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segunda-feira, junho 29, 2026

Últimas Notícias

Quando o cônjuge do político ajuda a causar sua queda

24/01/2014 - 09h11A primeira-dama da Virgínia precisava de um vestido elegante para a posse de seu marido. Quando um patrocinador político se ofereceu para...

A eleição dos mais difíceis retornos

Chamando a atenção – antes que venha mais uma reprimenda de leitores atentos como Antônio Sergio Amorim Brochado – para o detalhe de que desta vez a palavra retorno volta a mais título sem ser grafada em *itálico*, embora no plural, como quando se trata do sonho de consumo da maioria dos personagens cuja situação eleitoral será aqui analisada, e, a propósito da equivocada campanha de que trata o *post* anterior, a eleição de 2014 deverá ser uma das mais complicadas para os candidatos com base eleitoral em Dourados. E nem seria o caso de gastar o nosso reluzente gentílico, já que da terra, mesmo, ou “candidato minhoca”, como ficou conhecido o ex-deputado Paulo Estêvão da Cruz e Souza, nem sei se, exceto Marçal Filho, aparecerá alguém. É tudo forasteiro.

A pulada de cerca do presidente francês

22/01/2014 - 06h54Como candidato à presidência da França em 2012, François Hollande prometeu ser mais um esposo entediante do que um sedutor flamejante.Determinado a...

Murilo reúne equipe e define prioridades para atender população de Dourados

21/01/2014 - 16h32 Garantir mais agilidade na realização de ações e obras prioritárias para a população de Dourados. Esta foi a principal determinação do prefeito...

Uma campanha equivocada

Todo ano de eleição estadual é a mesma lengalenga: douradense precisa votar em douradense. Até aí tudo bem, mas sem radicalismos. Até porque, só com os votos dos douradenses os candidatos ditos douradenses não vão a lugar nenhum. A novidade deste ano, do movimento agora encabeçado pelo sempre irrequieto empresário Romem Barleta, é a necessidade de os douradenses encabeçarem chapas majoritárias, ou seja, lançando seus candidatos a governador e a senador. Aí a conversa começa a ficar diferente, e, até por isso, que nenhum gaiato dê um pio, sequer, sobre esse negócio de fechar as portas a candidatos de fora. Afinal de contas, além da necessidade de se respeitar o processo democrático, o que mais tem é douradense, como o viajante Antônio Freire, rodando, já, o Estado, em busca de votos.

O canhão de Schimidt para desgovernar o busão de Delcídio

Nem o petista Delcídio do Amaral, como seria o natural, depois da declaração de amor de Carlos Luppi à Dilma Rousseff; nem Nelsinho Trad, em agradecimento às sinecuras de correligionários pedetistas no governo André Puccinelli; muito menos Murilo Zauith, como chegou a ser cogitado ultimamente. O cacique João Leite Schimidt, com seus olhos de lince, vai de Odilon de Oliveira para o governo do Estado. O convite já foi feito. E aceito. E o juiz federal que é o terror da bandidagem não só em Mato Grosso do Sul, principalmente no pedaço onde o Brasil foi Paraguai, como em todo o território nacional, já autorizou o partido a mexer com a papelada, para sua filiação, enquanto ele começa a descer da montanha de processos com os quais mandou para trás das grades alguns dos mais temidos chefes do crime organizado.

O ensaio de golpe branco do STF

13/01/2014 - 09h00Sem ser nova na política, a expressão golpe branco tem sido atualizada constantemente. Designa artifícios que, com aura de legalidade, usurpam o...

Snowden fez um favor ao mundo e merece asilo

13/01/2014 - 08h11Ativista que vazou papéis do governo americano nos anos 1970 diz que, no contexto atual, também fugiria dos EUADiversos críticos americanos de...

Para ler e pensar, hoje e, um dia após as eleições

13/01/2014 - 08h04Estamos abrindo o 2014. Não é o ano do “dragão”, nem da “cobra” e, nem da “pomba”. É o ano daquilo que...

Murilo num beco sem saída

Se correr (de Delcídio do Amaral) o bicho petista do Planalto pega os 52 de milhões de reais com os quais pretende dar um *upgrade* em sua administração e redistribui a outros companheiros; se ficar o bicho peemedebista ainda ameaçador e zombeteiro à sombra do pé de Chico Magro do Parque dos Poderes come seu fígado sem farofa. E ainda tem o pernambucano cujos olhos de tão verdes e expressivos as más línguas chegaram a dizer ser filho de Chico Buarque de Holanda – Eduardo Campos, a quem deve obediência partidária, e que talvez por assustar a hegemonia petista por estes passou a ser chamado de playboy mimado e traíra, já que é tido como obra da boa vontade de Dilma Rousseff e de Lula da Silva. Este o beco em que se meteu o prefeito douradense, Murilo Zauith.

“Nervosinhos”

06/01/2014 - 15h11Ao antecipar o anúncio do cumprimento do superavit primário, na sexta-feira, o ministro Guido Mantega agiu como aquele chefe que gosta de...

Aéreas estrangeiras poderão operar na Copa se houver abuso

05/01/2014 - 07h39Ministra da casa civil afirma que governo quer preços justos de hotéis e passagens e que abertura para empresas de fora pode...

