Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
08/04/2015 - 16h13O vice-presidente Michel Temer, novo responsável pela articulação política do governo com o Congresso, afirmou nesta quarta-feira (8) que os problemas entre...
Ao leitor mais esclarecido pode soar como piada de mau gosto a informação do título deste post, já que os membros do “colendo” Tribunal de Justiça – ali do ladinho e a quem caberia este papel – fizeram o papel de Pilatos diante do Cristo no madeiro ao ter em mãos o processo do maior escândalo de corrupção da história do Mato Grosso do Sul – o mensalão pago pela Assembleia a deputados e seus vizinhos
Era tudo o que não queriam Londres Machado e seus colegas das legislaturas anteriores à eleita em 2010, os comparsas dos Tribunais de Justiça, de Contas e de setores do Ministério Público. Com a aposentadoria da impoluta Corregedora Nacional de Justiça, ministra Eliane Calmon, e o processo contendo o maior escândalo de corrupção da história do Mato Grosso do Sul (que passou incólume pelo TJ/MS) se arrastando no STJ, pelo menos enquanto houver espaço para chicanas jurídicas (há quem calcule cerca de cem mil, por mês!) todos podem dormitar sossegados. Ou, podiam, até que, na semana passada, o governador Reinaldo Azambuja voltou a pôr lenha na fogueira.
Só mesmo quem teve o privilégio de conviver mais de perto e conhecer a determinação daquela mesticinha tímida (moradora do Jardim Ouro Verde, filha de um dentista e de uma professora do colégio Menodora) que redigia textos prolixos para os releases da assessoria de imprensa da prefeitura nos tempos de Júlio Marques de Almeida, para apostar que Brenda Lee Fukuta da Silva iria tão longe.
Preocupado com os novos protestos previstos para o dia 12, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva intensificou as cobranças sobre o governo e quer que Dilma Rousseff mude com urgência a articulação política do Palácio do Planalto, sob pena de trilhar um caminho sem volta.
O jornalista Graciliano Ramos é mais um "douradense" ou dos muitos profissionais que por aqui atuaram, como Montezuma Cruz e Oscar Ramos Gaspar a brilhar nas páginas do maior e mais importante jornal do Brasil, a **Folha de S. Paulo*. O caminho foi aberto na década de 1970, por este blogueiro, como correspondente da Agência Folhas.
Veja a matéria de hoje da **Folha de S. Paulo**, de nosso "Graça", que além da atuação em vários órgãos de imprensa trabalhou também na assessoria de comunicação da prefeitura de Dourados:
O maior ajuste fiscal da era petista está gerando apreensão na equipe da presidente Dilma Rousseff. O receio é que o tamanho do corte em estudo pela equipe econômica paralise o Executivo.Segundo ministros da área política ouvidos pela Folha, um bloqueio de gastos entre R$ 70 bilhões e R$ 80 bilhões, previsto num dos cenários técnicos, vai parar o governo e frear ainda mais a economia brasileira. Eles preferem algo perto de R$ 60 bilhões.
Os afoitos são os que se queimam, os prudentes aguardam, assim é na política. Enquanto buscam entender como o eleitor reagirá às modificações das regras eleitorais, políticos lançam balões de ensaio apenas para não cair no ostracismo. Portanto esqueçam aqueles que são lançados pelos cardeais da política sul-mato-grossense como eventuais candidatos. Servem apenas para medir a temperatura dos adversários.
Num mesmo período a Assembleia Legislativa e o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MS) trocaram nomeações em favor de parentes do deputado estadual Rinaldo Modesto (PSDB) e do conselheiro Waldir Neves Barbosa, que foi deputado pelo mesmo partido. O caso, caracteriza nepotismo cruzado e pode mobilizar o Ministério Público Estadual (MPE), a abrir investigação para recomendar a demissão dos parentes.
