Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Como havia tempo estava me remoendo para entrar no assunto, pode ter sido o caso de uma comunicação telepática com o assíduo internauta Luiz Carlos Santos, de Araras, terra do Fausto Silva. Só assim para vir à tona um tema de somenos importância, mas indispensável quando se está às vésperas de um novo período legislativo, com os vereadores entrantes ávidos para mostrar serviço, alguns, até, como Virgínia Magrini, já colocando o carro adiante dos bois. Ou alguém duvida que uma vez com os traseiros naquelas confortáveis poltronas do único plenário que fica acima do povo e, na ânsia de fazer média com familiares de desencarnados já já começam também a propor a troca de nomes de ruas?
29/01/2013 - 08h55Os irmãos douradenses Donizete do Nascimento Júnior, conhecido como “Binho Nascimento” (foto) e William Nascimento, estavam na Boate Kiss em Santa Maria...
28/01/2013 - 17h11Não faz muito tempo, numa noite especial de homenagens na Rádio Clube de Dourados, fui discretamente ignorado pelo cerimonial, apesar de toda...
Integrando uma delegação do Programa Economia Solidária (uma das boas iniciativas da administração do prefeito Cecílio Tetila deixadas de lado por seus sucessores), minha Anita Tetslaff retornou da mesma Santa Maria da tragédia de ontem embasbacada, não apenas pelas belezas naturais da morraria do entorno da terra de Noemi Ferrigolo, mas, principalmente, pela educação dos santa-marienses no trânsito. Como integrante de um ingênuo grupo de funcionários de carreira que ainda arrisca conceber ideias para que as ditas agências de publicidade engordem suas carteiras de comissões junto aos veículos de comunicação, ela até pensou em sugerir alguma solução para o sempre caótico trânsito douradense, empolgada no que viu por lá, com base em soluções simples, práticas e objetivas, como o “pise na faixa, pise no freio”, no que foi por mim desaconselhada, não só para não ser acusada de plágio, mas pelo risco da desconsideração dos arredios ao investimento em ideias, os caras-de-pau adeptos do “eu já havia pensado nisso”.
25/01/2013 - 15h35Final da década de setenta, vencido o tempo em que uma ligação interurbana demorava até cinco horas para ser completada, Dourados recebe...
Vários líderes mundiais vivem em palácios. Alguns gozam de regalias como ter um mordomo discreto, uma frota de iates ou uma adega com champanhes vintage.
24/01/2013 - 08h49O engenheiro gaúcho Harry Amorim Costa foi o primeiro governador de Mato Grosso do Sul. Nomeado pelo presidente Ernesto Geisel, sua escolha,...
Coração (ou, no caso, o pé) de mãe não se engana. Ou será que passa pela cabeça de alguém que o prefeito reeleito da maior cidade do interior do Estado iria fugir da raia só porque um tucaninho lá da beira do Aquidauana bateu asas rumo ao ninho dos prefeitos em Campo Grande dizendo que com ele não tinha esse negócio de consenso, que queria porque queria ser presidente da Assomasul e que se preciso fosse atropelaria até o governador André Puccinelli? Pois é.
É aquela história da lima-nova, que corta tudo no começo, esse negócio de vereador de primeiro mandato, antes, ainda, de sentir o calor do plenário ou as armadilhas do Regimento Interno da Casa, sair por aí criando factóides. Pelo jeito, Virginia Magrini gostou da repercussão de sua primeira investida na internet, como fiscalizadora do malfeito, ou do por fazer. Sem abrir mão de seus sempre impecáveis modelitos, mesmo tratando-se de visita à também eternamente esburacada, sofrida e esquecida Itahum, mas certamente já gostando também daquela história do tailleur do post anterior, só faltou ela pegar a taquara que está na mão do tiozinho para, quem sabe aí, sim, começar a perceber que o buraco é mais embaixo. Veja o que ela escreveu desta vez, no Facebook.:
18/01/2013 - 10h01Na terça-feira (15), a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) divulgou os resultados da primeira fase do mais recente exame de proficiência...
O caminhoneiro casca-grossa Ari Valdecir Artuzi começou a virar prefeito quando pegou um pé-de-cabra e, tendo como ajudante o então vereador Walter Hora, arrancou alguns os tachões que delimitavam as faixas para ciclistas implantadas pela administração petista de Laerte Tetila nas eternamente esburacadas ruas de Dourados, “obra” que concluiria uma vez sentado na cadeira mais cobiçada por qualquer prócer político que se preze. Isto, já no primeiro mandato como deputado, depois de ter herdado a cadeira de vereador do tio Dioclécio Sucupira, de quem, como motorista, era ligeiro na tarefa de transportar e desembarcar doentes em portas de hospitais públicos.
Blogueiros de todo mundo estão acompanhando a experiência do norte-americano Andrew Sullivan, que decidiu abandonar a proteção de um portal para aventurar-se num voo solo sem a rede de proteção da publicidade comercial. Sullivan não é o primeiro a optar pela autonomia total ,mas é o pioneiro na tentativa de manter um blog informativo usando o polêmico recurso do paywall (acesso pago individual).
O camarada, além de radialista (o que por si só o obrigaria a um mínimo de conhecimentos), foi vereador e deputado estadual, elegendo-se prefeito de Campo Grande por causa - única e exclusivamente - da birra histórica de André Puccinelli com a família Trad, já que Luiz Henrique Mandeta exibia mais e melhores credenciais Edson Giroto. Mesmo assim, aí não dando pra saber se por irresponsabilidade ou apostando na impunidade, dada a estreita convivência com aliados petistas, põe, justamente numa das pastas que exigem maior lisura de seu titular, um camarada acusado pelo Ministério Público Federal de ter participado de esquema de cobrança de propina