Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
O senador e ex-presidente Fernando Collor (AL) trocou o PTC pelo Pros. O seu antigo partido foi um dos 14 atingidos pela chamada cláusula de barreira, que restringe o financiamento partidário daqueles que não atingiram votação mínima exigida por lei. Esta será a oitava legenda de Collor em 40 anos de vida pública.
O escritor Olavo de Carvalho criticou a ida de uma comitiva de parlamentares do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, à China para conhecer o sistema de reconhecimento facial do país e disse que, se fosse de fato guru do governo, isso não aconteceria. 'Instalar esse sistema nos aeroportos brasileiros é entregar ao governo chinês as informações sobre todo o mundo que mora no Brasil', afirmou Olavo em um vídeo postado no Twitter na noite desta quarta-feira (16).
Em uma campanha marcada por movimentos estrategicamente planejados e também velados, a disputa pela presidência do Senado terá a marca do 'anti'. Assim como ocorreu na eleição presidencial, a escolha de quem comandará a Casa e, por tabela, o Congresso Nacional pelos próximos dois anos será definida por grupos a favor e contra a chamada 'velha política', neste caso, representada por Renan Calheiros (MDB-AL), um dos poucos caciques que vão permanecer no cargo a partir de fevereiro e que tenta presidir a Casa pela quarta vez.
Finalmente alguém topou o desafio de descascar o maior abacaxi do (des)governo municipal. A assistente social Berenice Machado, que se notabilizou justamente pelos enfrentamentos que faz há anos como presidente do Conselho Municipal de Saúde. Daí o equívoco em que a prefeita Délia Razuk pode estar incorrendo, se pensa que Berenice vai aceitar a condição de testa-de-ferro de Renato Vidigal, o queridinho “demitido” só para escapar dos homens de preto do promotor Ricardo Rotunno.
A modelo Gisele Bündchen enviou nesta quarta-feira (16) uma longa carta à ministra da Agricultura, Tereza Cristina, afirmando que maus brasileiros são aqueles que desmatam. A mensagem é a reação de Gisele a uma crítica que a ministra lhe dirigiu na segunda-feira (14).
Durante visita oficial do presidente da Argentina, Maurício Macri, ao Brasil, nesta quarta-feira (16/01), o presidente Jair Bolsonaro, reforçou o interesse de maior abertura comercial tanto do Brasil quanto do Mercosul. Ao levantar a taça para o brinde no almoço oferecido pelo governo brasileiro à delegação argentina, na Sala Brasília do Palácio do Itamaraty, o chefe do Executivo declarou mais de uma vez que a visita de Macri marca uma 'nova página' das relações entre os dois países e aproveitou o encontro também para defender as reformas econômicas e estruturais. Macri também aproveitou o encontro para reforçar a necessidade de uma abertura maior do bloco.
Desgraça pouca é bobagem. Nem bem refeita da “pneumonia” contraída depois de difícil conversa com o ex-secretário João Fava, ao relento, no curto intervalo em que o consogro buscava ar puro, antes do retorno à cadeia, e no momento em que cata à laço 'voluntários' para substituir secretários que precisou demitir, para evitar o cadafalso, agora a nomeação de Waltinho Carneiro para a Sanesul. Pode ser a última queda-de-braço da prefeita Délia Razuk com o establishment.
O ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, afirmou, nesta terça-feira (15/1), em entrevista à GloboNews, que a Petrobras foi 'saqueada em um volume sem paralelo' durante o governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A declaração foi feita em resposta a pergunta sobre argumentos da defesa do petista à Justiça de que Moro foi um juiz parcial e o perseguiu durante processos judiciais.
O presidente Jair Bolsonaro assinou, nesta terça-feira (15/1), o decreto que flexibiliza a posse de armas de fogo no país. Na tribuna, acompanhado do vice-presidente Hamilton Mourão, e dos ministros Onyx Lorenzoni (Casa Civil), Sergio Moro (Justiça e da Segurança Pública), General Fernando Azevedo e Silva (Defesa) e General Heleno (GSI), o presidente fez um breve discurso e saudou os outros chefes do Executivo presentes. Ele agradeceu ainda a presença de alguns parlamentares que o ajudaram na produção do decreto, como o deputado federal Alberto Fraga (DEM-DF).
Em cerimônia na qual apresentou à Assembleia Nacional Constituinte (ANC) seus planos econômicos para 2019, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, não poupou críticas àqueles que não reconhecem a legitimidade de seu mandato, iniciado na última quinta-feira. Dias depois de Brasília reconhecer a Assembleia Nacional (AN), controlada pela oposição, como legítima detentora do poder na Venezuela, Maduro classificou o presidente brasileiro, Jair Bolsonaro, como 'um fascista'.