Ter esticado o pescoço de seu humilde gabinete na acanhada prefeitura de Maracaju para poder enxergar além de Vista Alegre – sede do clã do Coronel Marcondes – embora a mais importante não é a única lição que o mais ilustre descendente de Maria Amada, o agora governador Reinaldo Azambuja, dá ao presidente de honra da portentosa Unigran, Murilo Zauith, que desde que entrou para a política se recusa peremptoriamente a esticar os olhos para além dos limites do Parque das Nações.
“Sem nós, a presidenta não faz nada! Não pensem vocês que estamos de brincadeira. Esses soviéticos não aprendem... Lembram que tentaram enrolar o PTB, logo com quem? – o cobra criada Jefferson, que os botou para correr. Sei que o plano da presidente (a) é combater nosso excesso de poder. Não adianta; em nosso ‘blocão’, além dos ‘nanicos’, nós temos os grandes mestres, os faixas pretas do país: Sarney, o eterno, a fênix Renan, e agora o implacável Eduardo Cunha, tantos... Estamos no Executivo, sim, mas o comandante Temmer não sacia nossa fome. E o Temmer é o tipo de vice que ‘não aporrinha’, mas nós aporrinharemos, sim.
Foi, no mínimo, de uma ingenuidade oceânica a primeira ação internacional daquele que se apresenta como a grande promessa de empreendedorismo no secretariado de Reinaldo Azambuja, o secretário de governo do tão badalado sistema S/Fiems, Eduardo Riedel. Uma gafe histórica levar o chefe para uma reunião na residência oficial do presidente paraguaio Horacio Manuel Cartes Jaram. Pra quem não sabe antes de se sentar na cadeira do lendário dom Alfredo Stroessner, Horacio Cartes foi, é e continuará sendo o patrão do tabaco do país Hermano e, como tal, senão maior contrabandista o maior beneficiado pelo produto que substitui o narcotráfico como catalisador de poder no Paraguai.
O ex-presidente Lula e a atual presidente da República, Dilma, cada um a seu tempo, teriam que ter assumido suas responsabilidades nos crimes de corrupção contra a Petrobras. A Constituição Federal claramente permite que a presidente Dilma seja investigada por possíveis envolvimentos nessas corrupções por dolo ou culpa. Infelizmente Janot e Barroso não entenderam assim, quando arquivaram a possibilidade de investigação de Dilma. Abriu-se investigação apenas contra Palocci, que teria sido o intermediário de um empreendimento criminoso com fachada de “doação eleitoral” em 2010, segundo depoimento de Paulo Roberto Costa, que vê isso como um “empréstimo” cobrado após as eleições.
28/03/2015 - 19h03Filósofo usou o Facebook para agradecer as manifestações de carinhoO novo ministro da Educação, Renato Janine Ribeiro, usou o seu perfil no...
Está na capa de hoje dos dois maiores subordinados impressos de Dourados. E o que é pior, sem nenhum questionamento: o ex-deputado Valdenir Machado, cuja última passagem pela Assembleia foi como suplente, depois de minguados 8577 votos na eleição de 2006, vai comandar a tal “Governadoria Regional”. Governadoria Regional? Que diabos é isso? Cabidão de empregos!
27/03/2015 - 07h29O governador Reinaldo Azambuja foi recebido pelo presidente do Paraguai, Horacio Manuel Cartes Jaram, nesta quinta-feira (26), na residência oficial, e defendeu...
Em depoimento à CPI da Petrobras, nesta quinta-feira, a ex-presidente Graça Foster considerou como "justo" o valor contábil de R$ 88 bilhões referentes a perdas da estatal, conforme balanço da empresa apresentado ao Conselho de Administração da Petrobras em janeiro último. Foster negou, porém, que esse valor corresponda a perdas com corrupção verificadas pela Operação Lava Jato. “Esses R$ 88 bilhões representam o valor justo por conta de uma série de ineficiências, até mesmo por causa de chuva e outros, não são o número da corrupção”, disse. “Eu defendi na ocasião que o mercado deveria ser informado deste valor, mesmo que a metodologia usada para fazer o cálculo seja questionada”, afirmou Graça Foster.