Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
17/12/2012 - 10h19
Projeto de lei foi fechado após escândalos envolvendo ministérios e entidadesTexto só depende do aval de Dilma para ir para o Congresso...
Reeleito para administrar Dourados por mais quatro anos, o prefeito Murilo destacou durante a solenidade de diplomação, na noite desta quinta-feira (13), a seriedade, a responsabilidade e a transparência nestes 22 meses em que esteve à frente da prefeitura.
O Brasil ocupa o penúltimo lugar em ranking de competitividade que comparou 14 países com características semelhantes na disputa pelo mercado externo e com padrões econômico-sociais parecidos.
Um dia após vir à tona depoimento em que o empresário Marcos Valério o acusa de envolvimento direto no mensalão, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva mencionou a hipótese de "voltar a ser candidato" durante discurso feito em Paris.
No final de ano em que Roberto Carlos resolveu voltar a competir com Jingle Bells, em apenas uma emissora de rádio brasileira alguém se atreve contestar o rei da música popular para bater no peito e dizer: esse cara sou eu! O radialista Marçal Filho, que insiste em não querer aprender a lição da professora, e ex-senadora e agora conselheira do Tribunal de Contas, Marisa Serrano, que ensina aos apressadinhos que para chegar lá, na política, só com muita maracujina. Ainda com o lombo ardendo pela sova de Murilo Zauith na última eleição, em que disputou por meio de sua preposta Keliana Fernandes, o deputado tenta criar factóides para se manter vivo até 2014.
07/12/2012 as 16:22A produção anual de veículos no Brasil vai cair pela primeira vez em dez anos, segundo projeção da Anfavea (associação das montadoras)...
Um repórter desses que não se ouve mais nas emissoras de rádio fareja o conteúdo das capangas (na moda nos anos setenta também para carregar dinheiro) dos nobres edis com assento no sobradinho da antiga Casa das Noivas, no centro de Dourados. Pegos com a boca na botija ao saírem, um a um, pelo portão lateral da maior empreiteira da cidade, não tinham como escapar à incomodativa indiscrição do impertinente perguntador radiofônico. Era véspera da votação na Câmara Municipal, para ratificação ou rejeição, do parecer do Tribunal de Contas do Estado, ainda do Mato Groso, que havia rejeitado as contas de José Elias Moreira por causa da contratação, sem licitação, de uma empresa de notória especialização para a implantação de uma reforma administrativa na prefeitura. Rejeitado o parecer o prefeito poderia até ter o mandato cassado. Foi um fuzuê danado na terra de seu Marcelino Pires, com suas excelências tendo de devolver a dinheirama ao empreiteiro depois de uma reunião (e de novo lá estava o repórter), de última hora convocada por Totó Câmara, que liberou sua bancada para ratificar o parecer do Tribunal.
Mantendo-se lúcido e ativo até a sua morte, nesta quarta-feira (5), aos 104 anos, no Rio de Janeiro, o arquiteto Oscar Niemeyer --também considerado um dos mais importantes intelectuais do país-- mantinha o discurso afiado. Em entrevistas e depoimentos dados ao longo da vida, emitiu opiniões sobre temas como a vida, a política e as artes. Veja algumas das melhores frases do arquiteto.
04/12/2012 as 16:32O presidente do "El País", Juan Luis Cebrián, definiu como o principal desafio para a modernização da América Latina "encontrar seu próprio...
04/12/2012 as 16:31Mirel BranEm Bucareste (Romênia)Imagine toda a eletricidade produzida na Terra concentrada em um único raio. Depois, multiplique a potência desse raio por...
Quando o sujeito (normalmente ex-deputado ou figurão político que precise ser encostado para não incomodar o establishment) põe aquela “coisa hororosa”, como João Totó Câmara costumava se referir à vestimenta que era obrigado a usar no plenário do Tribunal de Contas, pode até se sentir investido de algum poder de fiscalização, mas tudo não passando de jogo de compadres com prefeitos e periféricos do executivo e do legislativo, o mesmo compadrio entre os vizinhos do Tribunal de Justiça e da Assembleia Legislativa. Ou seja, um órgão de uma inutilidade oceânica, a ponto de alguns de seus acomodados integrantes terem sempre na ponta da língua a expressa orientação aos relapsos do dinheiro público de que o TC é um órgão eminentemente político e que a única coisa que não se pode perder ali são os prazos.
