Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Primeiro colocado de 2014, o governador do Mato Grosso do Sul, André Puccinelli (58% de ótimo+bom menos 9% de ruim+péssimo = +49 pontos de saldo), está mais de 20 pontos abaixo do que era o saldo do mais bem avaliado em 2010. Ele próprio tinha saldo maior há quatro anos do que agora. E os seus +52 pontos de então deixavam Puccinelli apenas na 5ª colocação em 2010.
17/09/2014 - 16h46A coligação Mato Grosso do Sul com a Força de Todos, encabeçada por Delcídio do Amaral e Londres Machado, entrou com representação...
17/09/2014 - 07h17Texto publicado no site Clube da Engenharia, em abril deste ano, mais oportuno que nunca, às vésperas das eleições em que Delcídio...
Acabrunhado, muito mais com a impagável pedida de seu pupilo Marçal Filho para ser suplente de Simone Tebet ao Senado do que pela sempre alegada falta de tara do deputado para disputar eleição, André Puccinelli retornava para Campo Grande pensando em outro nome de Dourados, quando o piloto de sua aeronave avisou que precisariam sobrevoar a região e talvez até pousar em Maracaju, aguardando a melhora do tempo para um pouso seguro em Campo Grande. Foi aí que, apreciando, do alto, o imenso canavial de Celso Dal Lago, falou mais forte a intuição do governador. E aproveitou para matar dois coelhos com uma cajadada só, pois além de prestigiar Dourados na chapa peemedebista precisava resgatar o compromisso de fazer Celsão não apenas suplente, mas, quem sabe, desta vez, senador da República.
A menos de um mês para o dia 5 de outubro, o surgimento de escândalos envolvendo o senador Delcídio do Amaral (PT), que disputa o Governo, esquentaram a campanha eleitoral, que estava morna até o momento. O estopim foi a publicação da revista IstoÉ, que revela que o petista seria um dos políticos que recebeu dinheiro do esquema bilionário de corrupção na Petrobras. A matéria, da edição de sábado (13), foi suficiente para elevar o tom dos ataques.
A revelação do envolvimento do senador Delcídio do Amaral (PT), candidato a governador, no esquema de propina das empresas de contratos bilionários com a Petrobras, esquentará a reta final da campanha eleitoral em Mato Grosso do Sul. Os rivais criticaram Delcídio e os aliados se silenciaram. Para Nelsinho Trad, candidato do PMDB, a Papuda (penitenciária de Brasília onde o ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu e outros mensaleiros estão presos) será pequena para abrigar os “corruptos” que receberam propinas das empresas que prestam serviços à Petrobras. Ele acredita que “o destino de Delcídio será o mesmo dos mensaleiros: cadeia, se forem confirmadas as denúncias num julgamento sério”.
14/09/2014 - 08h53Mesmo em aviões de carreira, ex-senadora fica tensa durante voos desde 1994, quando enfrentou forte turbulência no AcrePavor aumentou desde o acidente...
Há duas semanas, uma equipe composta por integrantes da Polícia Federal e do Ministério Público trabalha arduamente para detalhar como funcionaria o propinoduto instalado na Petrobras para abastecer políticos aliados do governo Dilma Rousseff. Até agora, eram conhecidos trechos da delação do ex-diretor de Abastecimento e Refino da Petrobras Paulo Roberto Costa, considerado o maior arquivo vivo da República. Em depoimento à Polícia Federal, o ex-executivo da estatal entregou nomes de políticos e empresas que superfaturaram em 3% o valor dos contratos da Petrobras exatamente no período em que ele comandava o setor de distribuição, entre 2004 e 2012.
12/09/2014 - 16h08A pesquisa eleitoral realizada pelo Instituto Datamax, entre os dias 06 e 10 de setembro de 2014, revela crescimento do candidato ao...
Decisões conjuntas estão levando o município a viver uma nova realidade no setor
O prefeito Murilo Zauith está discutindo diariamente com o secretário Sebastião Nogueira...
11/09/2014 - 18h12Durante encontro com representantes de entidades do setor varejista de Mato Grosso do Sul, o candidato a governador Reinaldo Azambuja (PSDB) afirmou,...
Um dia depois da sentença do Supremo Tribunal Federal que condenou o deputado Marçal Filho a dois anos e meio de prisão por falsidade ideológica – crime prescrito pela lentidão do judiciário – vem o ministro Ricardo Lewandowski, como se anunciasse o descobrimento da pólvora, dizendo, em sua posse como novo presidente da mesma Corte que justiça que tarda é justiça que falha. Nem parecia o mesmo Lewandowski das tantas procrastinações que provocaram acalorados debates com Joaquim Barbosa, seu antecessor e relator do mensalão, processo em que o agora presidente atuou como revisor.
11/09/2014 - 14h19Dando sequência as visitas que têm feito em todas as regiões de Campo Grande, acompanhado de seu vice, Londres Machado, o candidato...
11/09/2014 - 07h25Como senadora por Mato Grosso do Sul, Simone Tebet (PMDB) anunciou que vai trabalhar principalmente para ampliar de quatro para seis meses...
09/09/2014 - 15h51Mais de 30 prefeitos e vice-prefeitos, juntamente com líderes partidários, se reuniram em Campo Grande e garantiram apoio a Nelsinho Trad (PMDB)...
Quando mandou chegar aos antigos amigos e colegas de Petrobras a assustadora declaração “se eu falar não vai ter eleição”, o ex-diretor Paulo Roberto Costa, preso, e, agora delator desse que já supera o mensalão petista como o maior esquema de corrupção da história, não excluiu o Mato Grosso do Sul, onde seu companheiro Delcídio do Amaral disputa o governo do Estado. Se não poupou o *capo* Lula e sua preposta Dilma Rousseff, os presidentes da Câmara e do Senado, Henrique Alves e Renan Calheiros; governadores, como Sérgio Cabral e Roseana Sarney, além de outras figuras e proa do PT, por que pouparia Delcídio? A menos que o pantaneiro não tenha nada a ver com isso.