04/10/2016 – 14h53
O Brasil já teve o “pai dos pobres” – o presidente Getúlio Vargas, título que na versão douradense coube ao prefeito petebista Vivaldi de Oliveira, no final da década de 1950. Vivaldi, que fora o maior fenômeno eleitoral antes da chegada de Ari Valdecir Artuzi. Pois foi encarnando esta condição, também, que a republicana Délia Razuk fez cair os últimos fiapos de cabelos ainda em fase de germinação na “hortinha” do tucano Geraldo Resende.
