24/11/2016 – 05h18
Uma coisa (saúde) é uma coisa, outra coisa (dinheiro) é outra coisa. Um dos primeiros nomes definidos do secretariado de Délia Razuk, o médico Renato Vidigal não deverá sentir nem o cheiro dos 223 milhões destinados à sua pasta para o exercício de 2017. É que para cuidar do din-din a futura prefeita pretende colocar um especialista em cifrões. O advogado Paulo Tanamati é um dos cotados. Vidigal vai operar, literalmente, apenas a grande clientela da depauperada saúde pública.
