Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
26/06/2013 - 21h14Em resposta às manifestações que se espalham pelo país, o Senado aprovou nesta quarta-feira (26) projeto que transforma a corrupção em crime...
25/06/2013 - 21h42O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, defendeu nesta terça-feira (25) a diminuição da influência dos partidos políticos nas decisões...
25/06/2013 - 21h29Mas para onde está indo o Brasil? Quando os protestos pareciam ter perdido intensidade após a histórica quinta-feira de 20 de junho,...
25/06/2013 - 21h13Os deputados federais derrubaram na noite desta terça-feira (25), em decisão quase unânime, o Projeto de Emenda Constitucional número 37/2011, conhecido como...
24/06/2013 16h38 > Atualizada 24/06/2013 22h48Em reunião com prefeitos e governadores das 27 unidades federativas, a presidente Dilma Rousseff anunciou nesta segunda-feira (24), no...
Em meio ao turbilhão das vozes já não mais tão roucas das ruas não só Brasil afora como também despertando solidariedade e preocupação internacional, um jatinho da FAB decolava na calada da noite do aeroporto de Campo Grande. A bordo, um brasileiro privilegiado. Baleado na coluna durante “enfrentamento” de invasão de terras produtivas em Sidrolândia e correndo o risco de sérias sequelas, o índio Josiel Gabriel Alves, 24 anos, mereceu tratamento vip do governo (que dias antes havia lotado dois cargueiros Hércules da mesma FAB para trazer até Brasília índios também querendo terras do Norte do País para uma prosa com o ministro Gilberto Carvalho) petista Dilma Rousseff sendo internado num dos hospitais da conceituada Rede Sarah, na capital da República. Enquanto isso, em Dourados, as lágrimas insistiam em verter dos olhos desesperançados do conselheiro tutelar aposentado João Frazão, pai de um brasileiro não tão privilegiado, Jean Michel Aguero Frazão, 26 anos, morto com traumatismo craniano no corredor da morte do Hospital da Vida por falta de vaga numa UTI. Irônico detalhe: o jovem Jean Frazão era funcionário do Hospital Universitário, da UFGD, uma dos jóias do governo petista no Centro Oeste Brasileiro, que lhe negou vaga. Claro, ele não era índio.
Aproveitando que esses dias em que estive de molho, impossibilitado de encostar a pança na escrivaninha por causa de uma dupla cirurgia (hérnia umbilical e vesícula), coincidiram com as primeiras cenas do anunciado faroeste entre índios e fazendeiros, aproveitei para reler alguma sinopse buscando um melhor entendimento da questão. Afinal, já estava passando da hora de, como índio branco do Jaguapiru, entrar no eletrizante debate que mobilizou todas as forças políticas e policiais da nação, com repercussão até no mais intelectualizado dos programas jornalísticos da TV brasileira – o Manhattan Connection –, apresentado pelo veterano Lucas Mendes, direto de Nova York, na Globo News, onde Diogo Mainardi atribuiu o que chamou de “curto circuito” ao “reflexo das ambivalências do PT, que na teoria defende os Munducurus, mas na prática quer mesmo é bater um papinho com a tribo dos empreiteiros, que é bem mais rentável que conversar com os índios”.
06/06/2013 - 10h47O primeiro vice-presidente do Congresso Nacional, o deputado federal André Vargas (PT-PR), presidiu nesta quinta-feira (6) sessão solene conjunta no Senado para...
Nem mesmo o esforço de Delcídio do Amaral para não deixar transparecer o incômodo pela tosa da sempre bem tratada cabeleira grisalha (que somada à submissão em relação ao Planalto deixa o senador ainda mais parecido com o inesquecível Rolando Lero, da escolinha do professor Raimundo), mas ainda assim esvoaçante o suficiente para produzir um melhor efeito de imagem na propaganda política do PT na TV foi capaz de encobrir uma falha clamorosa de linguagem corporal. Ao fechar os três filmetes que estão no ar, ele para diante do próprio retrato na parede, de rostinho colado com Dilma Rousseff, como que a dizer “ela é minha e ninguém tasca” e, imperdoável, cruza os braços!
05/06/2013 - 10h51
Mato Grosso do Sul cumpriu mais uma etapa para a liberação do pedido de financiamento ao Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e...
05/06/2013 - 07h54O empresário Marcos Valério de Souza recusou a oferta de delação premiada no inquérito que investiga a suspeita de envolvimento do ex-presidente...
03/06/2013 - 05h42Sociólogo diz que alcance real dos protestos depende das condições de quem os lêO franquismo dominava a cena espanhola quando um estudante...
02/06/2013 - 14h37A presidente Dilma Rousseff orientou seus auxiliares a agirem rápido e iniciarem uma operação de "pacificação" nas regiões de conflitos entre indígenas...
Por ironia, como que a jogar por terra as pretensões da Polícia Federal ao denominar de Owari (ponto final, em japonês) a operação que, na verdade, seria o começo do processo de desmantelamento de quadrilhas que assaltavam os cofres de importantes prefeituras do Mato Grosso do Sul, como Dourados e Ponta Porã, a que viria a seguir, da mesma PF e de nome não menos criativo e sugestivo – a Uragano (furacão em italiano) –, pode não ter passado de uma brisa prenunciando a primavera não tão dourada de 2010, perto do que estaria para acontecer diante de seu próprio rescaldo. Isto, pelo menos, no que depender da determinação litigante de Luiz Eduardo Auricchio Bottura, o advogado e engenheiro que semana passada tirou do ar o Midiamax, órgão oficioso do PT e, mais recentemente, de Alcides Bernal, o que, num efeito dominó, ele garante, pode acabar “derrubando” até o Google, caso o oráculo da modernidade insista em dar guarida a sites que teimem contar sua controvertida história.