MS) negou nesta sexta-feira (19) o pedido de impugnação da candidatura a governador de Reinaldo Azambuja (PSDB), proposto...
Com ou sem Murilo Zauith, só para não perder o link com o post anterior, Dourados, pelo que apontam as pesquisas, está na iminência de eleger o maior número de deputados estaduais da história. Até agora, a maior bancada foi a de 1982 (Anis Faker, Ivo Cersósimo, Roberto Djalma Barros e Walter Carneiro), assim mesmo porque José Elias Moreira puxou votos como candidato a governador. Depois, por meia legislatura, apenas, tendo uma bancada de cinco deputados, o que só foi possível com a subida de três suplentes (Bela Barros, Humberto Teixeira e Valdenir Machado), por coincidência na menos produtiva de todas as eleições, quando da ascensão do fenomenal pedetista Ari Valdecir Artuzi, com mais uma reeleição do demo Zé Teixeira.
No auge de sua popularidade, ao final do primeiro mandato como prefeito de Dourados, Antônio Braz Genelhu Melo se deu ao luxo de preterir o popularíssimo Valdenir Machado como candidato a sua própria sucessão para tirar do bolso do colete o nome de seu sem votos secretário de obras Antônio Luiz Nogueira. Diante das advertências para a temerária decisão de não apoiar o deputado mais votado da região, Braz subia nas tamancas: “eu elegi o Valdenir, ele deve isso a mim; jamais vai me trair”. O filho de dona Mariana estava redondamente enganado. O mais ilustre representante da “república do Panambi” não só “sartou de banda” como apoiou e fez prefeito seu colega deputado Humberto Teixeira.