A situação da prefeita Délia Razuk, que já era difícil, fica praticamente insustentável com o retorno de seu ex-secretário de Fazenda João Fava à cadeia. O desembargador Gonzaga Marques, que mandou prender (de novo) o consogro do casal Razuk, alerta para o desvio de milhões dos cofres públicos e pede o aprofundamento das investigações. Não deve sobrar pedra sobre pedra. Um assessor de gabinete define o ambiente na prefeitura como de um velório.
O desembargador Luiz Gonzaga Mendes Marque, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul revogou no começo da noite desta segunda-feira (14) o Habeas Corpus que havia concedido a liberdade para o ex-secretário de Fazenda de Dourados, João Fava Neto. Ele estava preso em Campo Grande devido a investigação da Operação Pregão do Ministério Público Estadual que investiga fraudes em licitações.
A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, criticou nesta segunda-feira (14) a modelo Gisele Bündchen por afirmar que o Brasil desmata e disse que a convidará para ser embaixadora dos esforços do país para preservar a natureza. 'Desculpe, Gisele Bündchen, você devia ser a nossa embaixadora e dizer que o seu país preserva, que o seu país está na vanguarda do mundo da preservação, e não vir aqui no Brasil meter o pau sem conhecimento de causa', disse a ministra em entrevista à rádio Jovem Pan.
Estranha, para dizer o mínimo, a viagem de Soraya Thronick e de Tio Trutis, senadora e deputado federal bolsonarianos, eleitos mas ainda não empossados, à China, a convite do governo daquele país. Normalmente este tipo de convite é para missões oficiais, e o nome diz tudo. Além de estarem no exercício do cargo, os parlamentares precisam integrar alguma Comissão e da autorização do plenário da Casa a que pertençam. Negócios ou passeio? Em troca do quê? Aí é que mora o perigo!
A polarização política no Brasil atingiu um nível que até mesmo os mais distraídos são obrigados a tentar pelo menos uma opiniãozinha de vez em quando. Se o tema for a prisão do italiano Cesare Battisti, aí teremos pano longo para muitas mangas, sejam elas da esquerda ou da direita. O primeiro a tocar fogo nas redes sociais foi, como se sabe, o próprio presidente Jair Bolsonaro. Foi logo cedo, às 9h10: 'Parabéns aos responsáveis pela captura do terrorista Cesare Battisti! Finalmente a justiça será feita ao assassino italiano e companheiro de ideias de um dos governos mais corruptos que já existiram no mundo (PT)'.
Um dos homens do presidente Bolsonaro em Mato Grosso do Sul, Rodolfo Nogueira fez o que outros douradenses não fizeram – e se arrependeram – depois de atingirem uma certa altura em seus voos na política. Não criou problemas com a senadora eleita Soraya Thronicke (de quem é primeiro-suplente) por causa da presidência do PSL, o partido do chefe, e se mudou de mala e cuia para Campo Grande. Segundo o jornalista Carlos Voges, de olho nas eleições do ano que vem.
Ao se despedir do Exército, nesta sexta-feira (11), o general Eduardo Villas Bôas afirmou que a eleição de Jair Bolsonaro à Presidência trouxe uma 'liberação das amarras ideológicas que sequestraram o livre pensar' no país. 'O senhor traz a necessária renovação e a liberação das amarras ideológicas que sequestraram o livre pensar, embotaram o discernimento e induziram a um pensamento único e nefasto', disse, dirigindo-se ao presidente, presente à solenidade.
O governo de Jair Bolsonaro já mudou de ideia ou recuou de decisões que estavam tomadas e até anunciadas nos dez primeiros dias de administração, completados nessa quinta-feira (10/1). O vaivém ocorreu em diversas áreas: da econômica à diplomacia. Um dos principais recuos teve como personagem o próprio presidente da República. Na semana passada, ele anunciou que assinou um decreto aumentando o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Ele justificou afirmando que a medida iria compensar a perda de arrecadação com a extensão de incentivos às regiões Norte e Nordeste. Mas, no mesmo dia, o secretário especial da Receita Federal, Marcos Cintra, descartou a mudança.
O ditador venezuelano, Nicolás Maduro, 56, tomou posse nesta quinta-feira (10) para um segundo mandato, desta vez até 2025. Ele venceu eleições consideradas fraudulentas pela oposição e por grande parte da opinião pública internacional. A abstenção foi de mais de 54% dos eleitores. A Venezuela está em meio a uma grave crise econômica e humanitária, com mais de 3 milhões de habitantes tendo deixado o país devido a falta de alimentos e remédios.
O engenheiro campo-grandense Valdemir Barbosa de Vasconcelos é a bola da vez para assumir a sempre cobiçada e rentável secretaria de Obras da prefeitura de Dourados. Vasconcelos já exerceu o cargo durante a administração Luiz Antônio Álvares Gonçalves. Para ele, um dos profissionais mais conceituados do estado, retornar, depois de 30 anos, só mesmo com uma proposta 'daquelas'. Mais uma bucha para Délia Razuk, como se não bastassem outras demandas da mesma natureza.