Além das notícias do Brasil e do mundo, aqui compartilhadas, tudo sobre os bastidores da política em Dourados e no Mato Grosso do Sul, com textos inéditos em artigos, entrevistas e comentários de Valfrido Silva e colaboradores.
Numa busca ao site do TRE para uma mea-culpa, depois de uma pisada de bola feia com o deputado George Takimoto, e, já adentrando a semana em que se comemora a criação do Mato Grosso do Sul, aproveitei para mergulhar nos números de alguns embates políticos, descobrindo, entre outras coisas, que este negócio de fincar “postes” na política não começou com Lula da Silva, ao eleger Dilma Rousseff presidente do Brasil ou Fernando Haddad prefeito de São Paulo, mas com Pedro Pedrossian, ao “fabricar” Marcelo Miranda como prefeito de Campo Grande, depois governador do Estado. Era o que Pedrossian, fenômeno eleitoral surgido no velho Mato Grosso, chamava de forjar novas lideranças. Tanto que depois de traído por Marcelo, tentou fazer seu sucessor o ilustre desconhecido Paulo Fagundes, até chegar à candidatura de José Elias Moreira. No seu retorno ao governo, em 1991, “Dr. Pedro” ainda tentaria fincar um “poste” chamado Waldemar Just Horn, então braço direito de Ueze Zahran na Copagaz.
05/10/2013 - 16h50Dois dias depois de sua legenda, a Rede Sustentável, não ser legitimada pela Justiça eleitoral, a ex-senadora Marina Silva se filiou ao...
Na antevéspera do prazo fatal do troca-troca partidário para quem vai disputar eleições, uma pesquisa de intenção de voto apontando a vantagem do senador Delcídio do Amaral na disputa para o governo do Estado, do ano que vem. O site que divulga a pesquisa, o Midiamax, que agora se agarra à causa petista como última esperança para a salvação da lavoura, depois da “sobrada” que levou de Alcides Bernal, cujo escancarado apoio recebido na eleição para a prefeitura de Campo Grande foi devolvido com uma “banana”. O Instituto responsável pela amostragem, o Ibrape, acima de qualquer suspeita não fosse, no caso, a declarada antipatia seu diretor, Paulo Catanante, pelo adversário do senador petista, o ex-prefeito Nelsinho Trad.
Desbancar, literalmente, já que a estratégia é ejetar da bancada de Mato Grosso do Sul no Congresso Nacional os peemedebistas Geraldo Resende e Marçal Filho, ambos denunciados pela Procuradoria Geral da República junto ao Supremo Tribunal Federal por corrupção passiva, inclusive pela participação na Uragano – a operação da Polícia Federal e do Ministério Público que desbaratou a quadrilha liderada pelo então prefeito Ari Valdecir Artuzi. Na pior das hipóteses, pelo perfil do encarregado de cumprir a missão (o vereador, locutor de rodeios e *imorrível* da Academia Douradense de Letras, Marcelo Mourão) barrando-se a eleição de Marçal Filho, já que Geraldo Resende, por conta do inevitável desgaste do processo no STF e pela natural rejeição do eleitorado douradense, estaria com seu destino selado.
O deputado Marçal Filho (PMDB-MS) ganhou destaque hoje na capa do jornal Folha de S. Paulo por sua provável filiação ao novo partido político criado ontem no Brasil, o PROS. Não é a primeira vez que Dourados é manchete nacional de forma pejorativa. O petista Laerte Tetila puxou a fila, com seus carrinhos de brinquedo no Jornal Nacional, depois Ari Valdecir Artuzi, com as trapalhadas da URAGANO. Pior, é que não é o fim. Tem mais troca-troca por aí. E não é só de partido.
25/09/2013 - 08h46Nos últimos anos, Mato Grosso do Sul se transformou em um dos melhores estados do Brasil para se viver. Conquistamos mais qualidade...
25/09/2013 - 06h59BRASÍLIA - Adolescente e trotskista, um dia já enxerguei beleza na Declaração Universal dos Direitos Humanos, um dos pilares da ONU. Foi...
Como santo de casa não faz milagres, depois de cansar de esperar por um aceno do prefeito Murilo Zauith para ingressar no PSB, pode ser o PP, do prefeito campo-grandense Alcides Bernal, o destino de George Takimoto, eleito na raspa do tacho pelo nanico PSL na eleição passada para estadual, mas agora pensando em voltar à Brasília, como federal. Takimoto que, sabe-se, durante recente visita de médico a um de seus mais antigos pacientes, o presidente pedetista João Leite Schmidt, já teria assinado uma ficha de filiação ao PDT, partido pelo qual tentou ser prefeito de Dourados em 2000.
23/09/2013 - 16h30Para provável responsável pela campanha tucana ao planalto, escândalo não é 'particularmente relevante' entre os eleitoresO antropólogo e marqueteiro político do PSDB,...
22/09/2013 - 16h38Não me pergunte a canção. Apenas quero fazer justiça ao grande filosofo Friedrich Nietzsche: “Ninguém pode construir em teu lugar as pontes...
Desde que comecei a me entender por gente ouvia minha mãe ensinar que melhor um “não sei”, que, desde que rotundo, não condena ninguém, do que uma mentira, ainda mais quando dessas deslavadas. Claro que, cinquenta anos depois, o ensinamento não se coaduna com a profissão do filho, um desses inveterados insubordinados da imprensa, cujos preceitos básicos estão fundados no quem, quando, como, onde e por que, tudo com interrogação na frente. No dia em que o trabalhista histórico Harrison de Figueiredo estaria completando 84 anos, e, ainda quente o cadáver de Valdecir Artuzi, mais uma “bicuda” do marketing da prefeitura no que parece uma apressada – e desesperada – tentativa de pintar Murilo Zauith como o maior prefeito da história. Pelo simbolismo da data, na véspera de mais uma primavera, “mancada” só comparável à do então prefeito Ayres Marques, que, também num 21 de setembro, resolveu iniciar um trabalho de retirada de árvores centenárias do centro de Ponta Porã, tal qual Totó Câmara havia feito em toda a extensão da Avenida Marcelino Pires para substituir as antigas sibipirunas por palmeiras imperiais.
18/09/2013 - 15h53Tradicional parceiro do PT nas disputas nacionais, o PSB anunciou oficialmente na tarde desta quarta-feira (18) a entrega dos cargos que possui...
17/09/2013 - 15h02Na semana passada, George Stephanopoulos, da rede de TV norte-americana ABC, recebeu o telefonema de que praticamente todo jornalista gostaria. Venha para...
Corumbaense convertido aos bons modos (não que os pantaneiros não os tenham) dos manezinhos da ilha (de Florianópolis), Delcídio do Amaral retornou ao Mato Grosso do Sul se achando. Só porque esteve ministro das Minas e Energia alguns dias, no apagar das luzes do vice-governo Itamar Franco, já chegou se impondo, como pré-candidato tucano a governador. Caiu do cavalo, embora um tombo providencial, desses que só levam aqueles nascidos com aquilo pra lua, já que a fragilidade da precedente candidatura Ricardo Bacha foi o que possibilitou a ascensão de Zeca PT ao governo, daí o convite, quatro anos depois, do já recandidato petista, para que, como companheiro, literalmente, compusesse a chapa para o Senado
16/09/2013 - 15h28O governador André Puccinelli, acompanhado do comandante-geral da PMMS, coronel Carlos Alberto Davi, entregou hoje (16) ao representante da Campanha Nacional “Reaja...