Busão vazio

A primeira postagem de Delcídio do Amaral em 2014 no Twitter, onde ele é um dos campeões, chama a atenção por uma provocação a André Puccinelli, a propósito do mote que o senador escolheu para atrair os aliados em sua pretendida viagem ao Parque dos Poderes. Ao insistir no convite para entrarem em seu ônibus, não sem dar razão ao governador, para quem a lotação do petista, apesar de todo o alarde quanto ao pseudo favoritismo continuava vazia ao final de 2013. Custaria o chargista que ilustra os *posts* de Amaral nas redes sociais encher as janelinhas do tal busão com algumas figurinhas carimbadas da política estadual? Como, por exemplo, a propósito dos últimos acontecimentos na capital, o prefeitão Alcides Bernal, todo pomposo, sentadinho e dando tchauzinho para os eleitores ali no primeiro banco?

Tudo junto e misturado

“Sem muitas delongas e demagogia, mas com o trabalho da Cecília e sua equipe, parceiros e a participação da prefeitura, é possível presenciar o sorriso alegre e olhos atentos das crianças a tudo que o Natal pode transmitir à família, que é a união e a confraternização das pessoas”. Frase do secretário de governo da prefeitura, José Jorge Leite Filho, o Zito, sempre atento e zeloso quando se trata da defesa do patrão Murilo Zauith. No caso, para esclarecer aos meus seguidores no, ***Facebook*** quanto ao projeto “Dourados brilha”, depois da postagem de algumas fotos da *muvuca* natalina no centro da cidade sem o devido crédito à primeira dama municipal.

Um coelho na cartola de Aécio Neves

Entediado com a dificuldade de uma cruzadinha dessas bem enjoadas e bocejando mais que o normal, como sempre acontece nos finais de tarde que não sesteio, quando viajo para Campo Grande, estico os olhos para descansar as pálpebras até então ainda caídas, quando vejo chegando ao consultório onde estou para ser atendido um dos mais renomados médicos do Estado. Para minha surpresa, não estava ali a trabalho, mas, também, como paciente. Carteirinha de seu convênio à mão submeteu-se, até de forma bem humorada, à entrevista da atendente, que, se tivesse se dignado a levantar a cabeça talvez o reconhecesse. Perguntado se era casado, respondeu: com a mulher mais bonita da cidade. Na esperança de que a recepcionista se tocasse, resolvi me apresentar, chamando-o pelo nome famoso para lembrar a perícia com que havia tratado a mão de minha avó, infectada por uma farpa de aroeira, há 45 anos. Foi a deixa para uma rápida lembrança de seu currículo, lamentando não lhe deixarem mais dar aulas na faculdade de medicina, pelo avançado da idade, mas dizendo-se realizado pelo exemplo de trabalho e dignidade deixado aos filhos, tentando disfarçar o orgulho que sentia por um deles, em especial.

Inércia do Congresso é risco à democracia e obriga STF a atuar

22/12/2013 - 09h18PARA MINISTRO LUIZ ROBERTO BARRETO DECISÃO DO SUPREMO SOBRE DOAÇÕES ELEITORAIS PODE LEVAR LEGISLATIVO A RETOMAR DEBATE SOBRE REFORMA POLÍTICA"A inércia do...

A presidenta que não consegue ser presidente

Em recente encontro no Palácio da Alvorada (o desta foto aí), foi uma saia justa danada. Tiveram até que dispensar a tradicional mesa de reuniões, por não se ter certeza de quem se sentaria à cabeceira. A presidente da República, Dilma Rousseff, só se referia ao convidado especial, o ex-presidente Lula da Silva, com um respeitoso senhor. Ele, a ela, simplesmente por Dilma. Nem presidenta, muito menos presidente.

O retorno de João Grandão, como homem forte de Delcídio

O ex-deputado federal petista João Batista dos Santos, o João Grandão, está de volta à lida política. Recuperado das picadas das sanguessugas, mas ainda traumatizado pelo estardalhaço das sirenes das ambulâncias dos irmãos Darci e Luiz Antônio Vedoin, que impediram sua terceira reeleição, Grandão confia agora nas mais silenciosas e mais produtivas retroescavadeiras que como delegado do Ministério de Desenvolvimento Agrário em Mato Grosso do Sul distribui a rodo estado afora para o fomento da agricultura familiar. Na verdade, nem é bem um retorno, mas a retomada de uma trajetória interrompida, desta vez pela Assembleia Legislativa, onde João Grandão pretende ser o homem forte do hipotético governo Delcídio do Amaral.

Chile decide pelo retorno de Bachelet à Presidência

16/12/2013 - 07h26Socialista obtém 62,2% dos votos e derrota Evelyn Matthei no 2º turnoPediatra voltará ao poder quatro anos após o fim de seu...

A prova do crime

Seria um assunto extremamente desconfortável para este dia internacional contra a corrupção, não fosse o fato da denúncia em questão se referir à administração Murilo Zauith, senão a mais honesta, tal qual a mulher de Cesar, a que deveria parecer uma das mais honestas da história douradense, até por suceder daquela que tantos escândalos protagonizou, como as operações Brothers, Owari e Uragano, que levaram para a cadeia o então prefeito Ari Artuzi, empresários e fornecedores, quase todo o secretariado além de vereadores aliados. Mas, se a imprensa tradicional é subordinada, não se arriscando a um pio sobre eventuais deslizes, até para ajudar o prefeito aliado a não cair em alguma armadilha, aí estão a rádio peão, agora repercutida nas mídias sociais, ***Facebook***, principalmente, e, na tribuna da Câmara Municipal, a voz solitária de uma impertinente Virginia Magrini.
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