Como tem muita gente que lê apenas os títulos das matérias e já sai por aí fazendo elucubrações, até imagino o espanto dos que, conhecendo bem o estilo de Murilo Zauith, não devem estar entendendo patavina. Também, não é pra entender, até porque o título deste post não se refere ao prefeito de Dourados, embora tenha muito a ver com a terra de seu Marcelino, da mesma forma o outro, que, no post anterior, gerou toda a confusão. Foi preciso o engenheiro Milton Melo, cria de Zé Elias Moreira, por ele ser indicado para uma vitrine na Secretaria de Habitação do governo Pedrossian para, dali, pelas mesmas mãos, galgar a secretaria de obras de Presidente Prudente, onde virou prefeito, em 2008, e, agora, com a autoridade de prefeito reeleito da capital da Alta Sorocabana, cobrar maior participação douradense no governo estadual. E imaginar que em 2008 Dourados elegia o Valdecir, caindo no abismo de onde só agora começa a ser resgatada por Zauith.
Mais ou menos na metade de seu esticado mandato de seis anos que acabou encolhido para cinco e pouco por causa da desincompatibilização para a disputa do governo do Estado, quando já começava a calar a boca dos adversários pelo grande canteiro de obras em que estava transformando a cidade, o prefeito José Elias Moreira começou a desconfiar da gatunagem. Como não sabia o que fazer com três adolescentes indicados por companheiros da velha UDN, chamou os piás para uma conversa reservada e, providenciada uma engenhoca composta apenas de um pedaço de caibro atravessado por um prego sobrando quatro centímetros os “nomeou” fiscais da prefeitura. A missão, conferir a espessura das três frentes de asfalto executadas na parte alta da cidade, cada uma por uma empreiteira diferente. Se o prego não cravasse totalmente na massa asfáltica logo após a compactação é porque alguma coisa estava errada. Não demorou, depois de um dia intenso atrás de recursos em Brasília, Zé Elias recebeu um recado para entrar em contato com um de seus jovens fiscais. Do outro lado da linha o jovem desesperado: “prefeito, estão nos roubando!”. O prego havia entrado só dois centímetros no asfalto.
28/11/2012 as 08:45FELIX PEÑAUm debate necessárioTanto o Mercosul quanto a União Europeia (UE) se encontram em uma complexa transição rumo a novas etapas em...
Estava tudo caminhando bem, dentro do script estabelecido por Murilo Zauith, de só anunciar o nome do novo secretariado em janeiro, depois de avaliar com a lupa herdada de Antonio Tonanni o perfil de gestor por ele recomendado aos partidos aliados. E tudo, concomitantemente, amarrado com as negociações para a composição da futura mesa diretora da Câmara Municipal. Estava. Até que, semana passada, a diretora da escola Aurora Pedroso, Denise Portolann, que foi candidata a vereadora pelo PMDB, cobrando a fatia do bolo que ela entende destinada ao padrinho político, deputado Geraldo Resende, e, mais importante, com aval do estadual Zé Teixeira, antecipou-se às sempre discretas movimentações de Zauith, foi até a secretaria de Educação, onde deu ultimato a Walteir Betoni: “vaza que a cadeira é minha”. Coisa mais ou menos assim, dando início ao processo de transição, como se isso existisse em casos de reeleição, como o de Dourados.
Em novembro de 2009, no final do dia da mais concorrida das eleições da OAB em Dourados, enquanto os cabos eleitorais de Idiran Catelan de Matos já comemoravam, com muita carne assada e cerveja gelada, a vitória da chapa situacionista, ali mesmo, no canteiro central, em frente ao prédio da 4ª. Subseção, o Conselheiro Federal Afeife Mohamad Hajj coordenava a cata aos retardatários, com os vários veículos colocados à disposição da candidatura César Câmara, ele mesmo recepcionando os eleitores, mas apenas com tereré e cafezinho, numa barraquinha improvisada e fazendo questão de acompanhá-los até a boca da urna. Seu candidato venceu com um voto de frente. Domingo passado, antevéspera de mais uma eleição, flagrei Afeife sorrateiramente, bem de manhãzinha, batendo à porta de Pinda Azambuja. Desta vez sua candidata, Mara Piccineli, disputando com o novo fenômeno da advocacia douradense, Felipe Azuma, não tinha nenhuma chance, mas o “Dr. OAB”, como já é conhecido, pendurado na chapa do douradense Julio César Rodrigues, seria eleito, pela quarta vez, Conselheiro Federal. Feito inédito de um douradense no Mato Grosso do Sul, depois do campo-grandense Carmelindo Rezende, por duas vezes eleito para o mesmo cargo.
23/11/2012 as 15:16AGêNCIA BRASILEm 2012, 119 jornalistas foram mortos, o maior número desde que o Instituto Internacional de Imprensa (cuja sigla em inglês é...